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sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Caixa faz operação e levanta recursos para financiamento imobiliário

A Caixa Econômica Federal, agente operador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), assina (20), em Brasília, uma operação de securitização de carteira imobiliária no volume total de R$ 1,5 bilhão. Os recursos para realizar a operação virão do FGTS. Com a operação, a Caixa terá mais recursos para o financiamento imobiliário.
De acordo com o banco, essa é a maior operação na modalidade já realizada e está lastreada em mais de 30 mil créditos imobiliários, concedidos pela Caixa, e cedidos à Gaia Securitizadora.
Segundo nota da Caixa, a operação tem o objetivo principal de incentivar o desenvolvimento do mercado secundário de créditos imobiliários no Brasil. “A operação incentiva o fortalecimento do mercado secundário para crédito imobiliário, no Brasil, que tem histórico apenas de mercado primário. Os recursos captados serão utilizados para gerar funding [recursos] a novos créditos imobiliários”, diz a Caixa, em nota.
De acordo com a Caixa, em 2011, foram recebidas doze propostas de venda de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI) ao FGTS, no montante de R$ 6,2 bilhões. Dessas propostas, foram selecionadas seis, todas lastreadas em créditos individuais para imóveis de até R$ 200 mil. As outras cinco operações, envolvendo três securitizadoras e cinco agentes financeiros, no valor total de R$ 1,3 bilhão, aguardam encaminhamento das propostas finais para concretização da compra dos CRI pelo FGTS, ainda neste ano.
Para o período de 2002 a 2011, o Conselho Curador do FGTS alocou R$ 7,03 bilhões para essas operações. Desse montante, R$ 2,84 bilhões foram alocados para o exercício de 2011. Até 2010, foram realizadas vinte operações de aquisição de CRI, que atingiram o total de R$ 130,6 milhões.

Fonte: 180graus

FGTS poderá ser usado para imóvel de até R$ 750 mil

Os bancos querem aumentar de R$ 500 mil para R$750 mil o limite para compra da casa própria utilizando o FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço). A solicitação foi enviada ao Conselho Curador do FGTS pela Abecip (Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança). Para o diretor da construtora Santa Cecília, Márcio Iorio, o aumento no valor é positivo e vai permitir que a classe média possa comprar o imóvel: “Atualmente, o custo da construção e o valor dos imóveis subiram muito, por isso é necessário um ajuste”, explica, descartando formação de bolha imobiliária.
Já a ONG Instituto FGTS Fácil considera a proposta abusiva, por apresentar reajuste muito maior que a inflação acumulada no período. “A inflação de março de 2009 até agora está em torno de 14,5%, e em dois anos o teto subiria 50%. O reajuste deveria ser feito anualmente, com base na inflação”, ressalta Mário Avelino, presidente da ONG.

Fonte: O Dia Online

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Century 21 representará fundos no país

A Century 21 Brasil vai representar fundos estrangeiros na compra de participações em sociedades de propósito específico (SPEs) de projetos enquadrados no programa habitacional Minha Casa, Minha Vida.
A empresa fechou acordo com fundo de private equity do Reino Unido, formado principalmente por investidores irlandeses, que investirá US$ 200 milhões em compra de participações em SPEs com foco no segmento. Segundo o presidente da Century 21 Brasil, Ernani Assis, o fundo espera ter retorno em até oito anos.
Outro acordo está em vias de ser fechado com um fundo da Índia. Os investidores desse fundo também pretendem comprar participações em projetos voltados para o Minha Casa, Minha Vida. Os aportes dos investidores indianos nessas aquisições somarão US$ 100 milhões. A Century 21 deve começar a comprar participações em SPEs para os dois fundos em novembro. A intenção é procurar todas as incorporadoras que atuam nos moldes do programa.
A Century 21 terá exclusividade na venda dos imóveis produzidos pelas parcerias fechadas por meio de sua intermediação. Ainda não está definido se a venda será feita pela própria Century 21 ou pela rede franqueada.
A 50ª franquia da Century 21 entra em operação hoje, em Brasília. O total de contratos assinados com franqueados, incluindo os referentes a operações ainda não iniciadas, é de 127. A meta para 2011 é chegar a 150. Em média, a Century 21 tem fechado nove por mês. “Queremos ter 580 agências operando no fim de 2015″, diz Assis.
Desde fevereiro, o modelo de remuneração da empresa mudou do sistema de pagamento de royalties para desembolsos fixos mensais de R$ 1 mil por franqueado. Mas a maior parte da receita da Century 21 resulta da remuneração por serviços de terceiros oferecidos por meio dos franqueados. No primeiro semestre, os franqueados começaram a oferecer financiamento do Santander. A expectativa é que o financiamento do banco distribuído pelos franqueados chegue a R$ 60 bilhões em dez anos.
O modelo de oferta de serviços começou a ser adotado no fim de outubro de 2010. Recentemente, a Century 21 fechou parceria com a Mapfre Seguros para a distribuição dos produtos fiança locatícia, seguro residencial e assistência 24 horas. As duas empresas constituíram a joint venture Protec 21 Seguros, com 50% cada uma. Por dois anos, a Mapfre não poderá ter outra parceria em formato semelhante, segundo Assis.
Os franqueados da Century 21 vendem imóveis novos e usados. O tíquete médio das unidades é de R$ 417 mil, mas a média dos imóveis vendidos pelos franqueados que atuam no bairro do Itaim, em São Paulo, chega a R$ 1,150 milhão. Em 2010, o Valor Global de Vendas (VGV) dos franqueados foi de R$ 1,2 bilhão. De janeiro a julho de 2011, chegou a R$ 2,8 bilhões.
Fonte: Valor Econômico

