Os bancos querem aumentar de R$ 500 mil para R$750 mil o limite para
compra da casa própria utilizando o FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de
Serviço). A solicitação foi enviada ao Conselho Curador do FGTS pela
Abecip (Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e
Poupança). Para o diretor da construtora Santa Cecília, Márcio Iorio, o
aumento no valor é positivo e vai permitir que a classe média possa
comprar o imóvel: “Atualmente, o custo da construção e o valor
dos imóveis subiram muito, por isso é necessário um ajuste”, explica,
descartando formação de bolha imobiliária.
Já a ONG Instituto FGTS Fácil considera a proposta abusiva, por
apresentar reajuste muito maior que a inflação acumulada no período. “A
inflação de março de 2009 até agora está em torno de 14,5%, e em dois
anos o teto subiria 50%. O reajuste deveria ser feito anualmente, com
base na inflação”, ressalta Mário Avelino, presidente da ONG.
Fonte: O Dia Online
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sexta-feira, 21 de outubro de 2011
quinta-feira, 6 de outubro de 2011
Caixa afasta risco de bolha imobiliária
Até agosto, a alta na concessão de crédito imobiliário foi de 26% no ano em relação ao mesmo período do ano passado. O volume de financiamento no segmento deve chegar a R$ 90 bilhões neste ano, contra pouco mais de R$ 76 bilhões do ano passado. A alta esperada de 18% é menor do que nos anos anteriores, numa desaceleração programada pelo banco. "Não dava para sair de R$ 5 bilhões em 2003 (de volume financiado) para quase R$ 77 bilhões em 2010 e continuar neste ritmo", disse. "Estamos numa batida esperada e vamos continuar nesta batida".
No Programa Minha Casa, Minha Vida, o presidente da Caixa disse que uma portaria assinada ontem no Executivo permitirá a aceleração do programa na faixa de 3 a 10 salários mínimos. "O (programa até 3 salários) está deslanchando agora, um pouco depois do que imaginávamos. Já o de 3 a 10 (salários) está num ritmo melhor do que o esperado", disse.
quarta-feira, 5 de outubro de 2011
FGTS poderá ser usado nas prestações atrasadas
A Comissão de Assuntos Sociais analisa o projeto de lei 158/11, do senador Eunício Oliveira (PMDB-CE), que dá o direito ao trabalhador de usar o recurso do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) para quitar prestações da casa própria em atraso. De acordo com a Agência Senado, a proposta já tem a aprovação do relator, o senador Cyro Miranda (PSDB-GO).
Para inibir o risco de inadimplência frequente, o relator da proposta, decidiu estabelecer que somente poderão ser feitos dois saques do FGTS para pagamento de prestações vencidas.
Para sacar o benefício, o trabalhador terá que comprovar ter sofrido perda de renda que o impediu de pagar em dia o financiamento da casa própria.
Saques realizados no primeiro semestre
Só no primeiro semestre do ano foram sacados R$ 27,92 bilhões do FGTS, o que totaliza 16,7 bilhões de saques, de acordo com dados da Caixa Econômica Federal, divulgados pela Agência Brasil.
A maior parte dos saques - cerca de 60% ou R$ 17,39 bilhões - foi destinada para trabalhadores demitidos sem justa causa. Os saques por aposentadoria representam 14% ou cerca de R$ 3,91 bilhões.
Em seguida, aparecem os saques para compra da casa própria, com 13,1% ( R$ 3,67 bilhões), e 10,6% foram sacados para tratamento de saúde (casos de doenças graves) e casos de calamidade pública (R$ 2,95 bilhões).
Fonte: InfoMoney
Consórcio imobiliário é ideal para quem não tem pressa
Consórcio imobiliário acaba sendo mais atraente que o financiamento (Foto: Divulgação)
Para as pessoas que estão planejando comprar um imóvel e não tem a necessidade imediata de adquirir o bem, o consórcio é um ótimo negócio. O produto acaba sendo mais atrativo que o financiamento habitacional, porque nele não há cobrança de juros e apenas uma taxa de administração – que varia entre 1% e 1,5% do valor do imóvel definido pelo consorciado – é cobrada ao ano.
Além disso, não tem segredo participar de um consórcio imobiliário, é exatamente como o de veículo. Basta definir um valor que deseja receber de acordo com o tipo de imóvel que tem em vista e aderir a um grupo. Por norma genérica, as administradoras obtêm o número de consorciados por turma multiplicando por dois o número de meses previstos, que pode variar de 80 a 240 meses. Ou seja, se o prazo do consórcio for de 180 meses (15 anos), o número mínimo de cotistas será de 360.
