A Caixa Econômica Federal, agente operador do Fundo de Garantia do
Tempo de Serviço (FGTS), assina (20), em Brasília, uma operação de
securitização de carteira imobiliária no volume total de R$ 1,5 bilhão.
Os recursos para realizar a operação virão do FGTS. Com a operação, a
Caixa terá mais recursos para o financiamento imobiliário.
De acordo com o banco, essa é a maior operação na modalidade já
realizada e está lastreada em mais de 30 mil créditos imobiliários,
concedidos pela Caixa, e cedidos à Gaia Securitizadora.
Segundo nota da Caixa, a operação tem o objetivo principal de
incentivar o desenvolvimento do mercado secundário de créditos
imobiliários no Brasil. “A operação incentiva o fortalecimento do
mercado secundário para crédito imobiliário, no Brasil, que tem
histórico apenas de mercado primário. Os recursos captados serão
utilizados para gerar funding [recursos] a novos créditos imobiliários”,
diz a Caixa, em nota.
De acordo com a Caixa, em 2011, foram recebidas doze propostas de venda
de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI) ao FGTS, no montante
de R$ 6,2 bilhões. Dessas propostas, foram selecionadas seis, todas
lastreadas em créditos individuais para imóveis de até R$ 200 mil. As
outras cinco operações, envolvendo três securitizadoras e cinco agentes
financeiros, no valor total de R$ 1,3 bilhão, aguardam encaminhamento
das propostas finais para concretização da compra dos CRI pelo FGTS,
ainda neste ano.
Para o período de 2002 a 2011, o Conselho Curador do FGTS alocou R$
7,03 bilhões para essas operações. Desse montante, R$ 2,84 bilhões foram
alocados para o exercício de 2011. Até 2010, foram realizadas vinte
operações de aquisição de CRI, que atingiram o total de R$ 130,6
milhões.
Fonte: 180graus
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sexta-feira, 21 de outubro de 2011
FGTS poderá ser usado para imóvel de até R$ 750 mil
Os bancos querem aumentar de R$ 500 mil para R$750 mil o limite para
compra da casa própria utilizando o FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de
Serviço). A solicitação foi enviada ao Conselho Curador do FGTS pela
Abecip (Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e
Poupança). Para o diretor da construtora Santa Cecília, Márcio Iorio, o
aumento no valor é positivo e vai permitir que a classe média possa
comprar o imóvel: “Atualmente, o custo da construção e o valor
dos imóveis subiram muito, por isso é necessário um ajuste”, explica,
descartando formação de bolha imobiliária.
Já a ONG Instituto FGTS Fácil considera a proposta abusiva, por apresentar reajuste muito maior que a inflação acumulada no período. “A inflação de março de 2009 até agora está em torno de 14,5%, e em dois anos o teto subiria 50%. O reajuste deveria ser feito anualmente, com base na inflação”, ressalta Mário Avelino, presidente da ONG.
Fonte: O Dia Online
Já a ONG Instituto FGTS Fácil considera a proposta abusiva, por apresentar reajuste muito maior que a inflação acumulada no período. “A inflação de março de 2009 até agora está em torno de 14,5%, e em dois anos o teto subiria 50%. O reajuste deveria ser feito anualmente, com base na inflação”, ressalta Mário Avelino, presidente da ONG.
Fonte: O Dia Online
Caixa repassa R$ 1,5 bilhão em financiamentos imobiliários
Banco securitizou grana recorde a fim de ter mais fundos para emprestar para a casa própria
A Caixa Econômica Federal vai securitizar R$ 1,5 bilhão em contratos imobiliários para levantar fundos para emprestar a novos mutuários. O dinheiro é o maior valor já visto em operações do tipo no país, segundo anúncio feito pelo próprio banco nesta quinta-feira (20).
O banco diz que a operação serve para fortalecer o mercado de crédito imobiliário no Brasil. Os recursos captados serão utilizados para “gerar funding” a novos créditos, além dos já utilizados FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) e poupança. É uma terceira fonte de dinheiro para o crédito imobiliário.
Segundo o banco, que repassou a carteira securitizada à Gaia Securitizadora, esse crédito está lastreado em mais de 30 mil contratos de financiamentos imobiliários.
- O Conselho Curador autorizou a CAIXA, na condição de Agente Operador do FGTS, a realizar operações de aquisição de CRI, em 2001. O objetivo principal foi incentivar o desenvolvimento do mercado secundário de créditos imobiliários no Brasil.
Em poucas palavras, a securitização consiste em “trocar” uma dívida de longo prazo por dinheiro vivo no ato. Os bancos movimentam grandes quantias nestas operações, na casa dos bilhões.
Imagine que você emprestou R$ 5.000 para um parente e ele vai pagar tudo em suaves prestações, durante um ano. Mas o que acontece se após o pagamento da primeira parcela você precisar do dinheiro? Ele não vai ter como devolver a grana que falta e você não terá esse dinheiro sem que um banco cobre juros caso você peça um empréstimo.
É aqui que entra a securitização. Funciona como se uma terceira pessoa entrasse no negócio a fim de dar a você os R$ 5.000 agora e assumir o risco de receber aquilo que o tal parente ainda deve. Você não vai mais ter as devoluções aos poucos, mas conseguiu pegar o valor total emprestado para reinvestir em outra coisa. Isso é feito pelos bancos, para que eles tenham mais dinheiro para financiar a população na compra da casa própria.
Quando um banco faz isso com sua poupança, repassa um valor que tem a receber entre 20 e 30 anos para uma securitizadora. Ela avalia o risco e a capacidade de retorno desse dinheiro e lança um papel chamado CRI (Crédito de Recebíveis Imobiliários), que pode ser vendido para investidores como um título de renda fixa, por exemplo.
A Caixa Econômica Federal, que responde por três em cada quatro financiamentos imobiliários do país, diz que recebeu 12 propostas de venda desses CRIs ao FGTS, no montante de R$ 6,2 bilhões.
Dessas propostas, foram selecionadas seis; todas lastreadas em créditos individuais para imóveis de até R$ 200 mil. As outras cinco operações, envolvendo três securitizadoras e cinco agentes financeiros, no valor total de R$ 1,3 bilhão, aguardam encaminhamento das propostas finais para concretização da compra dos CRI pelo FGTS, ainda neste ano.
Fonte: R7
A Caixa Econômica Federal vai securitizar R$ 1,5 bilhão em contratos imobiliários para levantar fundos para emprestar a novos mutuários. O dinheiro é o maior valor já visto em operações do tipo no país, segundo anúncio feito pelo próprio banco nesta quinta-feira (20).
O banco diz que a operação serve para fortalecer o mercado de crédito imobiliário no Brasil. Os recursos captados serão utilizados para “gerar funding” a novos créditos, além dos já utilizados FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) e poupança. É uma terceira fonte de dinheiro para o crédito imobiliário.
Segundo o banco, que repassou a carteira securitizada à Gaia Securitizadora, esse crédito está lastreado em mais de 30 mil contratos de financiamentos imobiliários.
- O Conselho Curador autorizou a CAIXA, na condição de Agente Operador do FGTS, a realizar operações de aquisição de CRI, em 2001. O objetivo principal foi incentivar o desenvolvimento do mercado secundário de créditos imobiliários no Brasil.
Em poucas palavras, a securitização consiste em “trocar” uma dívida de longo prazo por dinheiro vivo no ato. Os bancos movimentam grandes quantias nestas operações, na casa dos bilhões.
