O déficit habitacional no Brasil está longe de ser liquidado.
Mesmo assim a distância entre os imóveis e os futuros proprietários é
reduzida com a presença do corretor de imóveis. A carreira é promissora,
são diversas áreas de atuação para escolher e o número de profissionais
não para de crescer.
Segundo o Conselho Regional de Corretores de Imóveis (Creci-RJ), em
pouco mais de três anos o número de corretores credenciados superou os
10 mil. Isso representa um aumento de 43% no período analisado, que foi
de dezembro de 2007 a junho de 2011.
Para Antônio
José da Silva, presidente da Primar Administradora de Bens, a realização
de grandes eventos no Brasil, como a Copa do Mundo em 2014 e as
Olimpíadas em 2016, contribuem para o aumento de pessoas interessadas em
atuar no ramo. “Um fato que atrai os profissionais são as comissões.
Nem todas as empresas trabalham com base salarial, mas ao vender um
imóvel o corretor pode ganhar até 6% de comissão. Ou seja, na venda um apartamento de R$ 200 mil o ganho pode chegar a 12 mil”, aponta.
Basicamente
o corretor imobiliário é responsável pela intermediação entre o cliente
que compra e o que vende em uma transação imobiliária, mas há outras
tarefas. Independente do tipo de imóvel, urbano ou rural, um
especialista é fundamental para garantir a segurança do negócio.
“Dificilmente os envolvidos na transação se conhecem e há um trâmite
complicado até a efetuação da venda, que pode ser descomplicado com a
ajuda de um corretor. O profissional conhece bem o mercado imobiliário e isso é imprescindível”, afirma.
A
falta de qualificação profissional é uma das principais queixas do
mercado imobiliário, por isso para se dar bem é preciso se preparar.
Quem deseja atuar na gestão de imóveis pode ingressar no ensino superior
e fazer o curso de Ciências Imobiliárias, que confere o diploma de
bacharel aos alunos e tem duração de quatro anos. Outras opções são o
curso de Gestão Imobiliária, que dura dois anos, ou o Técnico em
Transações Imobiliárias, que tem a duração de apenas um ano. É possível
ainda fazer o exame de proficiência para poder exercer a profissão.
Silva
lembra que a carreira legal exige ainda o credenciamento junto ao
Conselho Regional de Corretores de Imóveis (CRECI). Além da
especialização, os candidatos a corretores devem ter algumas aptidões
para lidar mais facilmente com as dificuldades do percurso. “Gosto por
vendas e por lidar com o público, paciência, bom humor, carisma,
dedicação, capacidade de argumentação, boa aparência e raciocínio
aguçado são características fundamentais para atuar no ramo
imobiliário”, destaca.
O corretor de imóveis tem como principais
atividades a coordenação da venda, locação, permuta e incorporação de
imóveis, apresentação de imóveis aos interessados, a verificação do
andamento de construções e a reunião de documentos e papéis necessários a
negociação. “O gestor de imóveis tem que se manter informado sobre o
planejamento urbano da cidade, especialmente nas regiões onde estão
localizados os imóveis de sua responsabilidade, as alterações na
legislação e outras informações que possam influenciar a negociação
imobiliária”, ressalta.
Imobiliárias, construtoras, consórcios
imobiliários, cartórios de registros de imóveis, leilões e empresas de
loteamento e planejamento de imóveis são alguns dos locais onde o
corretor pode trabalhar. “O profissional pode se especializar em um
segmento da área imobiliária. Ele pode ser especialista na negociação de
imóveis usados, comerciais, residenciais, urbanos ou rurais,
lançamentos, loteamentos, administração de aluguéis e de condomínios,
avaliações, consultoria no processo de comercialização de imóveis e
despachantes imobiliários”, explica.
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quinta-feira, 13 de outubro de 2011
quinta-feira, 6 de outubro de 2011
Diário de Carreira: desafios da carreira do corretor imobiliário
Tenho 46 anos e trabalho como diretor da loja de Ipanema da Nova Aliança Imóveis. Será um prazer estar aqui nas próximas duas semanas, fazendo este Diário de Carreira e dividindo com vocês a minha experiência no mercado imobiliário. Espero mostrar como funciona o trabalho do corretor imobiliário e que esta troca seja bacana para todos.
Acredito que seja interessante começar contando um pouco da minha formação profissional. Sou de família humilde e já passei por muitos empregos antes de chegar até ao mercado imobiliário. Já trabalhei com venda de porta em porta, fui ambulante, dono de oficina e, quando jovem e idealista, até tentei uma vaga de vereador na cidade de Maricá. Mas esse plano acabou não dando certo.