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

João Pessoa tem crescimento imobiliário

João Pessoa tem crescimento imobiliário e imóveis de 1 e 2 quartos são os mais procuradosO turismo na Capital paraibana tem crescido rapidamente e alavancando o setor imobiliário da cidade. Mais visitantes tem se encantado com João Pessoa e querendo voltar mais vezes ou até trocar de endereço escolhendo o litoral paraibano como destino da nova moradia.

Casais sem filhos ou idosos são os principais clientes de um tipo de imóvel que vem conquistando até os mais exigentes, são os apartamentos de menos tamanho de um ou dois quartos, chamados de flats, em especial localizados nas praias.

O segmento também está aquecido pelas facilidades de crédito e financiamento dos imóveis.

Um dos destaques no setor de flats é o Flamboyant Home Service localizado na avenida Argemiro de Figueiredo na principal do Bessa. Com apartamentos de um ou dois quartos, área de lazer e vaga na garagem, o prédio é completo, com entrega prevista para agosto de 2014. As vendas já estão em andamento e seu diferencial é ter uma ótima ventilação e localização privilegiada.

De acordo com o presidente do Sinduscon de João Pessoa, Irenaldo Quintans, o crescimento visto nos últimos anos vai ser ainda mais forte com a presença dos bancos. “O empreendimento que conta com o financiamento bancário tem mais garantias para todos os lados: construtoras, clientes e as próprias instituições”, disse. Na Paraíba, o segmento da construção civil é uma das locomotivas de crescimento da economia, criando mais de 30 mil empregos e respondendo por 14% da arrecadação.

Confira os grupos envolvidos na construção do empreendimento sucesso de vendas Flamboyant Home Service

Pipa Resort

O grupo atua nos mercados da Paraíba e Rio Grande do Norte nas áreas de construção civil e hotelaria. Na área da construção, assina obras como os condomínios Ilha da Restinga, na praia do Bessa, Panorâmico no bairro do Miramar e Tiffanys na avenida Epitácio Pessoa.O mais recente empreendimento da empresa é o condomínio Extremo Oriental ,em parceria com a Enger, no Altiplano Cabo Branco.

GPM

O grupo chega ao mercado com a experiência de dois condomínios horizontais de sucesso: o Porta do Sol, no Altiplano Cabo Branco e o Coqueirinho Prive Internacional, no litoral sul da Paraíba. Com o Flamboyant Home Service, na beira-mar da praia do Bessa,inicia uma série de empreendimentos de alto padrão, com localização privilegiada.



Fonte: pbmais.com

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Consórcio imobiliário é ideal para quem não tem pressa