Imagine que você emprestou R$ 5.000 para um parente e ele vai pagar tudo em suaves prestações, durante um ano. Mas o que acontece se após o pagamento da primeira parcela você precisar do dinheiro? Ele não vai ter como devolver a grana que falta e você não terá esse dinheiro sem que um banco cobre juros caso você peça um empréstimo.
É aqui que entra a securitização. Funciona como se uma terceira pessoa entrasse no negócio a fim de dar a você os R$ 5.000 agora e assumir o risco de receber aquilo que o tal parente ainda deve. Você não vai mais ter as devoluções aos poucos, mas conseguiu pegar o valor total emprestado para reinvestir em outra coisa. Isso é feito pelos bancos, para que eles tenham mais dinheiro para financiar a população na compra da casa própria.
Quando um banco faz isso com sua poupança, repassa um valor que tem a receber entre 20 e 30 anos para uma securitizadora. Ela avalia o risco e a capacidade de retorno desse dinheiro e lança um papel chamado CRI (Crédito de Recebíveis Imobiliários), que pode ser vendido para investidores como um título de renda fixa, por exemplo.
A Caixa Econômica Federal, que responde por três em cada quatro financiamentos imobiliários do país, diz que recebeu 12 propostas de venda desses CRIs ao FGTS, no montante de R$ 6,2 bilhões.
Dessas propostas, foram selecionadas seis; todas lastreadas em créditos individuais para imóveis de até R$ 200 mil. As outras cinco operações, envolvendo três securitizadoras e cinco agentes financeiros, no valor total de R$ 1,3 bilhão, aguardam encaminhamento das propostas finais para concretização da compra dos CRI pelo FGTS, ainda neste ano.
Fonte: R7
segunda-feira, 17 de outubro de 2011
Century 21 representará fundos no país
A Century 21 Brasil vai representar
fundos estrangeiros na compra de participações em sociedades de
propósito específico (SPEs) de projetos enquadrados no programa
habitacional Minha Casa, Minha Vida.
A empresa fechou acordo com fundo de
private equity do Reino Unido, formado principalmente por investidores
irlandeses, que investirá US$ 200 milhões em compra de participações em
SPEs com foco no segmento. Segundo o presidente da Century 21 Brasil,
Ernani Assis, o fundo espera ter retorno em até oito anos.
Outro acordo está em vias de ser fechado
com um fundo da Índia. Os investidores desse fundo também pretendem
comprar participações em projetos voltados para o Minha Casa, Minha
Vida. Os aportes dos investidores indianos nessas aquisições somarão US$
100 milhões. A Century 21 deve começar a comprar participações em SPEs
para os dois fundos em novembro. A intenção é procurar todas as
incorporadoras que atuam nos moldes do programa.
A Century 21 terá exclusividade na venda
dos imóveis produzidos pelas parcerias fechadas por meio de sua
intermediação. Ainda não está definido se a venda será feita pela
própria Century 21 ou pela rede franqueada.
A 50ª franquia da Century 21 entra em
operação hoje, em Brasília. O total de contratos assinados com
franqueados, incluindo os referentes a operações ainda não iniciadas, é
de 127. A meta para 2011 é chegar a 150. Em média, a Century 21 tem
fechado nove por mês. “Queremos ter 580 agências operando no fim de
2015″, diz Assis.
Desde fevereiro, o modelo de remuneração
da empresa mudou do sistema de pagamento de royalties para desembolsos
fixos mensais de R$ 1 mil por franqueado. Mas a maior parte da receita
da Century 21 resulta da remuneração por serviços de terceiros
oferecidos por meio dos franqueados. No primeiro semestre, os
franqueados começaram a oferecer financiamento do Santander. A
expectativa é que o financiamento do banco distribuído pelos franqueados
chegue a R$ 60 bilhões em dez anos.
O modelo de oferta de serviços começou a
ser adotado no fim de outubro de 2010. Recentemente, a Century 21
fechou parceria com a Mapfre Seguros para a distribuição dos produtos
fiança locatícia, seguro residencial e assistência 24 horas. As duas
empresas constituíram a joint venture Protec 21 Seguros, com 50% cada
uma. Por dois anos, a Mapfre não poderá ter outra parceria em formato
semelhante, segundo Assis.
Os franqueados da Century 21 vendem
imóveis novos e usados. O tíquete médio das unidades é de R$ 417 mil,
mas a média dos imóveis vendidos pelos franqueados que atuam no bairro
do Itaim, em São Paulo, chega a R$ 1,150 milhão. Em 2010, o Valor Global
de Vendas (VGV) dos franqueados foi de R$ 1,2 bilhão. De janeiro a
julho de 2011, chegou a R$ 2,8 bilhões.
Fonte: Valor Econômico
sexta-feira, 7 de outubro de 2011
Imóvel é garantia de crédito
Hipoteca pode ser feita junto a grandes bancos e financeiras, mas embute risco para o consumidor
Você sabia que o sistema de hipotecas, velho conhecido dos norte-americanos, também existe no Brasil? Por aqui ele só ficou mais conhecido a partir de 2004, com a Lei nº 10.931. Basicamente, ela permite a alienação de imóveis e garante o direito do banco de retomar o bem. Ou seja, quem tem uma casa ou apartamento quitado, pode usá-los como garantias para empréstimos financeiros.
Com o crescimento do mercado imobiliário e a valorização de imóveis no país, o setor cresceu e "apareceu". Hoje, grandes bancos como Caixa, Bradesco e Santander, além de financeiras e companhias hipotecárias, já oferecem esses serviços. A projeção das empresas é que o refinanciamento imobiliário, batizado de home equity, dobre de tamanho até 2012, atingindo uma carteira de R$ 1,5 bilhão.
"O crédito com garantia de imóvel deve ter uma trajetória semelhante ao do consignado há alguns anos e apresentar um crescimento bem acima das demais modalidades de empréstimo", prevê Miguel Ribeiro, coordenador de análise e pesquisas da Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac). Segundo ele, a modalidade traz três grandes vantagens para os brasileiros: os juros são baixos, permite financiar valores de até R$ 500 mil, e os prazos são mais longos. "Você dificilmente, em um empréstimo normal, vai conseguir taxas de 1% ao mês. Além destas vantagens, você pode usar o dinheiro para qualquer finalidade, não é como um financiamento", disse Ribeiro.
Para Luiz Antonio França, presidente da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), tanta vantagem tem um preço. "É uma operação com risco para os consumidores. O tomador do empréstimo dá como garantia o seu imóvel quitado, o que torna a operação extremamente segura para os bancos. Em caso de inadimplência, a partir do terceiro mês, os bancos dão início ao resgate por meio de alienação fiduciária". Ou seja, quem não arca com as prestações pode ficar sem um teto para morar porque o imóvel vai a leilão para quitar a dívida.
"A hipoteca, ou o home equity, deve ser usado com cautela. Os candidatos ideais seriam aqueles que têm um emprego seguro, estão com o orçamento familiar controlado e possuem mais de um imóvel", detalhou França. Ele indica ainda que, antes de fechar qualquer acordo, os consumidores chequem o Custo Efetivo Total (CET) da operação e todas as despesas burocráticas como taxas de cartório e impostos.