Eu já possuía experiência de vendas trabalhando com artigos de iluminação quando me vi desempregado. Surgiu a chance de trabalhar no mercado imobiliário numa empresa que nem existe mais - a ServRio. Confesso que eu mesmo não acreditava no meu sucesso nesse mercado, já que não conseguia achar fácil vender apartamentos.
Foi no começo difícil como corretor na Serv-Rio que descobri um dos segredos do mercado. Além de madrugar na imobiliária e se dedicar com muito esforço, é preciso conhecer totalmente o produto que você trabalha. Quando tive esse 'clique', consegui fazer o casamento das informações entre o desejo do cliente e o portfólio que a imobiliária dispunha.
Aos poucos, comecei a emplacar vendas e fiquei alguns anos na Serv-Rio até a empresa fechar. Em 2003, Johnny Guedes, proprietário da Nova Aliança, que havia sido meu corretor na Serv-Rio, me convidou para reingressar no mercado.
Hoje já somo 20 anos de mercado imobiliário, com sete na Nova Aliança e quatro na função de direção de loja. Passei por momentos complicados, mas tenho muito, muito orgulho mesmo, de trabalhar neste mercado maravilhoso. Aqui pude ajudar muitas pessoas a construir seu sonhos e, o mais importante, pude conquistar os meus próprios sonhos. Mas isso é outra história, que contarei outro dia.
Fonte: O Globo
segunda-feira, 3 de outubro de 2011
Investimentos da Fiat em Pernambuco deixam políticos preocupados com "forasteiros" de outros estados
Evitar que o controle político local "caia nas mãos de forasteiros" é uma das maiores preocupações dos políticos de Goiana, segundo informou o presidente da Câmara Municipal da cidade, João Bosco. A outra é garantir que a população atual usufrua ao máximo do desenvolvimento e os novos empregos que serão gerados na região.
A estimativa de novos empregos já se incorporou ao tom de campanha. O governo estadual e a prefeitura de Goiana estimam que, nos próximos 10 anos, serão gerados 50 mil empregos em decorrência da chegada da Fiat. Leva-se em consideração os empregos diretos e indiretos, o que inclui, além das indústrias de autopeças, a construção da rodovia que vai ligar a fábrica ao porto de Suape. Ainda assim, é um número hiperbólico. A maior indústria automobilística do país, a Volks emprega diretamente 25 mil pessoas em quatro fábricas. A indústria de autopeças no Brasil inteiro gera 235 mil vagas.
De acordo com o prefeito da cidade, Henrique Fenelon, o total de investimentos poderá chegar a R$ 12 bilhões, levando a população da cidade a mais que triplicar quando todos os empreendimentos prometidos estiverem em plena operação. Por esse motivo, além de investir na qualificação profissional dos goianenses, há, segundo ele, a necessidade de preparar a infraestrutura do município para evitar o processo de favelização.
Nesse sentido, Fenelon informou que pouco mais de 4,8 mil unidades habitacionais estão sendo construídas na cidade. Também está prevista a chegada de uma unidade do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) e outra do Instituto Euvaldo Lodi (IEL), ambas visando a qualificação da mão de obra e do empresariado, hoje despreparados para atender à demanda dos novos empreendimentos.
A estrutura atual de ensino técnico deixa a desejar. Apesar de Goiana contar com uma Escola Técnica Estadual, a unidade oferece apenas os cursos de Redes de Computadores e de Hotelaria. "O mais impressionante é que Goiana não tem hotel", ironizou o empresário Walter Fernando Batista, dono da Escola Técnica Curso Nobre, voltada ao ensino profissionalizante.
Segundo ele, a procura por cursos como segurança do trabalho, edificações, mecânica, eletrotécnica e soldagem disparou após o anúncio da fábrica da Fiat. "Existe uma ansiedade nas pessoas pelos cursos. Estamos recebendo alunos do sul da Paraíba e até de João Pessoa", informou o empresário.
No campo político, há a impressão de que a fábrica de automóveis deverá trazer consigo a tradicionalmente atuante categoria dos metalúrgicos. Atualmente, o sindicato considerado mais relevante em Goiana é o dos servidores públicos municipais, ligado a Central Única dos Trabalhadores (CUT). Ainda assim, tem atuação bastante discreta, segundo relatos de políticos locais.