(Foto: Divulgação)
Consórcio imobiliário acaba sendo mais atraente que o financiamento (Foto: Divulgação)
Para as pessoas que estão planejando comprar um imóvel e não tem a necessidade imediata de adquirir o bem, o consórcio é um ótimo negócio. O produto acaba sendo mais atrativo que o financiamento habitacional, porque nele não há cobrança de juros e apenas uma taxa de administração – que varia entre 1% e 1,5% do valor do imóvel definido pelo consorciado – é cobrada ao ano.
Além disso, não tem segredo participar de um consórcio imobiliário, é exatamente como o de veículo. Basta definir um valor que deseja receber de acordo com o tipo de imóvel que tem em vista e aderir a um grupo. Por norma genérica, as administradoras obtêm o número de consorciados por turma multiplicando por dois o número de meses previstos, que pode variar de 80 a 240 meses. Ou seja, se o prazo do consórcio for de 180 meses (15 anos), o número mínimo de cotistas será de 360.
Ulitização do FGTS – Quem tem um consórcio imobiliário pode usar os recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para liquidar ou complementar a carta de crédito e para composição de lance. A medida foi aprovada pelo Conselho Curador do FGTS no final de 2009 e regulamentada pela Caixa Econômica Federal (CEF) em março deste ano.
Os consorciados que quiserem aproveitar o benefício devem seguir as mesmas regras de uso do FGTS que são válidas para quem está comprando via financiamento imobiliário. Além de o saldo só poder ser usado por trabalhadores com mínimo de três anos de contribuição, o mutuário não pode ter outro imóvel adquirido com recursos do fundo no mesmo município. O consorciado deve respeitar ainda o limite de R$ 500 mil para a compra do imóvel e não ter mais de três parcelas em atraso.
Lance ou sorte – Até o fim do prazo do consórcio imobiliário, a pessoa física ou jurídica que visa adquirir um imóvel tem duas formas de conseguir esse bem: por sorteio ou dando um lance. Os palpites são as formas mais efetivas de não precisar contar com a sorte para adiantar a data de ter em mãos o bem comprado. Isto é, quanto maior o lance, maior a chance de ser contemplado pela administradora de consórcios.
Quando o cliente é contemplado, ele recebe carta de crédito que tem o mesmo poder de uma compra à vista. Além disso, há diversas opções para o consorciado acelerar o negócio, como, por exemplo, dar um imóvel menor na troca do maior.
Cuidados – Antes de fechar negócio, o interessado deve observar se o consórcio está registrado no Banco Central (BC), que regulamenta os consórcios imobiliários, e também ler todas as cláusulas contratuais. Os especialistas aconselham que o consorciado participe de todas as assembleias e tire possíveis dúvidas com a adminsitradora.
O consumidor também deve analisar sempre os contratos e as taxas de administração praticadas para não cair no engano de desistir e, na hora de pegar o dinheiro de volta, a empresa devolver menos.
Fonte: ZAP

Comprador deve checar se imóvel tem registro





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Especialistas dão dicas sobre as principais decisões que se devem tomar antes de finalizar a aquisição do bem
Na maioria das vezes, a aquisição de um apartamento, casa ou mesmo terreno é a decisão mais audaciosa e carregada de responsabilidade das vidas dos compradores, sejam eles noivos, pais ou mesmo jovens recém saídos de casa. O fato é que a movimentação de quantias nessas negociações não podem ser feitas sem os devidos cuidados. A reportagem ouviu representantes do setor imobiliário para saber quais os principais cuidados que se deve ter no momento de realizar a compra da sua futura morada.

Para precaver-se de qualquer intempérie, solicitações dos documentos que certifiquem a legalidade da empresa, idas a cartórios e cartórios de registro são necessárias, na opinião de. O principal e mais recorrente problema, segundo análise do diretor do Instituto de Registro Imobiliário do Brasil (Irib), Sérgio Busso, é a compra de uma propriedade sem que o registro imobiliário seja conferido.

Venda comprometida
Algumas vezes, ao confiar na idoneidade de construtoras ou imobiliárias, o comprador compromete todo o seu futuro na nova casa, pois, ao cometer esta falha, ele estará impedido de vender o bem posteriormente. "Muitas vezes, salas ou apartamentos são anunciadas para lançamento sem que todo o processo seja concluído. Aí, depois de pagar entrada e lavrarem compromisso de compra, descobrem que não havia registro imobiliário", exemplifica Busso.

Situação "rara" na Capital
Sobre a incidência de casos semelhantes ao descrito pelo diretor do Irib em Fortaleza, o representante do Conselho Regional de Corretores e Imóveis do Ceará (Creci-CE) junto ao órgão federal, o Cofeci, Armando Cavalcante, diz não haver muitos. "De um modo geral, as nossas construtoras são muito corretas. Dificilmente, você vai encontrar um lançamento sem estar registrado", argumenta.

Fiscalização acentuada
Além da consciência da iniciativa privada, Cavalcante atribui ao clima de segurança a fiscalização acentuada tanto pelos órgãos do setor de construção civil como no Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura do Ceará (Crea-CE).