Operação menos arriscada
Apesar das similaridades com o modelo que gerou a crise norte-americana do subprime, as regras brasileiras para a hipoteca são bem mais seguras e devem atrair principalmente a população de classe média, que já quitou a casa própria e tem boa saúde financeira. Enquanto nos Estados Unidos as instituições são menos criteriosas e concedem créditos até mesmo maiores que o valor no imóvel, no Brasil, o empréstimo máximo corresponde a até 70% do preço real do bem e, às vezes, o banco pede duas avaliações antes de definir este valor.
O professor de economia da Faculdade Boa Viagem (FBV) Marcelo Barros ressalta que uma das maiores diferenças entre os dois mercados é que os bancos norte- americanos permitem hipotecas em cima de hipotecas. Ou seja, o contratante poderia dar seu imóvel como garantia mais de uma vez, ainda que não tivesse terminado de pagar o primeiro empréstimo. "Aqui, só pode hipotecar quem já tiver com a casa quitada e esse imóvel só é alienado uma vez para esse tipo de operação".
Outro fator negativo no setor financeiro dos EUA é que quando os imóveis valorizam, o banco aumenta o crédito dos clientes, fato que não ocorre no Brasil. "Lá, se alguém tem uma casa que vale US$ 400 mil e faz uma hipoteca com esse valor e, algum tempo depois, o preço sobe para US$ 600 mil, o banco vai atrás do cliente e avisa que pode liberar mais US$ 200 mil para ele", diz Barros.
Com o crescimento do mercado imobiliário e a valorização de imóveis no país, o setor cresceu e "apareceu". Hoje, grandes bancos como Caixa, Bradesco e Santander, além de financeiras e companhias hipotecárias, já oferecem esses serviços. A projeção das empresas é que o refinanciamento imobiliário, batizado de home equity, dobre de tamanho até 2012, atingindo uma carteira de R$ 1,5 bilhão.
"O crédito com garantia de imóvel deve ter uma trajetória semelhante ao do consignado há alguns anos e apresentar um crescimento bem acima das demais modalidades de empréstimo", prevê Miguel Ribeiro, coordenador de análise e pesquisas da Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac). Segundo ele, a modalidade traz três grandes vantagens para os brasileiros: os juros são baixos, permite financiar valores de até R$ 500 mil, e os prazos são mais longos. "Você dificilmente, em um empréstimo normal, vai conseguir taxas de 1% ao mês. Além destas vantagens, você pode usar o dinheiro para qualquer finalidade, não é como um financiamento", disse Ribeiro.
Para Luiz Antonio França, presidente da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), tanta vantagem tem um preço. "É uma operação com risco para os consumidores. O tomador do empréstimo dá como garantia o seu imóvel quitado, o que torna a operação extremamente segura para os bancos. Em caso de inadimplência, a partir do terceiro mês, os bancos dão início ao resgate por meio de alienação fiduciária". Ou seja, quem não arca com as prestações pode ficar sem um teto para morar porque o imóvel vai a leilão para quitar a dívida.
"A hipoteca, ou o home equity, deve ser usado com cautela. Os candidatos ideais seriam aqueles que têm um emprego seguro, estão com o orçamento familiar controlado e possuem mais de um imóvel", detalhou França. Ele indica ainda que, antes de fechar qualquer acordo, os consumidores chequem o Custo Efetivo Total (CET) da operação e todas as despesas burocráticas como taxas de cartório e impostos.
Operação menos arriscada
Apesar das similaridades com o modelo que gerou a crise norte-americana do subprime, as regras brasileiras para a hipoteca são bem mais seguras e devem atrair principalmente a população de classe média, que já quitou a casa própria e tem boa saúde financeira. Enquanto nos Estados Unidos as instituições são menos criteriosas e concedem créditos até mesmo maiores que o valor no imóvel, no Brasil, o empréstimo máximo corresponde a até 70% do preço real do bem e, às vezes, o banco pede duas avaliações antes de definir este valor.
O professor de economia da Faculdade Boa Viagem (FBV) Marcelo Barros ressalta que uma das maiores diferenças entre os dois mercados é que os bancos norte- americanos permitem hipotecas em cima de hipotecas. Ou seja, o contratante poderia dar seu imóvel como garantia mais de uma vez, ainda que não tivesse terminado de pagar o primeiro empréstimo. "Aqui, só pode hipotecar quem já tiver com a casa quitada e esse imóvel só é alienado uma vez para esse tipo de operação".
Outro fator negativo no setor financeiro dos EUA é que quando os imóveis valorizam, o banco aumenta o crédito dos clientes, fato que não ocorre no Brasil. "Lá, se alguém tem uma casa que vale US$ 400 mil e faz uma hipoteca com esse valor e, algum tempo depois, o preço sobe para US$ 600 mil, o banco vai atrás do cliente e avisa que pode liberar mais US$ 200 mil para ele", diz Barros.
Ricardo Barbosa diz que ‘Pacto de mobilidade’ deve investir R$ 130 mi na PB; JP deve ser contemplada
O secretário comentou que em conversa nesta quarta (5) com o secretário nacional do PAC, Maurício Muniz, o governador Ricardo Coutinho (PSB) e o prefeito de João Pessoa, Luciano Agra (PSB) e afirmou quem tem 99% de certeza que a capital vai ser incluída no pacto de mobilidade e que os investimentos no Estado devem chegar a R$ 130 milhões.
Barbosa garantiu a proposta do governo de transformar em Veículo Leve sobre Trilho (VLT) a rede ferroviária do CBTU de Santa Rita a Cabedelo foi aprovada, mas que a proposta dos corredores para João Pessoa ainda não, contudo o secretário explicou que o governador foi solidário com a capital paraibana e que o projeto para JP deve ser aprovado também.
O secretário afirmou que proposta de João Pessoa traz um impacto positivo, a implantação dos quatro corredores em João Pessoa, mais a integração do sistema VLT (Veículo Leve sob Trilhos) e garantiu que o entrave se deu por problemas de caixa e não por problemas técnicos.
“O Ministério das Cidades junto com o Ministério do Planejamento disponibilizará R$ 18 bilhões para todo o Brasil, destinados ao ‘Pacto das Grandes Cidades’... o anúncio final foi prorrogado para o dia 30 de outubro, onde sairá o resultado dos municípios contemplados e os respectivos valores”, conta.
Barbosa explicou ainda que os estados geraram projetos de R$ 41 bilhões. “Por conta disso cortaram a proposta de João Pessoa”, diz.
De acordo com o secretário, após a reunião com o ministro, ficou praticamente acordado que a prefeitura de João Pessoa vai ser contemplada com o pacto de mobilidade, mas ainda falta saber se será em sua plenitude. “A participação de Ricardo foi determinante”, garante.
“Fizemos nosso papel, conseguimos abortar a exclusão de João Pessoa”, conta. O secretário explicou que o governador colocou para o secretário Nacional do PAC que a proposta do VLT para a Paraíba não seria firmada se não fosse com a participação de João Pessoa.
O ex-deputado afirmou que com essa decisão o estado estaria praticamente abrindo mão de R$ 130 milhões, para que a capital fosse incluída. Ele garantiu que até a próxima quarta (11) o governo receberá a notícia se JP foi ou não incluída no projeto. “Tenho 99% de certeza”, explica.
Ou estamos juntos nessa prefe gov ou não teremos pacto de mobilidad. Estaremos abindo Mao de 130 milhões e o gov praticamente abriu mão desses recursos para incluir jp. até terça ou quarta devemos receber a noticia, mas tenho 99% de certeza.