A sede do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais do Município de Goiana (Sinsepumg) foi visitada pelo Valor, mas estava fechada. Seus dirigentes não foram encontrados.
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domingo, 2 de outubro de 2011
Custo da construção cai para 0,14% em setembro, diz FGV
A variação é 0,02 ponto percentual menor do que a registrada em agosto, quando ficou em 0,16%. Nos últimos 12 meses, o INCC-M, que é calculado com base nos preços coletados entre os dias 21 do mês anterior e 20 do mês atual, tem variação acumulada de 7,64%, e no acumulado do ano a taxa é de 6,46%.
GruposO grupo Materiais, Equipamentos e Serviços registrou variação de 0,27% este mês, resultado levemente superior ao apurado em agosto, de 0,25%. Três dos quatro subgrupos de Materiais e Equipamentos apresentaram acréscimos em suas taxas de variação. No caso do subgrupo materiais para estrutura, a taxa foi de 0,21%; em materiais para instalação houve queda de 0,19%; em materiais para acabamento houve alta de 0,55%; e em equipamentos para transporte de pessoas a taxa foi de 0,21%.
No que diz respeito ao grupo Mão de Obra, a variação foi de 0,01% este mês, menor frente à taxa de 0,06% verificada no oitavo mês do ano. Já Serviços ficou em 0,42%, contra 0,50% registrado no mês anterior.
InfluênciasNo geral, as maiores influências positivas para o resultado apurado no mês de setembro foram as seguintes:projetos (de 1,30% para 0,71%), refeição pronta no local de trabalho (de 0,13% para 1%), tinta a base de PVA (de 0,04% para 1,81%), tijolo/telha cerâmica (de 0,56% para 0,43%) e elevador (de 0,27% para 0,21%).
Por outro lado, as maiores influências negativas foram dos condutores elétricos (de 1,66% para -1,44%), compensados (de 0,10% para -0,19%), carreto para retirada de entulho (de 0,82% para -0,36%), ladrilhos e placas para pisos (de -0,01% para -0,32%) e eletrodutos de PVC (de -0,15% para -0,09%).
CapitaisConsiderando as sete capitais estudadas pela FGV neste mês, duas apresentaram aceleração, conforme mostra tabela a seguir:
| Cidade | Agosto de 2011 (%) | Setembro de 2011 (%) |
| Salvador | 0,02 | 0,15 |
| Brasília | 0,21 | 0,10 |
| Belo Horizonte | 0,21 | 0,25 |
| Recife | 0,20 | 0,31 |
| Rio de Janeiro | 0,13 | 0,04 |
| Porto Alegre | 0,23 | 0,10 |
| São Paulo | 0,14 | 0,13 |
Fábrica de cimento instala mais uma unidade na Paraíba
Representantes da empresa cimenteira Cimpor estiveram na Companhia de Desenvolvimento da Paraíba (Cinep), nesta sexta-feira (30), para entregar o projeto de viabilização econômico-financeira da abertura de mais uma fábrica no Estado. O empreendimento vai se situar no município do Conde (a 1,7 km da BR 101) e recebe investimento inicial de R$ 450 milhões.
Com início de construção previsto para 2012, após a expedição de licenças ambientais dos órgãos competentes, a fábrica terá extensão de 30 hectares e beneficiará, durante a construção, cerca de 1,5 mil trabalhadores da construção civil. A inauguração está prevista para janeiro de 2014, com geração de 150 empregos diretos.
A cimenteira vai instalar um canteiro de obras piloto em parceria com o Senai, que vai oferecer curso de capacitação para a mão-de-obra. Segundo o diretor Administrativo e Financeiro da fábrica, João Marcos Contreiras, a empresa tem sinergia com o Estado, desde a primeira unidade, criada em 1997. “Temos uma sinergia muito boa com o Estado, por isso acreditamos que a fábrica vai ser mais uma unidade de sucesso”, disse.
Para a presidente da Cinep, Margarete Bezerra Cavalcanti, um investimento deste porte é muito importante para o Estado, que se preocupa, inicialmente, com a geração de emprego e renda. Além disso, a empresa mostrou bastante seriedade e organização no processo apresentando, pois o projeto da fábrica está aliado às diretrizes de desenvolvimento e proteção ambiental do governo estadual.