Pendências judiciaisNo entanto, ele aponta outros problemas que podem incidir sobre a aquisição de um imóvel: "Alguns prédios aqui em Fortaleza, não podem ter a escritura transferida porque os donos respondem por processos na Justiça", contou, exemplificando que as infrações correspondem a motivos diversos, incluindo, por exemplo, até invasões a terrenos da Marinha.

Sobre estas condições, mesmo conseguindo efetuar a compra, caso o bem esteja como garantia de dívida, o negócio poderá ser desfeito e a transferência anulada.

Verificação no cartório
O diretor do Irib ainda ressalta a importância de ir ao cartório e conferir o memorial de incorporação, o qual contém informações sobre a quem pertenceu e de quem é o bem. De acordo com ele, alguns imóveis podem ter registro imobiliário, mas a descrição contida nela não corresponde a repassada ao cliente. "Em todas as questões, o comprador pode recorrer a um advogado especializado em direito imobiliário para conhecer seus direitos", aconselha.

Bens rurais
Ele ainda alerta para os cuidados que devem ser tomados em relação à localidade da propriedade. No caso de o imóvel estar em área rural, uma prova de cadastro regular deve ser conferida junto ao Incra e comprovantes do pagamento do Imposto Territorial Rural dos últimos cinco anos, "sem o qual não dá para lavrar escritura".

PARA SINDUSCON
Burocracia colabora no surgimento de ilegais
Responsáveis diretas pela finalização dos imóveis postos a venda, as associadas do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Ceará (Sinduscon-CE) atribuem o aumento de imobiliárias ou construtoras que trabalham com condições ilegais à burocracia e ao grande número de documentos solicitados para o início das obras. Em média, o alvará inicial, requerido ao órgão de Meio Ambiente responsável, chega a demorar três anos em Fortaleza.

Enquanto isso, em outros estados, o mesmo documento leva apenas três meses para sair, de acordo com o vice-presidente do Sinduscon-CE, André Montenegro. Isso, segundo argumentou, contribui para o surgimento de empresas que burlam o sistema e passam a lançar seus empreendimentos sem as devidas licenças e documentos.

Consulta
Consequentemente, o preço do imóvel vendido por essas empresas passa a ser mais em conta. No entanto, como alertou Montenegro, o futuro do bem adquirido é comprometido.

"A gente aconselha que o comprador consulte as construtoras e corretores para que seja apresentado o documento de incorporação do imóvel, mostrando que é uma operação lícita", afirma. Além do alvará, documentos como o Habitse - solicitado às Secretarias Executivas Regionais - e no final, o de incorporação - pedido no cartório de registro -, compõem a lista necessária da operação de compra. (AOL)

Preços dos imóveis avançam 1,9% em setembro


O preço dos imóveis no país avançou, em média, 1,9% em setembro, frente ao mês anterior. O dado mostra aceleração em relação a agosto, quando a alta foi de 1,7%.
O levantamento, realizado em sete capitais pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) em pareceria com a Zap Imóveis, mostra que o preço dos imóveis avançou em média 29% nos últimos 12 meses.
No período, as maiores variações acumuladas ocorreram no Rio de Janeiro (41%) e no Recife (30%).
Em São Paulo, os preços anunciados subiram em média 21% em 2011, sendo que desde janeiro de 2008, a alta foi de 113%. A região do Ibirapuera e Vila Nova Conceição, na Zona Sul da cidade, é de líder no preço por metro quadrado, com R$ 8.837.
No Rio de Janeiro, o Leblon, onde o metro quadrado custa por R$ 16.347, lidera a lista dos maiores preços. Já a região de Anchieta apresentou novamente o menor valor, a R$ 1.058 por metro quadrado.