Ulitização do FGTS – Quem tem um consórcio imobiliário pode usar os recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para liquidar ou complementar a carta de crédito e para composição de lance. A medida foi aprovada pelo Conselho Curador do FGTS no final de 2009 e regulamentada pela Caixa Econômica Federal (CEF) em março deste ano.
Os consorciados que quiserem aproveitar o benefício devem seguir as mesmas regras de uso do FGTS que são válidas para quem está comprando via financiamento imobiliário. Além de o saldo só poder ser usado por trabalhadores com mínimo de três anos de contribuição, o mutuário não pode ter outro imóvel adquirido com recursos do fundo no mesmo município. O consorciado deve respeitar ainda o limite de R$ 500 mil para a compra do imóvel e não ter mais de três parcelas em atraso.
Lance ou sorte – Até o fim do prazo do consórcio imobiliário, a pessoa física ou jurídica que visa adquirir um imóvel tem duas formas de conseguir esse bem: por sorteio ou dando um lance. Os palpites são as formas mais efetivas de não precisar contar com a sorte para adiantar a data de ter em mãos o bem comprado. Isto é, quanto maior o lance, maior a chance de ser contemplado pela administradora de consórcios.
Quando o cliente é contemplado, ele recebe carta de crédito que tem o mesmo poder de uma compra à vista. Além disso, há diversas opções para o consorciado acelerar o negócio, como, por exemplo, dar um imóvel menor na troca do maior.
Cuidados – Antes de fechar negócio, o interessado deve observar se o consórcio está registrado no Banco Central (BC), que regulamenta os consórcios imobiliários, e também ler todas as cláusulas contratuais. Os especialistas aconselham que o consorciado participe de todas as assembleias e tire possíveis dúvidas com a adminsitradora.
O consumidor também deve analisar sempre os contratos e as taxas de administração praticadas para não cair no engano de desistir e, na hora de pegar o dinheiro de volta, a empresa devolver menos.
Fonte: ZAP
terça-feira, 4 de outubro de 2011
Associação pede o aumento do teto do FGTS para compra da casa própria
Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança) encaminhou para o Banco Central uma proposta de ampliação do teto do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) para a compra da casa própria.
Em nota, a Associação afirmou que o FGTS tem papel fundamental no financiamento imobiliário, pois pode ser usado na entrada e ao longo do financiamento, possibilitando que o trabalhador quite antecipadamente sua dívida com o agente financeiro.
Embora não divulgue qual valor está em negociação, a associação aguarda posicionamento do Banco Central, que ainda não está previsto.
Financiamento
Atualmente, o dinheiro do FGTS só pode ser usado para a compra de imóveis de até R$ 500 mil. Até o início de março de 2009, esse valor era de R$ 350 mil.
Só no primeiro semestre deste ano, foram sacados R$ 27,92 bilhões do FGTS, sendo que, deste total, 13,1% ou R$ 3,67 bilhões foram destinados à compra da casa própria.
Fonte: Infomoney
Em nota, a Associação afirmou que o FGTS tem papel fundamental no financiamento imobiliário, pois pode ser usado na entrada e ao longo do financiamento, possibilitando que o trabalhador quite antecipadamente sua dívida com o agente financeiro.
Embora não divulgue qual valor está em negociação, a associação aguarda posicionamento do Banco Central, que ainda não está previsto.
Financiamento
Atualmente, o dinheiro do FGTS só pode ser usado para a compra de imóveis de até R$ 500 mil. Até o início de março de 2009, esse valor era de R$ 350 mil.
Só no primeiro semestre deste ano, foram sacados R$ 27,92 bilhões do FGTS, sendo que, deste total, 13,1% ou R$ 3,67 bilhões foram destinados à compra da casa própria.
Fonte: Infomoney
domingo, 2 de outubro de 2011
Vendas da indústria de material construção avançam 6,79%
O faturamento resultante da venda de materiais de construção no mercado interno em agosto cresceu 6,79%, em relação a julho deste ano, segundo dados divulgados nesta quarta-feira (21) pela Abramat (Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção). Já na comparação com o mesmo período de 2010, o crescimento nas vendas foi de 6,07%.
No acumulado do ano, a expansão foi de 1,57%. Já na avaliação dos últimos 12 meses, o crescimento observado foi de 2,38%, em relação a setembro de 2009 e agosto de 2010.
De acordo com a entidade, os resultados apresentados encontram-se abaixo das perspectivas do setor, por conta das reações do mercado às medidas de contenção da inflação e do aumento das importações. “Esses resultados estão relacionados principalmente com o crescente aumento das importações de materiais de construção e com o menor ritmo de crescimento da economia como um todo”, informa o presidente da Abramat, Melvyn Fox.
Materiais de base e acabamento
O faturamento deflacionado com as vendas de materiais básicos avançou 6,49%, em relação a julho deste ano. Na comparação com agosto de 2010, o aumento registrado foi de 3,76%.