Segundo ela, o projeto contempla obras e atividades de desenvolvimento para a região. “A Cimpor é uma das principais apoiadoras do 1º Fórum de Fomento da Cadeia Produtiva do Polo Cimenteiro da Paraíba”, destacou ela, referindo-se a um evento coordenado pela Cinep que acontece no dia 17 de novembro e que envolve empresas da produção de cimento, fornecedores e serviços do setor como manutenção, gás, energia, água e setores públicos.
Boa impressão – O diretor de Desenvolvimento Econômico da Cinep, Juliano Gorski, ressaltou a importância dos projetos ambientais da Cimpor na área de energia renovável. Para ele, a instalação de mais uma fábrica de cimento na Paraíba evidencia o Estado e lhe dá o perfil de polo cimenteiro. “A unidade Caxitu, na zona rural do Conde, possui projetos inovadores na área socioambiental. Uma vez instalada, a nova fábrica estará preparada para a utilização dos resíduos sólidos urbanos como energia. Este é um destaque institucional que movimenta cooperativas, prefeituras, Governo do Estado e toda a população local”, explicou.
Na ocasião, o prefeito em exercício do Conde, Quintino Régis, ressaltou a importância de mais uma fábrica cimenteira na região. “Com a Cimpor, o Conde vai contar com quatro fábricas de cimento e temos certeza que vai trazer mais desenvolvimento a nossa cidade. Em princípio, tínhamos receio, por ser uma fábrica de cimento, mas a empresa tem grande conhecimento tecnológico de produção e segurança. Temos certeza de que trará muitos benefícios”, disse.
Fonte: Revista edificar
Material de construção: 64% da indústria está otimista para setembro
Na avaliação, 64% das empresas ainda mantém expectativas positivas quanto à venda de materiais de construção neste mês, apesar de uma queda de 5 pontos percentuais em relação a agosto. Já 36% das empresas consultadas acreditam que os resultados obtidos serão regulares e nenhuma delas mantém uma expectativa pessimista do mercado.
Quanto às vendas ao mercado externo, as expectativas regulares somam 30% e o índice de pessimismo fica em 30%. Uma parcela de 40% dos empresários ouvidos está otimista para as vendas de setembro.
Perspectivas para outubroEm relação a outubro, as projeções para as vendas do mercado interno são otimistas em 74% dos casos. As perspectivas regulares somam 26% e as negativas são nulas até o momento.
No que se refere ao mercado externo, a expectativa se mantém tal qual a do mês de setembro, com 30% para o percentual regular e 30% para o pessimista. Já o índice de otimismo totaliza 40%.
Mais resultadosO levantamento apontou que 54% das empresas têm boas expectativas em relação às ações do governo para o setor da construção civil nos próximos 12 meses: o crescimento foi de 16 pontos percentuais. O índice era de 38% em agosto.
“Apesar das ações do governo de conter a inflação e da nova crise mundial, há uma expectativa otimista do setor, em função da segunda etapa do Minha Casa Minha Vida e das obras para a Copa do Mundo”, avalia o presidente da associação, Melvyn Fox.
As pretensões de investimentos nos próximos 12 meses apresentaram alta de oito pontos percentuais em relação a agosto, atingindo 77%. Contudo, o índice ainda se manteve abaixo do padrão observado no mesmo período do ano passado, quando a pretensão registrada foi de 78%.
Vendas da indústria de material construção avançam 6,79%
O faturamento resultante da venda de materiais de construção no mercado interno em agosto cresceu 6,79%, em relação a julho deste ano, segundo dados divulgados nesta quarta-feira (21) pela Abramat (Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção). Já na comparação com o mesmo período de 2010, o crescimento nas vendas foi de 6,07%.
No acumulado do ano, a expansão foi de 1,57%. Já na avaliação dos últimos 12 meses, o crescimento observado foi de 2,38%, em relação a setembro de 2009 e agosto de 2010.
De acordo com a entidade, os resultados apresentados encontram-se abaixo das perspectivas do setor, por conta das reações do mercado às medidas de contenção da inflação e do aumento das importações. “Esses resultados estão relacionados principalmente com o crescente aumento das importações de materiais de construção e com o menor ritmo de crescimento da economia como um todo”, informa o presidente da Abramat, Melvyn Fox.
Materiais de base e acabamento
O faturamento deflacionado com as vendas de materiais básicos avançou 6,49%, em relação a julho deste ano. Na comparação com agosto de 2010, o aumento registrado foi de 3,76%.
No acumulado do ano, houve retração de 1,97%, em comparação ao mesmo período do ano anterior.