A respeito da classe política de oposição no Estado, o secretário afirmou que não são criadas dificuldades aos projetos, mas que eles também não contribuem de forma positiva. Barbosa comentou a respeito da proposta falha do deputado Ruy Carneiro, de tentar unir a bancada paraibana. “Aqui, acolá algum se oferece, mas na prática mesmo essa é uma pauta que se encontra fria, não foi bem assimilado pela classe política, independente das disputas partidárias, vestirem a camisa do estado”, critica.
Fonte: Paraíba.com.br
quarta-feira, 5 de outubro de 2011
FGTS poderá ser usado nas prestações atrasadas
A Comissão de Assuntos Sociais analisa o projeto de lei 158/11, do senador Eunício Oliveira (PMDB-CE), que dá o direito ao trabalhador de usar o recurso do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) para quitar prestações da casa própria em atraso. De acordo com a Agência Senado, a proposta já tem a aprovação do relator, o senador Cyro Miranda (PSDB-GO).
Para inibir o risco de inadimplência frequente, o relator da proposta, decidiu estabelecer que somente poderão ser feitos dois saques do FGTS para pagamento de prestações vencidas.
Para sacar o benefício, o trabalhador terá que comprovar ter sofrido perda de renda que o impediu de pagar em dia o financiamento da casa própria.
Saques realizados no primeiro semestre
Só no primeiro semestre do ano foram sacados R$ 27,92 bilhões do FGTS, o que totaliza 16,7 bilhões de saques, de acordo com dados da Caixa Econômica Federal, divulgados pela Agência Brasil.
A maior parte dos saques - cerca de 60% ou R$ 17,39 bilhões - foi destinada para trabalhadores demitidos sem justa causa. Os saques por aposentadoria representam 14% ou cerca de R$ 3,91 bilhões.
Em seguida, aparecem os saques para compra da casa própria, com 13,1% ( R$ 3,67 bilhões), e 10,6% foram sacados para tratamento de saúde (casos de doenças graves) e casos de calamidade pública (R$ 2,95 bilhões).
Fonte: InfoMoney
Consórcio imobiliário é ideal para quem não tem pressa
Consórcio imobiliário acaba sendo mais atraente que o financiamento (Foto: Divulgação)
Para as pessoas que estão planejando comprar um imóvel e não tem a necessidade imediata de adquirir o bem, o consórcio é um ótimo negócio. O produto acaba sendo mais atrativo que o financiamento habitacional, porque nele não há cobrança de juros e apenas uma taxa de administração – que varia entre 1% e 1,5% do valor do imóvel definido pelo consorciado – é cobrada ao ano.
Além disso, não tem segredo participar de um consórcio imobiliário, é exatamente como o de veículo. Basta definir um valor que deseja receber de acordo com o tipo de imóvel que tem em vista e aderir a um grupo. Por norma genérica, as administradoras obtêm o número de consorciados por turma multiplicando por dois o número de meses previstos, que pode variar de 80 a 240 meses. Ou seja, se o prazo do consórcio for de 180 meses (15 anos), o número mínimo de cotistas será de 360.
Ulitização do FGTS – Quem tem um consórcio imobiliário pode usar os recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para liquidar ou complementar a carta de crédito e para composição de lance. A medida foi aprovada pelo Conselho Curador do FGTS no final de 2009 e regulamentada pela Caixa Econômica Federal (CEF) em março deste ano.
Os consorciados que quiserem aproveitar o benefício devem seguir as mesmas regras de uso do FGTS que são válidas para quem está comprando via financiamento imobiliário. Além de o saldo só poder ser usado por trabalhadores com mínimo de três anos de contribuição, o mutuário não pode ter outro imóvel adquirido com recursos do fundo no mesmo município. O consorciado deve respeitar ainda o limite de R$ 500 mil para a compra do imóvel e não ter mais de três parcelas em atraso.
Lance ou sorte – Até o fim do prazo do consórcio imobiliário, a pessoa física ou jurídica que visa adquirir um imóvel tem duas formas de conseguir esse bem: por sorteio ou dando um lance. Os palpites são as formas mais efetivas de não precisar contar com a sorte para adiantar a data de ter em mãos o bem comprado. Isto é, quanto maior o lance, maior a chance de ser contemplado pela administradora de consórcios.
Quando o cliente é contemplado, ele recebe carta de crédito que tem o mesmo poder de uma compra à vista. Além disso, há diversas opções para o consorciado acelerar o negócio, como, por exemplo, dar um imóvel menor na troca do maior.
Cuidados – Antes de fechar negócio, o interessado deve observar se o consórcio está registrado no Banco Central (BC), que regulamenta os consórcios imobiliários, e também ler todas as cláusulas contratuais. Os especialistas aconselham que o consorciado participe de todas as assembleias e tire possíveis dúvidas com a adminsitradora.
O consumidor também deve analisar sempre os contratos e as taxas de administração praticadas para não cair no engano de desistir e, na hora de pegar o dinheiro de volta, a empresa devolver menos.
Fonte: ZAP
Comprador deve checar se imóvel tem registro
Especialistas dão dicas sobre as principais decisões que se devem tomar antes de finalizar a aquisição do bem
Na maioria das vezes, a aquisição de um apartamento, casa ou mesmo terreno é a decisão mais audaciosa e carregada de responsabilidade das vidas dos compradores, sejam eles noivos, pais ou mesmo jovens recém saídos de casa. O fato é que a movimentação de quantias nessas negociações não podem ser feitas sem os devidos cuidados. A reportagem ouviu representantes do setor imobiliário para saber quais os principais cuidados que se deve ter no momento de realizar a compra da sua futura morada.
Para precaver-se de qualquer intempérie, solicitações dos documentos que certifiquem a legalidade da empresa, idas a cartórios e cartórios de registro são necessárias, na opinião de. O principal e mais recorrente problema, segundo análise do diretor do Instituto de Registro Imobiliário do Brasil (Irib), Sérgio Busso, é a compra de uma propriedade sem que o registro imobiliário seja conferido.
Venda comprometida
Algumas vezes, ao confiar na idoneidade de construtoras ou imobiliárias, o comprador compromete todo o seu futuro na nova casa, pois, ao cometer esta falha, ele estará impedido de vender o bem posteriormente. "Muitas vezes, salas ou apartamentos são anunciadas para lançamento sem que todo o processo seja concluído. Aí, depois de pagar entrada e lavrarem compromisso de compra, descobrem que não havia registro imobiliário", exemplifica Busso.
Situação "rara" na Capital
Sobre a incidência de casos semelhantes ao descrito pelo diretor do Irib em Fortaleza, o representante do Conselho Regional de Corretores e Imóveis do Ceará (Creci-CE) junto ao órgão federal, o Cofeci, Armando Cavalcante, diz não haver muitos. "De um modo geral, as nossas construtoras são muito corretas. Dificilmente, você vai encontrar um lançamento sem estar registrado", argumenta.
Fiscalização acentuada
Além da consciência da iniciativa privada, Cavalcante atribui ao clima de segurança a fiscalização acentuada tanto pelos órgãos do setor de construção civil como no Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura do Ceará (Crea-CE).
Pendências judiciaisNo entanto, ele aponta outros problemas que podem incidir sobre a aquisição de um imóvel: "Alguns prédios aqui em Fortaleza, não podem ter a escritura transferida porque os donos respondem por processos na Justiça", contou, exemplificando que as infrações correspondem a motivos diversos, incluindo, por exemplo, até invasões a terrenos da Marinha.