Fonte: Brasil Economico

Ações de incorporadoras ensaiam recuperação na bolsa


Dados da PDG referentes ao terceiro trimestre têm boa recepção no mercado; analista recomenda atenção ao caixa das empresas.
As ações do setor imobiliário atravessaram a terça-feira (4/10) em terreno azul, se destacando na ponta positiva do Ibovespa, o principal índice de ações da bolsa brasileira.
O salto nos preços dos papéis de incorporadoras e construtoras veio um dia depois da PDG Realty exibir seus números de lançamentos e vendas no terceiro trimestre.
Se no caso da PDG o desempenho mais robusto não surpreendeu tanto, ao menos serviu como um alento sobre o que esperar dos resultados de suas concorrentes.
"A performance da PDG tem sido consistente ao longo do ano e, portanto, acreditamos que os dados do terceiro trimestre revelam a capacidade da empresa de sustentar um ritmo forte de crescimento", dizem os analistas do Santander, Flavio Queiroz, Fabiola Gama e Gonzalo Fernándes, em relatório.
A PDG alcançou um volume de lançamentos de R$ 2,654 bilhões em Valor Geral de Vendas (VGV) durante o terceiro trimestre. As vendas contratadas da empresa totalizaram R$ 1,913 bilhão, ficando 3,3% maior do que no ano passado.
As ações da PDG fecharam em alta de 4,09% (para R$ 6,10). Os papéis de Rossi Residencial, MRV e Gafisa subiram 7,42% (para R$ 8,98), 6,26% (R$ 9,67) e 4,54% (R$ 5,30), respectivamente.
O ano não sido favorável para os papéis de incorporadoras de imóveis na Bovespa, que se situam com ênfase dentre as principais desvalorizações acumuladas em 2011.
Não bastasse a crise financeira, razão pela qual poucos setores escapam, as medidas do governo para conter o consumo e a escalada nos juros no começo do ano abateram fortemente as componentes da área de imóveis na bolsa.
Para o analista Marcello Milman, do departamento de análise do BTG Pactual, o investidor deve ficar atento ao fluxo de caixa das incorporadoras nesta temporada de balanços.
"Tendo queimado cerca de R$ 500 milhões do caixa no último trimestre, uma evolução tímida no terceiro trimestre pode evitar uma retomada mais significativa nas ações da PDG", alerta Milman em relatório.
Longo prazo
Luiz Mauricio Garcia, Carlos Firetti e Alain Nicolau, membros da equipe da Bradesco Corretora, pedem atenção aos fundamentos de longo prazo da indústria imobiliária no Brasil.
"Vemos as empresas do setor se beneficiando de impulsos poderosos que devem continuar a prevalecer no Brasil, como taxa baixa de desemprego e uma demanda elevada de uma vasta população jovem", destacam os analistas em relatório.
Diante das fortes perdas do setor na bolsa, a sugestão agora é escolher o caso mais atrativo de retomada.
As ações preferidas da equipe da Bradesco Corretora são: Cyrela, Brookfield, Gafisa, Helbor, Rossi e PDG

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Associação pede o aumento do teto do FGTS para compra da casa própria

Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança) encaminhou para o Banco Central uma proposta de ampliação do teto do FGTS  (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) para a compra da casa própria.
Em nota, a Associação afirmou que o FGTS tem papel fundamental no financiamento imobiliário, pois pode ser usado na entrada e ao longo do financiamento, possibilitando que o trabalhador quite antecipadamente sua dívida com o agente financeiro.
Embora não divulgue qual valor está em negociação, a associação aguarda posicionamento do Banco Central, que ainda não está previsto.
Financiamento
Atualmente, o dinheiro do FGTS só pode ser usado para a compra de imóveis de até R$ 500 mil. Até o início de março de 2009, esse valor era de R$ 350 mil.
Só no primeiro semestre deste ano, foram sacados R$ 27,92 bilhões do FGTS, sendo que, deste total, 13,1% ou R$ 3,67 bilhões foram destinados à compra da casa própria.

Fonte: Infomoney

Pensando em um financiamento imobiliário? Veja 10 dicas para evitar prejuízos

Dados do Banco Central mostram que o avanço do financiamento imobiliário vem impulsionando o crescimento das operações de crédito no Brasil. Para se ter uma ideia, em 12 meses terminados em junho, o financiamento de imóveis acumulou alta de 50%. Tanto crescimento só comprova o fato de que, para muitos brasileiros, o sonho da casa própria tem de passar pelo crédito.

No entanto, como geralmente se trata de uma dívida de longo prazo, que compromete o orçamento do comprador e o de sua família por 20 ou até 30 anos, o financiamentoimobiliário deve ser contratado com muito cuidado.

Para ajudar o futuro comprador que opta por financiar o imóvel, o presidente da Amspa (Associação dos Mutuário de São Paulo e Adjacências), Marco Aurélio Luz, dá as orientações abaixo:

1. Antes de tudo, a pessoa deve fazer uma compra consciente do imóvel, verificando fatores como a infraestrutura do local onde pretende morar – como transportes, presença de supermercados e outros estabelecimentos comerciais e escolas – e se a região está se valorizando ou não.