No acumulado do ano, houve retração de 1,97%, em comparação ao mesmo período do ano anterior.
Em relação aos materiais de acabamento, o levantamento apontou expansão de 10,35% em relação a agosto do ano anterior, de 7,31%, ante julho, e de 8,67% no acumulado dos oito primeiros meses do ano. Nos últimos 12 meses, de setembro de 2009 a agosto de 2010, a alta foi de 10,55%.
Nível de emprego
Em relação ao nível de emprego na indústria de materiais de construção, o levantamento mostra avanço de 5,58% em relação a agosto do ano passado, e de 0,56%, na comparação com julho deste ano.
Expectativa para os próximos meses
Para os próximos meses, as expectativas da Abramat se mantêm positivas, após três meses de variações negativas. De acordo com a entidade, a continuidade de desoneração do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) dos materiais até 2012, a disponibilidade de crédito e o elevado nível de emprego no mercado favorecem a retomada do setor.
Fonte: InfoMoney
No acumulado do ano, a expansão foi de 1,57%. Já na avaliação dos últimos 12 meses, o crescimento observado foi de 2,38%, em relação a setembro de 2009 e agosto de 2010.
De acordo com a entidade, os resultados apresentados encontram-se abaixo das perspectivas do setor, por conta das reações do mercado às medidas de contenção da inflação e do aumento das importações. “Esses resultados estão relacionados principalmente com o crescente aumento das importações de materiais de construção e com o menor ritmo de crescimento da economia como um todo”, informa o presidente da Abramat, Melvyn Fox.
Materiais de base e acabamento
O faturamento deflacionado com as vendas de materiais básicos avançou 6,49%, em relação a julho deste ano. Na comparação com agosto de 2010, o aumento registrado foi de 3,76%.
No acumulado do ano, houve retração de 1,97%, em comparação ao mesmo período do ano anterior.
Em relação aos materiais de acabamento, o levantamento apontou expansão de 10,35% em relação a agosto do ano anterior, de 7,31%, ante julho, e de 8,67% no acumulado dos oito primeiros meses do ano. Nos últimos 12 meses, de setembro de 2009 a agosto de 2010, a alta foi de 10,55%.
Nível de emprego
Em relação ao nível de emprego na indústria de materiais de construção, o levantamento mostra avanço de 5,58% em relação a agosto do ano passado, e de 0,56%, na comparação com julho deste ano.
Expectativa para os próximos meses
Para os próximos meses, as expectativas da Abramat se mantêm positivas, após três meses de variações negativas. De acordo com a entidade, a continuidade de desoneração do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) dos materiais até 2012, a disponibilidade de crédito e o elevado nível de emprego no mercado favorecem a retomada do setor.
Fonte: InfoMoney
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sexta-feira, 30 de setembro de 2011
CONTRATAÇÃO DE CASAS PARA BAIXA RENDA SE MANTÉM FRACA
O "Minha Casa, Minha Vida" voltou a assinar contratos de moradia para famílias com renda de até R$ 1,6 mil em agosto, após sete meses de paralisia por causa da revisão das regras para a segunda fase do programa, mas o número ainda é muito baixo. Foram contratadas pela Caixa Econômica Federal 18.782 unidades até o dia 19 de setembro para essa faixa de renda, 1,5% da meta de 1,2 milhões até 2014. "É pouco ainda, mas a gente só acabou a regulamentação do programa em julho e tivemos dois meses de contratação", diz a secretária de Habitação do Ministério das Cidades, Inês Magalhães.
As demais faixas de renda (de R$ 1,6 mil a R$ 3,1 mil e R$ 3,1 mil a R$ 5 mil) têm resultados melhores, com 31% e 27,5% da respectiva meta alcançados até o dia 19 de setembro. Nesses grupos, as contratações não foram interrompidas
Nesse período foram contratadas 260.805 habitações nas três faixas de renda - 13% da execução esperada até 2014, que é de 2 milhões de casas. O ritmo em 2011 representa uma desaceleração em relação ao ano passado, quando foram assinados 661 mil contratos no ano todo. As autoridades federais, porém, afirmam que esse desempenho mais lento era esperado por causa da mudança de governo e do início de uma nova fase do programa, com novas regras e dúvidas a serem sanadas.
"O programa só terá uma retomada expressiva no ano que vem. Não temos uma meta para o ano. O esforço será para chegar a 2 milhões de unidades contratadas até 2014", diz Teotônio Resende, diretor de Habitação da Caixa Econômica Federal. Para ele, as mudanças significaram um relançamento do programa, por isso a desaceleração nas contratações. O volume de unidades contratadas até setembro da segunda fase do programa está próximo do desempenho do início da primeira fase, que foi de 275.528 contratos assinados de abril a dezembro.