Sobre estas condições, mesmo conseguindo efetuar a compra, caso o bem esteja como garantia de dívida, o negócio poderá ser desfeito e a transferência anulada.
Verificação no cartório
O diretor do Irib ainda ressalta a importância de ir ao cartório e conferir o memorial de incorporação, o qual contém informações sobre a quem pertenceu e de quem é o bem. De acordo com ele, alguns imóveis podem ter registro imobiliário, mas a descrição contida nela não corresponde a repassada ao cliente. "Em todas as questões, o comprador pode recorrer a um advogado especializado em direito imobiliário para conhecer seus direitos", aconselha.
Bens rurais
Ele ainda alerta para os cuidados que devem ser tomados em relação à localidade da propriedade. No caso de o imóvel estar em área rural, uma prova de cadastro regular deve ser conferida junto ao Incra e comprovantes do pagamento do Imposto Territorial Rural dos últimos cinco anos, "sem o qual não dá para lavrar escritura".
PARA SINDUSCON
Burocracia colabora no surgimento de ilegaisResponsáveis diretas pela finalização dos imóveis postos a venda, as associadas do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Ceará (Sinduscon-CE) atribuem o aumento de imobiliárias ou construtoras que trabalham com condições ilegais à burocracia e ao grande número de documentos solicitados para o início das obras. Em média, o alvará inicial, requerido ao órgão de Meio Ambiente responsável, chega a demorar três anos em Fortaleza.
Enquanto isso, em outros estados, o mesmo documento leva apenas três meses para sair, de acordo com o vice-presidente do Sinduscon-CE, André Montenegro. Isso, segundo argumentou, contribui para o surgimento de empresas que burlam o sistema e passam a lançar seus empreendimentos sem as devidas licenças e documentos.
Consulta
Consequentemente, o preço do imóvel vendido por essas empresas passa a ser mais em conta. No entanto, como alertou Montenegro, o futuro do bem adquirido é comprometido.
"A gente aconselha que o comprador consulte as construtoras e corretores para que seja apresentado o documento de incorporação do imóvel, mostrando que é uma operação lícita", afirma. Além do alvará, documentos como o Habitse - solicitado às Secretarias Executivas Regionais - e no final, o de incorporação - pedido no cartório de registro -, compõem a lista necessária da operação de compra. (AOL)
Na maioria das vezes, a aquisição de um apartamento, casa ou mesmo terreno é a decisão mais audaciosa e carregada de responsabilidade das vidas dos compradores, sejam eles noivos, pais ou mesmo jovens recém saídos de casa. O fato é que a movimentação de quantias nessas negociações não podem ser feitas sem os devidos cuidados. A reportagem ouviu representantes do setor imobiliário para saber quais os principais cuidados que se deve ter no momento de realizar a compra da sua futura morada.
Para precaver-se de qualquer intempérie, solicitações dos documentos que certifiquem a legalidade da empresa, idas a cartórios e cartórios de registro são necessárias, na opinião de. O principal e mais recorrente problema, segundo análise do diretor do Instituto de Registro Imobiliário do Brasil (Irib), Sérgio Busso, é a compra de uma propriedade sem que o registro imobiliário seja conferido.
Venda comprometida
Algumas vezes, ao confiar na idoneidade de construtoras ou imobiliárias, o comprador compromete todo o seu futuro na nova casa, pois, ao cometer esta falha, ele estará impedido de vender o bem posteriormente. "Muitas vezes, salas ou apartamentos são anunciadas para lançamento sem que todo o processo seja concluído. Aí, depois de pagar entrada e lavrarem compromisso de compra, descobrem que não havia registro imobiliário", exemplifica Busso.
Situação "rara" na Capital
Sobre a incidência de casos semelhantes ao descrito pelo diretor do Irib em Fortaleza, o representante do Conselho Regional de Corretores e Imóveis do Ceará (Creci-CE) junto ao órgão federal, o Cofeci, Armando Cavalcante, diz não haver muitos. "De um modo geral, as nossas construtoras são muito corretas. Dificilmente, você vai encontrar um lançamento sem estar registrado", argumenta.
Fiscalização acentuada
Além da consciência da iniciativa privada, Cavalcante atribui ao clima de segurança a fiscalização acentuada tanto pelos órgãos do setor de construção civil como no Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura do Ceará (Crea-CE).
Pendências judiciaisNo entanto, ele aponta outros problemas que podem incidir sobre a aquisição de um imóvel: "Alguns prédios aqui em Fortaleza, não podem ter a escritura transferida porque os donos respondem por processos na Justiça", contou, exemplificando que as infrações correspondem a motivos diversos, incluindo, por exemplo, até invasões a terrenos da Marinha.
Sobre estas condições, mesmo conseguindo efetuar a compra, caso o bem esteja como garantia de dívida, o negócio poderá ser desfeito e a transferência anulada.
Verificação no cartório
O diretor do Irib ainda ressalta a importância de ir ao cartório e conferir o memorial de incorporação, o qual contém informações sobre a quem pertenceu e de quem é o bem. De acordo com ele, alguns imóveis podem ter registro imobiliário, mas a descrição contida nela não corresponde a repassada ao cliente. "Em todas as questões, o comprador pode recorrer a um advogado especializado em direito imobiliário para conhecer seus direitos", aconselha.
Bens rurais
Ele ainda alerta para os cuidados que devem ser tomados em relação à localidade da propriedade. No caso de o imóvel estar em área rural, uma prova de cadastro regular deve ser conferida junto ao Incra e comprovantes do pagamento do Imposto Territorial Rural dos últimos cinco anos, "sem o qual não dá para lavrar escritura".
PARA SINDUSCON
Burocracia colabora no surgimento de ilegaisResponsáveis diretas pela finalização dos imóveis postos a venda, as associadas do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Ceará (Sinduscon-CE) atribuem o aumento de imobiliárias ou construtoras que trabalham com condições ilegais à burocracia e ao grande número de documentos solicitados para o início das obras. Em média, o alvará inicial, requerido ao órgão de Meio Ambiente responsável, chega a demorar três anos em Fortaleza.
Enquanto isso, em outros estados, o mesmo documento leva apenas três meses para sair, de acordo com o vice-presidente do Sinduscon-CE, André Montenegro. Isso, segundo argumentou, contribui para o surgimento de empresas que burlam o sistema e passam a lançar seus empreendimentos sem as devidas licenças e documentos.
Consulta
Consequentemente, o preço do imóvel vendido por essas empresas passa a ser mais em conta. No entanto, como alertou Montenegro, o futuro do bem adquirido é comprometido.
"A gente aconselha que o comprador consulte as construtoras e corretores para que seja apresentado o documento de incorporação do imóvel, mostrando que é uma operação lícita", afirma. Além do alvará, documentos como o Habitse - solicitado às Secretarias Executivas Regionais - e no final, o de incorporação - pedido no cartório de registro -, compõem a lista necessária da operação de compra. (AOL)
Preços dos imóveis avançam 1,9% em setembro
O preço dos imóveis no país avançou, em média, 1,9% em setembro, frente ao mês anterior. O dado mostra aceleração em relação a agosto, quando a alta foi de 1,7%.
O levantamento, realizado em sete capitais pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) em pareceria com a Zap Imóveis, mostra que o preço dos imóveis avançou em média 29% nos últimos 12 meses.
No período, as maiores variações acumuladas ocorreram no Rio de Janeiro (41%) e no Recife (30%).