Em relação aos materiais de acabamento, o levantamento apontou expansão de 10,35% em relação a agosto do ano anterior, de 7,31%, ante julho, e de 8,67% no acumulado dos oito primeiros meses do ano. Nos últimos 12 meses, de setembro de 2009 a agosto de 2010, a alta foi de 10,55%.
Nível de emprego
Em relação ao nível de emprego na indústria de materiais de construção, o levantamento mostra avanço de 5,58% em relação a agosto do ano passado, e de 0,56%, na comparação com julho deste ano.
Expectativa para os próximos meses
Para os próximos meses, as expectativas da Abramat se mantêm positivas, após três meses de variações negativas. De acordo com a entidade, a continuidade de desoneração do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) dos materiais até 2012, a disponibilidade de crédito e o elevado nível de emprego no mercado favorecem a retomada do setor.
Fonte: InfoMoney
No acumulado do ano, a expansão foi de 1,57%. Já na avaliação dos últimos 12 meses, o crescimento observado foi de 2,38%, em relação a setembro de 2009 e agosto de 2010.
De acordo com a entidade, os resultados apresentados encontram-se abaixo das perspectivas do setor, por conta das reações do mercado às medidas de contenção da inflação e do aumento das importações. “Esses resultados estão relacionados principalmente com o crescente aumento das importações de materiais de construção e com o menor ritmo de crescimento da economia como um todo”, informa o presidente da Abramat, Melvyn Fox.
Materiais de base e acabamento
O faturamento deflacionado com as vendas de materiais básicos avançou 6,49%, em relação a julho deste ano. Na comparação com agosto de 2010, o aumento registrado foi de 3,76%.
No acumulado do ano, houve retração de 1,97%, em comparação ao mesmo período do ano anterior.
Em relação aos materiais de acabamento, o levantamento apontou expansão de 10,35% em relação a agosto do ano anterior, de 7,31%, ante julho, e de 8,67% no acumulado dos oito primeiros meses do ano. Nos últimos 12 meses, de setembro de 2009 a agosto de 2010, a alta foi de 10,55%.
Nível de emprego
Em relação ao nível de emprego na indústria de materiais de construção, o levantamento mostra avanço de 5,58% em relação a agosto do ano passado, e de 0,56%, na comparação com julho deste ano.
Expectativa para os próximos meses
Para os próximos meses, as expectativas da Abramat se mantêm positivas, após três meses de variações negativas. De acordo com a entidade, a continuidade de desoneração do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) dos materiais até 2012, a disponibilidade de crédito e o elevado nível de emprego no mercado favorecem a retomada do setor.
Fonte: InfoMoney
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Sindicato da Construção Civil de Patos festeja dez anos de fundação
Uma noite histórica para operários da construção civil de Patos e região, com muita festa, discursos, homenagens aos fundadores do Sindicato da Construção Civil de Patos e Região (Sintrincim), marcaram esta sexta-feira 30, na Associação Comercial de Patos.
Muitos operários e familiares participaram do evento, além de representantes de vários sindicatos, a exemplo do Sindicato dos Trabalhadores em Calçados de Santa Rita, de Papelão e Plástico de Campina Grande, dos Mototaxistas de Patos, Força Sindical, dos Frentistas de João Pessoa, da Construção Civil de Campina Grande, da Federação dos Trabalhadores da Paraíba, Sinduscom, da Federação dos Trabalhadores no Comércio de Minérios e derivados de Petróleo, dentre outros.
A entrega de placas homenageando a diretoria fundadora do Sintrincim emocionou seu fundador e atual presidente Raimundo Nonato, que foi reverenciado por diretores de outros sindicatos, que falaram de seu caráter e luta pela categoria, pelos avanços nas conquistas trabalhistas a partir de sua determinação, persistência na garantia dos direitos e deveres dos operários, sua facilidade de diálogo com o patronato.
Raimundo Nonato avaliou a proposta do sindicato que dirige, de conscientizar os trabalhadores de seus direitos, lutar por melhores condições de trabalho. “A gente tem por objetivo mostrar aos trabalhadores que nossa luta é atingir aquilo que eles precisam, têm direito, e não atingir empresários, agredi-los. Lutamos sim por melhores salários, cestas básicas, melhores condições de trabalho, como segurança, programas de formação”, explicou.
Acrescentou que a implantação do sindicato em Patos trouxe significativa organização da categoria. Hoje existe uma convenção coletiva; piso salarial, que não está dentro da realidade pretendida, por isso mesmo as reivindicações nessa conquista será intensa; vale transporte, maior respeito da empresa com o trabalhador, já enxergando mais os direitos deste. “Tudo isso é mudança, evolução nos acordos trabalhistas nesses dez anos”, enfatizou Nonato.