2. O segundo passo, observa o especialista, é fazer um levantamento completo da construtora e da incorporadora, verificar se o empreendimento está devidamente registrado no cartório de imóveis, se o memorial descritivo também está registrado no cartório e se não há processos ou problemas que venham a desabonar não só o CNPJ dessa construtora, como seus representantes. Também é preciso pedir uma minuta do contrato e, de preferência, levá-la para análise de um advogado especialista do ramo imobiliário.

3. Ainda em relação ao contrato, quando se trata de imóvel na planta, é importante que conste uma multa contratual, no caso de a construtora atrasar a obra, de valor equivalente ao que o mutuário pagaria, caso fique inadimplente com alguma prestação do financiamento. Esta multa geralmente é de 1% a 2% do valor da prestação. “Tem de ser uma multa equilibrada para ambas as partes”, diz o presidente da Amspa, lembrando ainda que a data de entrega do imóvel pronto deve estar bem clara no contrato.

4. Na hora de optar por um plano para liquidar a dívida do financiamento, o comprador deve dar preferência ao sistema SAC (sistema de amortização crescente), que, segundo Marco Aurélio Luz, gera menor saldo de amortização do que a tabela Price.

Vale lembrar que, no SAC, as parcelas variam de valor, sendo mais caras no início e mais baratas no final do financiamento. Apesar de as parcelas mensais serem diferentes, a quitação do valor principal do empréstimo é sempre a mesma, variando apenas a quantidade de juros que se paga. Na tabela Price, por sua vez, o comprador paga sempre o mesmo valor das prestações, do início ao fim do financiamento. Só que o saldo devedor é amortizado de maneira mais lenta, porque a prestação é composta mais por juros do que por amortização.

5. No caso de imóvel na planta, o presidente da Amspa aconselha o comprador a verificar que esteja bem claro no contrato o índice de correção das parcelas. Durante as obras, explica ele, as prestações devem ser corrigidas pelo INCC (Índice Nacional da Construção Civil) e não podem ser cobrados juros. Depois das entrega das chaves, pode-se cobrar juros de 12% ao ano mais correção.

6. Cuidado para a dívida não comprometer demais o orçamento. Neste ponto, Luz recomenda que, primeiro, a pessoa coloque em uma planilha todas as suas despesas principais e só do que sobrar tire 30% para destinar ao pagamento da dívida do financiamento. “Para ficar mais tranquilo ainda, seria muito interessante se o comprador conseguisse pagar a prestação e fazer uma reserva para investir e lá na frente conseguir quitar o imóvel antecipadamente e ter um desconto ou amortizar o saldo devedor para pagar menos juros, porque o prazo de pagamento diminuindo ele paga menos juros”, diz ele.

7. No caso de um imóvel já pronto, o presidente da Amspa diz que, se possível, o comprador ofereça pelo menos 40% de entrada. “No caso do imóvel comprado na planta, aconselho o pagamento parcelado durante o período de obras e não mais do que 30%, porque, se ocorrer algum problema lá na frente, o comprador pode perder tudo o que pagou. Se a construtora for à falência ou se houver algum problema na obra, o comprador pode até receber o dinheiro de volta, mas pode ser um processo muito demorado”, explica.

8. O comprador deve reservar dinheiro para os custos extras, que vão além das prestações do financiamento, como as despesas com cartório, por exemplo, que giram de 2% a 3% do valor do imóvel, que são as despesas com escritura e também com registro.

9. Caso opte pelo financiamento bancário, é importante que o comprador faça uma pesquisa das taxas de juros. “O comprador não deve deixar se seduzir por aquele banco que está financiando a obra junto com a construtora. A pessoa não é obrigada a aceitar este banco, se não, é venda casada, que vai contra o Código de Defesa do Consumidor”, explica Luz, que recomenda que se converse primeiramente com o gerente do banco no qual o comprador é correntista ou já tem alguma aplicação, já que, dependendo do relacionamento com a instituição, ele pode conseguir condições melhores. “Mas essa conversa tem de ser feita com certa antecedência. Não adianta chegar no gerente e falar “estou precisando de um financiamento para ontem”, porque ele pode jogar a taxa de juros lá em cima”, afirma ele.

Outro ponto importante a se observar, explica Luz, é que o banco financiador pode até oferecer uma taxa de juros mais baixa, mas cobra uma taxa de administração mais alta, para compensar.

10. Por fim, o presidente da Amspa lembra que o comprador pode (e deve) acompanhar a evolução do financiamento por meio de boletos mensais, que, por sua vez, devem conter: prestação de amortização, seguros obrigatórios, taxa de administração, saldo devedor, número da prestação que está sendo paga e prazo do financiamento.