Em São Paulo, os preços anunciados subiram em média 21% em 2011, sendo que desde janeiro de 2008, a alta foi de 113%. A região do Ibirapuera e Vila Nova Conceição, na Zona Sul da cidade, é de líder no preço por metro quadrado, com R$ 8.837.
No Rio de Janeiro, o Leblon, onde o metro quadrado custa por R$ 16.347, lidera a lista dos maiores preços. Já a região de Anchieta apresentou novamente o menor valor, a R$ 1.058 por metro quadrado.
Fonte: Brasil Economico
Ações de incorporadoras ensaiam recuperação na bolsa
Dados da PDG referentes ao terceiro trimestre têm boa recepção no mercado; analista recomenda atenção ao caixa das empresas.
As ações do setor imobiliário atravessaram a terça-feira (4/10) em terreno azul, se destacando na ponta positiva do Ibovespa, o principal índice de ações da bolsa brasileira.
O salto nos preços dos papéis de incorporadoras e construtoras veio um dia depois da PDG Realty exibir seus números de lançamentos e vendas no terceiro trimestre.
Se no caso da PDG o desempenho mais robusto não surpreendeu tanto, ao menos serviu como um alento sobre o que esperar dos resultados de suas concorrentes.
"A performance da PDG tem sido consistente ao longo do ano e, portanto, acreditamos que os dados do terceiro trimestre revelam a capacidade da empresa de sustentar um ritmo forte de crescimento", dizem os analistas do Santander, Flavio Queiroz, Fabiola Gama e Gonzalo Fernándes, em relatório.
A PDG alcançou um volume de lançamentos de R$ 2,654 bilhões em Valor Geral de Vendas (VGV) durante o terceiro trimestre. As vendas contratadas da empresa totalizaram R$ 1,913 bilhão, ficando 3,3% maior do que no ano passado.
As ações da PDG fecharam em alta de 4,09% (para R$ 6,10). Os papéis de Rossi Residencial, MRV e Gafisa subiram 7,42% (para R$ 8,98), 6,26% (R$ 9,67) e 4,54% (R$ 5,30), respectivamente.
O ano não sido favorável para os papéis de incorporadoras de imóveis na Bovespa, que se situam com ênfase dentre as principais desvalorizações acumuladas em 2011.
Não bastasse a crise financeira, razão pela qual poucos setores escapam, as medidas do governo para conter o consumo e a escalada nos juros no começo do ano abateram fortemente as componentes da área de imóveis na bolsa.
Para o analista Marcello Milman, do departamento de análise do BTG Pactual, o investidor deve ficar atento ao fluxo de caixa das incorporadoras nesta temporada de balanços.
"Tendo queimado cerca de R$ 500 milhões do caixa no último trimestre, uma evolução tímida no terceiro trimestre pode evitar uma retomada mais significativa nas ações da PDG", alerta Milman em relatório.
Longo prazo
Luiz Mauricio Garcia, Carlos Firetti e Alain Nicolau, membros da equipe da Bradesco Corretora, pedem atenção aos fundamentos de longo prazo da indústria imobiliária no Brasil.
"Vemos as empresas do setor se beneficiando de impulsos poderosos que devem continuar a prevalecer no Brasil, como taxa baixa de desemprego e uma demanda elevada de uma vasta população jovem", destacam os analistas em relatório.
Diante das fortes perdas do setor na bolsa, a sugestão agora é escolher o caso mais atrativo de retomada.
As ações preferidas da equipe da Bradesco Corretora são: Cyrela, Brookfield, Gafisa, Helbor, Rossi e PDG
terça-feira, 4 de outubro de 2011
Associação pede o aumento do teto do FGTS para compra da casa própria
Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança) encaminhou para o Banco Central uma proposta de ampliação do teto do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) para a compra da casa própria.
Em nota, a Associação afirmou que o FGTS tem papel fundamental no financiamento imobiliário, pois pode ser usado na entrada e ao longo do financiamento, possibilitando que o trabalhador quite antecipadamente sua dívida com o agente financeiro.
Embora não divulgue qual valor está em negociação, a associação aguarda posicionamento do Banco Central, que ainda não está previsto.
Financiamento
Atualmente, o dinheiro do FGTS só pode ser usado para a compra de imóveis de até R$ 500 mil. Até o início de março de 2009, esse valor era de R$ 350 mil.
Só no primeiro semestre deste ano, foram sacados R$ 27,92 bilhões do FGTS, sendo que, deste total, 13,1% ou R$ 3,67 bilhões foram destinados à compra da casa própria.
Fonte: Infomoney
Em nota, a Associação afirmou que o FGTS tem papel fundamental no financiamento imobiliário, pois pode ser usado na entrada e ao longo do financiamento, possibilitando que o trabalhador quite antecipadamente sua dívida com o agente financeiro.
Embora não divulgue qual valor está em negociação, a associação aguarda posicionamento do Banco Central, que ainda não está previsto.
Financiamento
Atualmente, o dinheiro do FGTS só pode ser usado para a compra de imóveis de até R$ 500 mil. Até o início de março de 2009, esse valor era de R$ 350 mil.
Só no primeiro semestre deste ano, foram sacados R$ 27,92 bilhões do FGTS, sendo que, deste total, 13,1% ou R$ 3,67 bilhões foram destinados à compra da casa própria.
Fonte: Infomoney
Pensando em um financiamento imobiliário? Veja 10 dicas para evitar prejuízos
Dados do Banco Central mostram que o avanço do financiamento imobiliário
vem impulsionando o crescimento das operações de crédito no Brasil.
Para se ter uma ideia, em 12 meses terminados em junho, o financiamento
de imóveis acumulou alta de 50%. Tanto crescimento só comprova o fato de
que, para muitos brasileiros, o sonho da casa própria tem de passar
pelo crédito.
No entanto, como geralmente se trata de uma dívida de longo prazo, que compromete o orçamento do comprador e o de sua família por 20 ou até 30 anos, o financiamentoimobiliário deve ser contratado com muito cuidado.
Para ajudar o futuro comprador que opta por financiar o imóvel, o presidente da Amspa (Associação dos Mutuário de São Paulo e Adjacências), Marco Aurélio Luz, dá as orientações abaixo:
1. Antes de tudo, a pessoa deve fazer uma compra consciente do imóvel, verificando fatores como a infraestrutura do local onde pretende morar – como transportes, presença de supermercados e outros estabelecimentos comerciais e escolas – e se a região está se valorizando ou não.
2. O segundo passo, observa o especialista, é fazer um levantamento completo da construtora e da incorporadora, verificar se o empreendimento está devidamente registrado no cartório de imóveis, se o memorial descritivo também está registrado no cartório e se não há processos ou problemas que venham a desabonar não só o CNPJ dessa construtora, como seus representantes. Também é preciso pedir uma minuta do contrato e, de preferência, levá-la para análise de um advogado especialista do ramo imobiliário.
3. Ainda em relação ao contrato, quando se trata de imóvel na planta, é importante que conste uma multa contratual, no caso de a construtora atrasar a obra, de valor equivalente ao que o mutuário pagaria, caso fique inadimplente com alguma prestação do financiamento. Esta multa geralmente é de 1% a 2% do valor da prestação. “Tem de ser uma multa equilibrada para ambas as partes”, diz o presidente da Amspa, lembrando ainda que a data de entrega do imóvel pronto deve estar bem clara no contrato.