O destaque da retomada das contratações na faixa mais baixa de renda foi a cidade de Manaus (AM), com a assinatura, em agosto, de um contrato para a construção de 5,3 mil casas pela construtora Direcional em parceria com o governo do Estado do Amazonas.
A empresa adaptou seu projeto de casas às novas regras do programa habitacional, colocando piso em toda a habitação e azulejo no banheiro e na cozinha até 1,5 metro de altura. "O produto final será de melhor qualidade, e tivemos um reajuste do preço-teto das casas para realizar essas melhorias", diz Ricardo Ribeiro, diretor-comercial da Direcional.
Para os projetos que já estavam em análise na Caixa antes da regulamentação do Minha Casa, Minha Vida 2, o governo criou uma fase de transição no programa que exige algumas adaptações dos empreendimentos - como aumento da área com piso e azulejo - para contratação até dezembro, com um reajuste do preço-teto menor do que o que foi dado para as novas plantas. "Temos um volume grande de projetos que não foram contratados no ano passado, e não queríamos perdê-los", diz a secretária de Habitação federal.
O reajuste dado aos chamados "projetos transitórios" está sendo reavaliado pelo Ministério das Cidades até o fim desta semana devido a reclamação de investidores de que ele não é suficiente para cobrir o aumento de custos causado pelas adaptações.
Para os novos projetos, a Direcional está aumentando em 10% a área das casas para atender a nova exigência de acessibilidade feita pelo governo federal. A obrigatoriedade do uso de energia solar para aquecimento de água é outra novidade na segunda fase do programa. Segundo o executivo, o reajuste dado para a segunda fase do programa não é o suficiente para cobrir os gastos em todos os lugares, por isso a empresa tem sido bastante seletiva na escolha das cidades e dos terrenos.
Outros Estados que contrataram volume expressivo de moradias para mais baixa renda nos últimos dois meses foram Pará, Rio Grande do Sul e São Paulo. Nove Estados, porém, continuam sem contratar nenhuma unidade este ano. Para Resende, da Caixa, o programa tem dificuldades para se desenvolver em locais onde não há integração de esforços entre União, Estado, município e setor privado. "Onde essa sinergia não aconteceu, o programa não teve êxito", diz. O Amapá continua sendo o Estado que menos contratou, com cinco moradias aprovadas na Caixa desde janeiro.
Maria Henriqueta Alves, consultora técnica da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), diz que o preço inadequado é outro entrave para a retomada dos investimentos com mais força. "Não houve reajuste, apenas uma adequação dos preços por causa do aumento de exigências. Estamos com a mesma base de dezembro de 2008", diz ela.
Considerando todas as faixas de renda, São Paulo aparece como o campeão de contratações em 2011, com 56 mil habitações no total, mais que o dobro que o segundo colocado, Minas Gerais, onde foram contratadas 26 mil moradias. O bom desempenho no território paulista tem sido puxado pelas moradias voltadas à faixa de renda entre R$ 1,6 mil e R$ 3,1 mil. Apenas neste ano foram contratadas 34 mil unidades neste grupo no Estado de São Paulo.
Essa faixa do programa também foi a que mais teve contratação no total do país, com 187 mil moradias, o que representa 72% do total, e a que teve assinatura de contratos em todos os Estados este ano.
Entre as regiões, o Sudeste é o que apresenta o maior número de contratações no país, com 39% do total. O Norte, por sua vez, é a região que mais tem dificuldade para implementar o programa de habitação, apesar da maior contratação de moradias para renda até R$ 1,6 mil em Manaus.
Fonte: Valor Econômico
terça-feira, 27 de setembro de 2011
Limite para uso do saldo do FGTS na compra de imóveis pode ser ampliado
Banco Central avalia proposta da Abecip para ultrapassar o valor atual de R$ 500 mil. Justificativa seria a alta no mercado imobiliárioMauricio Lima | ||
A Abecip decidiu não divulgar o novo limite proposto ao governo. Atualmente, o dinheiro do fundo pode ser utilizado na compra de imóveis de até R$ 500 mil. O valor está congelado desde março de 2009. Antes disso, o limite era de R$ 350 mil. O Banco Central deverá analisar a proposta e poderá apresentá-la ao Conselho Monetário Nacional (CMN), composto também pelos ministérios da Fazenda e do Planejamento. Em junho, o governo já havia aumentado limites para financiamento de imóveis para habitação popular com o uso do FGTS, de acordo com a renda das famílias. O limite da renda familiar mensal bruta para financiamento na área de habitação popular passou de R$ 3,9 mil para R$ 5,4 mil nos casos de regiões metropolitanas, capitais ou municípios com população igual ou superior a 250 mil habitantes. No restante das cidades, o limite é de R$ 3,9 mil. |
Fonte: piniweb
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