Fonte: Infomoney

domingo, 2 de outubro de 2011

Material de construção: 64% da indústria está otimista para setembro


A expectativa otimista quanto ao fechamento das vendas de setembro no mercado interno predomina entre empresários da indústriade materiais de construção, segundo revela a Sondagem de Expectativas, divulgada nesta quinta-feira (29) pela Abramat (Associação Brasileira das Indústriasde Materiais de Construção).
Na avaliação, 64% das empresas ainda mantém expectativas positivas quanto à venda de materiais de construção neste mês, apesar de uma queda de 5 pontos percentuais em relação a agosto. Já 36% das empresas consultadas acreditam que os resultados obtidos serão regulares e nenhuma delas mantém uma expectativa pessimista do mercado.
Quanto às vendas ao mercado externo, as expectativas regulares somam 30% e o índice de pessimismo fica em 30%. Uma parcela de 40% dos empresários ouvidos está otimista para as vendas de setembro.
Perspectivas para outubroEm relação a outubro, as projeções para as vendas do mercado interno são otimistas em 74% dos casos. As perspectivas regulares somam 26% e as negativas são nulas até o momento.
No que se refere ao mercado externo, a expectativa se mantém tal qual a do mês de setembro, com 30% para o percentual regular e 30% para o pessimista. Já o índice de otimismo totaliza 40%.
Mais resultadosO levantamento apontou que 54% das empresas têm boas expectativas em relação às ações do governo para o setor da construção civil nos próximos 12 meses: o crescimento foi de 16 pontos percentuais. O índice era de 38% em agosto.
“Apesar das ações do governo de conter a inflação e da nova crise mundial, há uma expectativa otimista do setor, em função da segunda etapa do Minha Casa Minha Vida e das obras para a Copa do Mundo”, avalia o presidente da associação, Melvyn Fox.
As pretensões de investimentos nos próximos 12 meses apresentaram alta de oito pontos percentuais em relação a agosto, atingindo 77%. Contudo, o índice ainda se manteve abaixo do padrão observado no mesmo período do ano passado, quando a pretensão registrada foi de 78%.
A estatística apontou também uma baixa significativa nas empresas que avaliaram as ações do governo  nacionalpara o setor. No total, 47% das organizações se posicionaram como 'indiferentes' em setembro, enquanto que em agosto este número foi de 54%.

Mercado imobiliário está de olho no envelhecimento da população



Os idosos formam um público que atrai os empresários e imóveis são construídos pensando no bem estar dos mais velhos
No próximo sábado (01/10) será comemorado o Dia Internacional do Idoso. A data homenageia uma população que cresce cada vez mais no Brasil. Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), desde 1991 o número de idosos aumentou 2,6% e hoje a quantidade de pessoas com 65 anos ou mais ultrapassa os 14 milhões de pessoas. “Com as mudanças nas características demográficas da população brasileira o mercado imobiliário tem que adequar constantemente”, ressalta Elizabeth dos Santos Silva Freitas, vice-presidente da Primar Administradora de Bens.
E os mais velhos vão engordar ainda mais as estatísticas, pois o IBGE afirma que a expectativa de vida dos brasileiros em 2020 será de 76,1 anos e em 2050 deve chegar a 81,3 anos. Para atender esta parcela da população o mercado imobiliário utiliza diferentes tipos de estratégia. “Levando em consideração as principais queixas dos idosos em relação à moradia, as construções passaram a ser planejadas de maneira que se adaptem as necessidades das pessoas da terceira idade e que sirvam também para outras faixas etárias”, destaca.
Entre as reclamações de quem vive a melhor idade estão à ausência de elevadores e rampas nos prédios e edificações, acessos que dificultam a entrada nos imóveis, portas estreitas – o que dificulta a movimentação de um idoso que utilize andador, bengala ou cadeira de rodas -, banheiros com poucos ou sem pontos de apoio para facilitar a hora do banho e a falta de pisos antiderrapantes. “Fechaduras sem alça, iluminação precária dos ambientes e áreas comuns que não são adaptadas para a circulação de idosos também estão entre as insatisfações”, aponta.
Os novos empreendimentos têm que se adaptar a realidade deste nicho de mercado, que além de exigente possui um nível de renda bem maior do que muitos jovens e adultos ativos economicamente. “A demanda é o que mais atraiu a atenção do mercado. Para não perder nenhum negócio há imóveis que não são feitos especialmente para os idosos, mas são construídos pensando no futuro. Ou seja, os espaços são mais amplos e com a estrutura adequada para que na velhice dos proprietários eles já estejam prontos para atendê-los”, observa.
É preciso considerar ainda as constituições familiares contemporâneas, na quais moram sob o mesmo teto gerações diferentes. “Muitos idosos moram com seus filhos, netos e até bisnetos. Em uma mesma moradia pode-se ter vários perfis, com crianças e pessoas mais velhas ao mesmo tempo. Por este motivo os projetos estão mudando de perfil e se adequando para atender a diferentes idades de apenas uma só vez. Além disso, em qualquer etapa da vida todos buscam mais conforto e segurança”, pontua.
Considerado como um público com alto potencial de compra, quem está na terceira idade também ganha alguns mimos em condomínios que estão de olho na qualidade de vida dos seus moradores mais velhos. “Muitos empreendimentos estão consolidando uma cultura de inclusão dos idosos e não apenas das crianças, jovens e adultos. Salões de festas, piscinas e outras áreas comuns ganham áreas de circulação mais amplas e acessórios que facilitam a vida dos idosos. A capacitação dos funcionários para atender melhor os mais velhos é outra estratégia utilizada”, conta.
Todas estas alterações na estrutura e a qualificação profissional voltada ao atendimento dos mais velhos têm como objetivo evitar as quedas em ambientes domésticos, prestar socorro rápido em situações de emergência e tornar o contato entre os profissionais e os idosos mais agradável. “Em geral as pessoas mais velhas gostam de atenção, gentileza e não tem tanta pressa. Por isso é fundamental que os funcionários saibam como lidar com este público, até mesmo pelas diferentes características, como o passo mais lento e o uso de cadeiras de rodas”, acrescenta.