4. Na hora de optar por um plano para liquidar a dívida do financiamento, o comprador deve dar preferência ao sistema SAC (sistema de amortização crescente), que, segundo Marco Aurélio Luz, gera menor saldo de amortização do que a tabela Price.
Vale lembrar que, no SAC, as parcelas variam de valor, sendo mais caras no início e mais baratas no final do financiamento. Apesar de as parcelas mensais serem diferentes, a quitação do valor principal do empréstimo é sempre a mesma, variando apenas a quantidade de juros que se paga. Na tabela Price, por sua vez, o comprador paga sempre o mesmo valor das prestações, do início ao fim do financiamento. Só que o saldo devedor é amortizado de maneira mais lenta, porque a prestação é composta mais por juros do que por amortização.
5. No caso de imóvel na planta, o presidente da Amspa aconselha o comprador a verificar que esteja bem claro no contrato o índice de correção das parcelas. Durante as obras, explica ele, as prestações devem ser corrigidas pelo INCC (Índice Nacional da Construção Civil) e não podem ser cobrados juros. Depois das entrega das chaves, pode-se cobrar juros de 12% ao ano mais correção.
6. Cuidado para a dívida não comprometer demais o orçamento. Neste ponto, Luz recomenda que, primeiro, a pessoa coloque em uma planilha todas as suas despesas principais e só do que sobrar tire 30% para destinar ao pagamento da dívida do financiamento. “Para ficar mais tranquilo ainda, seria muito interessante se o comprador conseguisse pagar a prestação e fazer uma reserva para investir e lá na frente conseguir quitar o imóvel antecipadamente e ter um desconto ou amortizar o saldo devedor para pagar menos juros, porque o prazo de pagamento diminuindo ele paga menos juros”, diz ele.
7. No caso de um imóvel já pronto, o presidente da Amspa diz que, se possível, o comprador ofereça pelo menos 40% de entrada. “No caso do imóvel comprado na planta, aconselho o pagamento parcelado durante o período de obras e não mais do que 30%, porque, se ocorrer algum problema lá na frente, o comprador pode perder tudo o que pagou. Se a construtora for à falência ou se houver algum problema na obra, o comprador pode até receber o dinheiro de volta, mas pode ser um processo muito demorado”, explica.
8. O comprador deve reservar dinheiro para os custos extras, que vão além das prestações do financiamento, como as despesas com cartório, por exemplo, que giram de 2% a 3% do valor do imóvel, que são as despesas com escritura e também com registro.
9. Caso opte pelo financiamento bancário, é importante que o comprador faça uma pesquisa das taxas de juros. “O comprador não deve deixar se seduzir por aquele banco que está financiando a obra junto com a construtora. A pessoa não é obrigada a aceitar este banco, se não, é venda casada, que vai contra o Código de Defesa do Consumidor”, explica Luz, que recomenda que se converse primeiramente com o gerente do banco no qual o comprador é correntista ou já tem alguma aplicação, já que, dependendo do relacionamento com a instituição, ele pode conseguir condições melhores. “Mas essa conversa tem de ser feita com certa antecedência. Não adianta chegar no gerente e falar “estou precisando de um financiamento para ontem”, porque ele pode jogar a taxa de juros lá em cima”, afirma ele.
Outro ponto importante a se observar, explica Luz, é que o banco financiador pode até oferecer uma taxa de juros mais baixa, mas cobra uma taxa de administração mais alta, para compensar.
10. Por fim, o presidente da Amspa lembra que o comprador pode (e deve) acompanhar a evolução do financiamento por meio de boletos mensais, que, por sua vez, devem conter: prestação de amortização, seguros obrigatórios, taxa de administração, saldo devedor, número da prestação que está sendo paga e prazo do financiamento.
Fonte: Infomoney
No entanto, como geralmente se trata de uma dívida de longo prazo, que compromete o orçamento do comprador e o de sua família por 20 ou até 30 anos, o financiamentoimobiliário deve ser contratado com muito cuidado.
Para ajudar o futuro comprador que opta por financiar o imóvel, o presidente da Amspa (Associação dos Mutuário de São Paulo e Adjacências), Marco Aurélio Luz, dá as orientações abaixo:
1. Antes de tudo, a pessoa deve fazer uma compra consciente do imóvel, verificando fatores como a infraestrutura do local onde pretende morar – como transportes, presença de supermercados e outros estabelecimentos comerciais e escolas – e se a região está se valorizando ou não.
2. O segundo passo, observa o especialista, é fazer um levantamento completo da construtora e da incorporadora, verificar se o empreendimento está devidamente registrado no cartório de imóveis, se o memorial descritivo também está registrado no cartório e se não há processos ou problemas que venham a desabonar não só o CNPJ dessa construtora, como seus representantes. Também é preciso pedir uma minuta do contrato e, de preferência, levá-la para análise de um advogado especialista do ramo imobiliário.
3. Ainda em relação ao contrato, quando se trata de imóvel na planta, é importante que conste uma multa contratual, no caso de a construtora atrasar a obra, de valor equivalente ao que o mutuário pagaria, caso fique inadimplente com alguma prestação do financiamento. Esta multa geralmente é de 1% a 2% do valor da prestação. “Tem de ser uma multa equilibrada para ambas as partes”, diz o presidente da Amspa, lembrando ainda que a data de entrega do imóvel pronto deve estar bem clara no contrato.
4. Na hora de optar por um plano para liquidar a dívida do financiamento, o comprador deve dar preferência ao sistema SAC (sistema de amortização crescente), que, segundo Marco Aurélio Luz, gera menor saldo de amortização do que a tabela Price.
Vale lembrar que, no SAC, as parcelas variam de valor, sendo mais caras no início e mais baratas no final do financiamento. Apesar de as parcelas mensais serem diferentes, a quitação do valor principal do empréstimo é sempre a mesma, variando apenas a quantidade de juros que se paga. Na tabela Price, por sua vez, o comprador paga sempre o mesmo valor das prestações, do início ao fim do financiamento. Só que o saldo devedor é amortizado de maneira mais lenta, porque a prestação é composta mais por juros do que por amortização.
5. No caso de imóvel na planta, o presidente da Amspa aconselha o comprador a verificar que esteja bem claro no contrato o índice de correção das parcelas. Durante as obras, explica ele, as prestações devem ser corrigidas pelo INCC (Índice Nacional da Construção Civil) e não podem ser cobrados juros. Depois das entrega das chaves, pode-se cobrar juros de 12% ao ano mais correção.
6. Cuidado para a dívida não comprometer demais o orçamento. Neste ponto, Luz recomenda que, primeiro, a pessoa coloque em uma planilha todas as suas despesas principais e só do que sobrar tire 30% para destinar ao pagamento da dívida do financiamento. “Para ficar mais tranquilo ainda, seria muito interessante se o comprador conseguisse pagar a prestação e fazer uma reserva para investir e lá na frente conseguir quitar o imóvel antecipadamente e ter um desconto ou amortizar o saldo devedor para pagar menos juros, porque o prazo de pagamento diminuindo ele paga menos juros”, diz ele.
7. No caso de um imóvel já pronto, o presidente da Amspa diz que, se possível, o comprador ofereça pelo menos 40% de entrada. “No caso do imóvel comprado na planta, aconselho o pagamento parcelado durante o período de obras e não mais do que 30%, porque, se ocorrer algum problema lá na frente, o comprador pode perder tudo o que pagou. Se a construtora for à falência ou se houver algum problema na obra, o comprador pode até receber o dinheiro de volta, mas pode ser um processo muito demorado”, explica.