José Pereira, representante do patronato, enalteceu a postura do presidente do Sindicato da Construção Civil de Patos e Região e adiantou que essa parceria com o Sinduscon só tende a crescer cada vez mais. Sobre a relação patrão-trabalhador disse que o que precisa melhorar é a discussão em torno dos salários e segurança dos trabalhadores nos canteiros de obras. “Tudo isso é importante para o trabalhador e é o que mais afeta a construção civil hoje”, disse Pereira.
O presidente da Federação dos Trabalhadores da Paraíba, José de Anchieta, rasgou elogios ao Sindicato da Construção Civil de Patos e à sua diretoria, lembrou as dificuldades que a entidade patoense enfrentou até possuir a estrutura, organização que possui atualmente. Também destacou o bom desempenho do setor em todo o Brasil, destacando Patos nesse cenário. “Em Patos, a exemplo de todo o país, falta de mão-de-obra qualificada, mas o Sesi vem dando sua contribuição capacitando muita gente que está sendo inserida no mercado da construção civil”, analisou Anchieta.
sábado, 1 de outubro de 2011
Imóveis cada vez mais luxuosos atraem classe alta
Os imóveis de lazer têm movimentado bastante o mercado imobiliário nos últimos meses. Além de serem uma solução aos que procuram dedicar suas poucas horas de tempo livre com os familiares e amigos, têm se tornado uma ótima fonte de investimento.
Esse movimento todo no setor se dá principalmente por causa dos diferenciais ofertados nos mais luxuosos condomínios que têm sido lançados em diversos cantos do país, na praia e no campo. Tais atrativos vão desde campos de golfe, clube hípico, esportes náuticos e marina até pistas de corrida, serviços de hotelaria e heliporto, encontrados nos mais importantes destinos, como Trancoso, na Bahia, e no interior de São Paulo, em condomínios como Helvetia, Quinta da Baroneza e Fazenda Boa Vista.
“O investidor geralmente adquire uma propriedade de luxo de lazer onde ele possa usufruir e até mesmo obter renda com a locação nos períodos em que não o utiliza. O conceito time share é um exemplo que já foi muito aplicado no país e volta com tudo”, explica Alexandre Villas, sócio-diretor da imobiliária Imóvel A – Consultores Associados, que atua há 10 anos no nicho de alto padrão em São Paulo.
(Redação - Agência IN)
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IGP-M acelera para 0,65% em setembro
O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) registrou variação de 0,65% em setembro deste ano, contra taxa de 0,44% em agosto, segundo informações divulgadas hoje pela Fundação Getulio Vargas (FGV). Em 12 meses, o IGP-M elevou-se 7,46%. A taxa acumulada no ano é de 4,15%. O IGP-M é calculado com base nos preços coletados entre os dias 21 do mês anterior e 20 do mês de referência.
Dentre os componentes do indicador, o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) apresentou variação de 0,74% neste mês. Em agosto, a taxa foi de 0,57%. O índice relativo aos Bens Finais variou 0,31% em setembro, contra 1,11% em agosto. Contribuiu para a desaceleração o subgrupo alimentos processados (de 3,77% para 0,82%). Excluindo-se os subgrupos alimentos in natura e combustíveis, o índice de Bens Finais (ex) registrou variação de 0,29%. Em agosto, a taxa foi de 1,37%.
Por sua vez, o índice referente ao grupo Bens Intermediários variou 0,13%. Em agosto, a taxa foi de -0,62%. O subgrupo materiais e componentes para a manufatura registrou acréscimo em sua taxa de variação, que passou de -1,17% para 0,11%, sendo o principal responsável pela aceleração do grupo. O índice de Bens Intermediários (ex), calculado após a exclusão do subgrupo combustíveis e lubrificantes para a produção, variou 0,16%, ante -0,70%, em agosto.
No estágio inicial da produção, o índice de Matérias-Primas Brutas variou 2,04%, em setembro. Em agosto, o índice registrou variação de 1,51%. Os principais responsáveis pela aceleração do grupo foram os itens: café (em grão) (-2,32% para 10,58%), soja (em grão) (2,07% para 5,92%) e minério de ferro (0,61% para 3,36%). Ao mesmo tempo, registraram-se desacelerações em itens como: suínos (19,33% para -7,77%), bovinos (2,33% para -1,03%) e aves (9,09% para 1,95%).