8. O comprador deve reservar dinheiro para os custos extras, que vão além das prestações do financiamento, como as despesas com cartório, por exemplo, que giram de 2% a 3% do valor do imóvel, que são as despesas com escritura e também com registro.
9. Caso opte pelo financiamento bancário, é importante que o comprador faça uma pesquisa das taxas de juros. “O comprador não deve deixar se seduzir por aquele banco que está financiando a obra junto com a construtora. A pessoa não é obrigada a aceitar este banco, se não, é venda casada, que vai contra o Código de Defesa do Consumidor”, explica Luz, que recomenda que se converse primeiramente com o gerente do banco no qual o comprador é correntista ou já tem alguma aplicação, já que, dependendo do relacionamento com a instituição, ele pode conseguir condições melhores. “Mas essa conversa tem de ser feita com certa antecedência. Não adianta chegar no gerente e falar “estou precisando de um financiamento para ontem”, porque ele pode jogar a taxa de juros lá em cima”, afirma ele.
Outro ponto importante a se observar, explica Luz, é que o banco financiador pode até oferecer uma taxa de juros mais baixa, mas cobra uma taxa de administração mais alta, para compensar.
10. Por fim, o presidente da Amspa lembra que o comprador pode (e deve) acompanhar a evolução do financiamento por meio de boletos mensais, que, por sua vez, devem conter: prestação de amortização, seguros obrigatórios, taxa de administração, saldo devedor, número da prestação que está sendo paga e prazo do financiamento.
Fonte: Infomoney
Com IGP-M em 7,46%, saiba calcular o reajuste do seu aluguel
O índice que baliza o reajuste do valor do aluguel
residencial registrou, entre outubro de 2010 e setembro de 2011,
variação acumulada de 7,46%. Logo, esse deve ser o reajuste dos aluguéis
com aniversário em outubro, reforça o Secovi-SP (Sindicato da
Habitação).
Levando em conta somente o mês de setembro, a inflação medida pelo IGP-M (Índice Geral do Mercado), da FGV (Fundação Getúlio Vargas), oscilou em 0,65%.
Cálculo
Aplicado o reajuste do IGP-M, um imóvel alugado por R$ 1.200 até setembro passa a custar R$ 1.289,52 a partir de outubro, pelos próximos 11 meses.
Uma forma simples de realizar o cálculo é a utilização do fator de reajuste, que, multiplicado pelo valor de locação vigente até setembro, indicará o valor do novo aluguel a ser pago efetivamente em outubro.
O Sindicato divulga um fator de multiplicação direta que corrige o valor do aluguel sem necessidade de cálculos de porcentagem. O fator para contratos com aniversário em outubro e pagamento ao final deste mesmo mês ou no início de novembro é de 1,0746.
Confira abaixo os fatores de reajustes de aluguel deste ano:
Fonte: Infomoney
Levando em conta somente o mês de setembro, a inflação medida pelo IGP-M (Índice Geral do Mercado), da FGV (Fundação Getúlio Vargas), oscilou em 0,65%.
Cálculo
Aplicado o reajuste do IGP-M, um imóvel alugado por R$ 1.200 até setembro passa a custar R$ 1.289,52 a partir de outubro, pelos próximos 11 meses.
Uma forma simples de realizar o cálculo é a utilização do fator de reajuste, que, multiplicado pelo valor de locação vigente até setembro, indicará o valor do novo aluguel a ser pago efetivamente em outubro.
O Sindicato divulga um fator de multiplicação direta que corrige o valor do aluguel sem necessidade de cálculos de porcentagem. O fator para contratos com aniversário em outubro e pagamento ao final deste mesmo mês ou no início de novembro é de 1,0746.
Confira abaixo os fatores de reajustes de aluguel deste ano:
| Contratos com aniversário em | Pagamento em | Reajuste | ||||||||||||||||||||||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Dezembro de 2010 | Janeiro de 2011 | 1,1027 | ||||||||||||||||||||||||
| Janeiro de 2011 | Fevereiro de 2011 | 1,1132 | ||||||||||||||||||||||||
| Fevereiro de 2011 | Março de 2011 | 1,1150 | ||||||||||||||||||||||||
| Março de 2011 | Abril de 2011 | 1,1130 | ||||||||||||||||||||||||
| Abril de 2011 | Maio de 2011 | 1,1095 | ||||||||||||||||||||||||
| Maio de 2011 | Junho de 2011 | 1,1060 | ||||||||||||||||||||||||
| Junho de 2011 | Julho de 2011 | 1,0977 | ||||||||||||||||||||||||
| Julho de 2011 | Agosto de 2011 | 1,0865 | ||||||||||||||||||||||||
| Agosto de 2011 | Setembro de 2011 | 1,0836 | ||||||||||||||||||||||||
| Setembro de 2011 | Outubro de 2011 | 1,0800 | ||||||||||||||||||||||||
| Outubro de 2011 | Novembro de 2011 | 1,0746 | ||||||||||||||||||||||||
domingo, 2 de outubro de 2011
Custo da construção cai para 0,14% em setembro, diz FGV
A variação é 0,02 ponto percentual menor do que a registrada em agosto, quando ficou em 0,16%. Nos últimos 12 meses, o INCC-M, que é calculado com base nos preços coletados entre os dias 21 do mês anterior e 20 do mês atual, tem variação acumulada de 7,64%, e no acumulado do ano a taxa é de 6,46%.
GruposO grupo Materiais, Equipamentos e Serviços registrou variação de 0,27% este mês, resultado levemente superior ao apurado em agosto, de 0,25%. Três dos quatro subgrupos de Materiais e Equipamentos apresentaram acréscimos em suas taxas de variação. No caso do subgrupo materiais para estrutura, a taxa foi de 0,21%; em materiais para instalação houve queda de 0,19%; em materiais para acabamento houve alta de 0,55%; e em equipamentos para transporte de pessoas a taxa foi de 0,21%.
No que diz respeito ao grupo Mão de Obra, a variação foi de 0,01% este mês, menor frente à taxa de 0,06% verificada no oitavo mês do ano. Já Serviços ficou em 0,42%, contra 0,50% registrado no mês anterior.
InfluênciasNo geral, as maiores influências positivas para o resultado apurado no mês de setembro foram as seguintes:projetos (de 1,30% para 0,71%), refeição pronta no local de trabalho (de 0,13% para 1%), tinta a base de PVA (de 0,04% para 1,81%), tijolo/telha cerâmica (de 0,56% para 0,43%) e elevador (de 0,27% para 0,21%).
Por outro lado, as maiores influências negativas foram dos condutores elétricos (de 1,66% para -1,44%), compensados (de 0,10% para -0,19%), carreto para retirada de entulho (de 0,82% para -0,36%), ladrilhos e placas para pisos (de -0,01% para -0,32%) e eletrodutos de PVC (de -0,15% para -0,09%).
CapitaisConsiderando as sete capitais estudadas pela FGV neste mês, duas apresentaram aceleração, conforme mostra tabela a seguir:
| Cidade | Agosto de 2011 (%) | Setembro de 2011 (%) |
| Salvador | 0,02 | 0,15 |
| Brasília | 0,21 | 0,10 |
| Belo Horizonte | 0,21 | 0,25 |
| Recife | 0,20 | 0,31 |
| Rio de Janeiro | 0,13 | 0,04 |
| Porto Alegre | 0,23 | 0,10 |
| São Paulo | 0,14 | 0,13 |
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