(CSU - Agência IN)
sexta-feira, 30 de setembro de 2011
quinta-feira, 29 de setembro de 2011
Sinduscon: PB tem déficit de 200 mil moradias e estoque de apenas 6 mil apartamentos novos
Governador do Estado em exercício, Rômulo Gouveia, diz que atrair novos investimentos para a Paraíba é um dos desafios da gestão pública, que precisa administrar com empreendedorismo, parcerias e criatividade.
A Paraíba tem um déficit de 150 mil a 200 mil moradias e um estoque de apenas 5 mil a 6 mil apartamentos novos. A informação foi dada pelo presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil na Paraíba (Sinduscon-PB), José Irenaldo Quintans, durante a 4ª Jornada de Negócios do curso de Administração do Centro Universitário de João Pessoa (Unipê), que aconteceu na noite do dia 20, no Auditório do Espaço Cultural da instituição, no bairro de Água Fria, na Capital.
Segundo o presidente do Sinduscon-PB, a construção civil cresceu 12% em 2010 e os preços dos terrenos em João Pessoa elevaram os custos em mais de 30%. “Estamos vivendo um momento mágico no País. O mercado de trabalho necessita de mão-de-obra capacitada e nosso grande trunfo será o volume de obras para a Copa do Mundo e as Olimpíadas. As oportunidades estão abertas para a juventude. Engenheiros e administradores estão entre os profissionais mais importantes do momento atual. O administrador em especial é o ‘maestro’ das empresas”, afirmou Irenaldo Quintans, que ministrou palestra sobre o mercado imobiliário brasileiro.
Para ele, os custos da construção civil continuarão a subir por causa, principalmente, de três fatores. “Falta de terrenos em João Pessoa para construir, ausência de mão-de-obra especializada e falta de infraestrutura nos bairros, com saneamento básico, transporte e segurança, para que sejam verticalizados”, apontou Quintans, acrescentando que houve uma inversão, primeiro se constrói para só depois o poder público chegar com a infraestrutura básica e equipamentos comunitários . “Isso mostra que temos muito trabalho pela frente e haverá muitas oportunidades para os jovens”, concluiu Quintans.
Fonte: unipe.br
A Paraíba tem um déficit de 150 mil a 200 mil moradias e um estoque de apenas 5 mil a 6 mil apartamentos novos. A informação foi dada pelo presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil na Paraíba (Sinduscon-PB), José Irenaldo Quintans, durante a 4ª Jornada de Negócios do curso de Administração do Centro Universitário de João Pessoa (Unipê), que aconteceu na noite do dia 20, no Auditório do Espaço Cultural da instituição, no bairro de Água Fria, na Capital.
Segundo o presidente do Sinduscon-PB, a construção civil cresceu 12% em 2010 e os preços dos terrenos em João Pessoa elevaram os custos em mais de 30%. “Estamos vivendo um momento mágico no País. O mercado de trabalho necessita de mão-de-obra capacitada e nosso grande trunfo será o volume de obras para a Copa do Mundo e as Olimpíadas. As oportunidades estão abertas para a juventude. Engenheiros e administradores estão entre os profissionais mais importantes do momento atual. O administrador em especial é o ‘maestro’ das empresas”, afirmou Irenaldo Quintans, que ministrou palestra sobre o mercado imobiliário brasileiro.
Para ele, os custos da construção civil continuarão a subir por causa, principalmente, de três fatores. “Falta de terrenos em João Pessoa para construir, ausência de mão-de-obra especializada e falta de infraestrutura nos bairros, com saneamento básico, transporte e segurança, para que sejam verticalizados”, apontou Quintans, acrescentando que houve uma inversão, primeiro se constrói para só depois o poder público chegar com a infraestrutura básica e equipamentos comunitários . “Isso mostra que temos muito trabalho pela frente e haverá muitas oportunidades para os jovens”, concluiu Quintans.
Fonte: unipe.br
Anúncios de época. Edificio Carice(centro) e BeiraMar(Tambaú)
Que tal essa relíquia?! Sensacional esse achado dos primórdios do progresso de nossa belíssima cidade!
Tirando fotos de imóveis
Combine sua percepção com um pouco de técnica e faça ótimas fotos de seus imóveis
Divulgando o seu imóvel.Hoje em dia tudo pode ser comerciado pela internet, existem vendas de diversos produtos, automóveis, alimentos, serviços, viagens, inclusive imóveis que é o nosso foco.
Nesse sentido, um ponto é indiscutível: para divulgar imóveis na internet, as fotos são quase que OBRIGATÓRIAS (salvo algumas exceções, como grandes áreas comerciais, latifúndios etc. É justamente em relação a esse ponto que muitas imobiliárias e profissionais caem num grave erro: colocam qualquer foto, sem se importarem com qualidade.
Neste texto, vamos apresentar algumas dicas de como fazer essa divulgação de forma correta, contribuindo para atrair seus clientes e facilitar seus negócios imobiliários.Afinal, é importante lembrar que uma foto pode sim influenciar na decisão de escolha do cliente, seja para encantar ou causar horror.
Como vender um imóvel pela internet? Além de todos os nossos serviços (site personalizado com a sua identidade, sistema de gestão imobiliária GAIA, parcerias, canal do imóvel entre outros link para os serviços da I-Value), é necessário divulgar seu imóvel de uma forma agradável para os olhos dos seus clientes.
"Raramente você tem uma segunda chance de causar uma boa primeira impressão."
Robert Wong (presidente da Korn Ferry)
Robert Wong (presidente da Korn Ferry)
Não é necessário ter uma câmera profissional para vender a imagem dos seus produtos, você pode utilizar qualquer câmera digital seguindo as dicas abaixo.
Tirando fotos de imóveis
1. Inspecionar o local do trabalho.
· Se é uma imagem externa, tomar cuidado para não fotografar imagens que apareçam carros com a placa à mostra ou um ambiente sujo aparentando uma casa abandonada.
· Se é uma imagem interna, também ter atenção no local, cuidado com corredores vazios, pessoas, varal com roupas, quarto ou sala bagunçados e principalmente jogos com espelhos em que você pode aparecer no reflexo; e lembre-se você não está vendendo um objeto
2. Foco
· Apoie sua câmera em um tripé, ou mesmo em uma cadeira, evitando assim que a foto fique torta, ou sem foco (tremida).
· Procure ângulos em que apareçam ao mesmo tempo, o piso e o teto do ambiente.
3. Iluminação
· O ideal é tirar fotos com toda iluminação própria do ambiente: abra as janelas, portas e acenda as luzes, prefira a luz natural ao flash (no caso de uma câmera comum) e evite tirar fotos de frente com a janela.
4. Tamanho
· Recomendamos que a foto seja tirada em formato paisagem, seja ela de casas térreas, sobrados e até prédios (horizontal – 800x600px – isso impede que algumas fotos sejam tiradas de aparelhos celulares).
· O Gaia redimensiona as imagens para o tamanho adequado na divulgação do site. Caso seja formato retrato (vertical) ela será esticada, perdendo o foco.
Dicas Gerais:
Bom, enfim, o que NÃO DEVEMOS FAZER:
- Não tire fotos de imóveis bagunçados, peça sempre (com jeitinho) para a pessoa organizar o imóvel antes de ir tirar as fotos;
- Não tire fotos repetidas. Uma foto de cada ambiente já é necessário. Lembre-se, as fotos são somente para convidar o interessado a visitar o imóvel;
- Não coloque um número muito excessivo de fotos no site da sua imobiliária;
- Não tire fotos de louças sujas, roupas no varal ou paredes em branco (é incrível, vejo aos montes esse tipo de foto)
- Não tire fotos de fachadas pichadas ou mal conservadas;
- Não use celulares para tirar fotos. Dê preferência para câmeras digitais amadoras ou profissionais;
- Não tire fotos de pessoas ou placas de carro. Cuidado com a privacidade;
- Evite flash: procure tirar fotos naturais.
- Configure sua câmera fotográfica para não aparecer a data em que você tirou as fotos.
- A foto da fachada é a principal. Para áreas externas, os dias com iluminação natural favorecem o resultado de sua fotografia. Procure valorizar a arquitetura, o paisagismo e a segurança da propriedade, caso o local seja próximo a áreas arborizadas ou próximo a uma praia, tire foto da vista partindo de uma sacada ou mesmo da porta do imóvel.
- Itens que valorizam o imóvel merecem atenção, por exemplo, acabamento no teto, no piso, iluminação, esquadrias, banheiros etc;
- Por fim, antes de fotografar, confie na sua percepção, explore bem o ambiente e sinta-se parte dele. Escolha o ângulo que favorece o que você deseja mostrar ao seu cliente, aquilo que é diferencial do ambiente.
Boas Fotos ; )
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