sábado, 1 de outubro de 2011

Ministério revela que aumentaram os investimentos empresariais no país


 Dados da Rede Nacional de Informações sobre o Investimento (Renai), do Ministério do Desenvolvimento Indústria e Comercio (MDIC)registrou que 794 anúncios de novos investimentos somam US$ 268,8 bilhões – 43,8% mais projetos e 18,5% mais recursos do que em 2009.
Para o senador Vital do Rêgo (PMDB), os outros dois fatores que motivam o empresariado é o país ser visto como porta de entrada para o mercado sulamericano e pela forte demanda internacional por commodities, são o resultado de 2010, que não considera fusões e aquisições e demonstra a consolidação de um novo patamar de investimento no Brasil - tanto de recursos nacionais ou por Investimento Estrangeiro Direto, que foi de US$ 48,4 bilhões em 2010 - 86% mais do que em 2009, outro motivo é o Programa de Sustentação do Investimento (PSI), do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) que foi apontado como um importante apoio para a retomada do investimento no País em meio à conjuntura de crise econômica e financeira mundial, pois os desembolsos do BNDES tiveram um aumento de 34,5% entre 2009 e 2010, passando de US$ 71,6 bilhões para US$ 96,3 bilhões.
O parlamentar lembrou que a perspectiva para 2011 é a manutenção do patamar, pois há projeções de fluxos de Investimento Estrangeiro Direto (IED) acima de US$ 60 bilhões. “A estimativa de desembolso do BNDES fica em torno de R$ 145 bilhões - abaixo do valor registrado em 2010, pois há uma tendência de diversificação das fontes de financiamento ao investimento no Brasil”, disse.
Recentemente o peemedebista comentou o estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), segundo o qual o Brasil será um dos principais destinos de investimentos estrangeiros diretos no mundo nos próximos 12 meses, mesmo com a crise internacional.
O senador em julho deste ano já previa segundo relatório da Unctad (agência da ONU para o comércio e o desenvolvimento) o crescimento do país que pulou do do 15° lugar, em 2009, para 5° no ranking dos países que mais receberam Investimentos Estrangeiros Diretos (IED) em 2010 e que tais investimentos se manteriam mesmo com a probabilidade de uma crise internacional.
Vital esclareceu que em 2009, em razão da crise econômica internacional, o Brasil havia sofrido uma diminuição de 42% no volume de IED, uma queda que assegura ser acima da média mundial naquele ano. Já em 2010, os Estados Unidos lideram novamente o ranking do estudo da Unctad, com ingresso de US$ 228 bilhões em investimentos diretos estrangeiros, o que representou um aumento de 49%. “Para mim um dos responsáveis pelo salto do IED no Brasil em 2010 foi a entrada de mais de US$ 15 bilhões em dezembro, dos quais US$ 7,1 bilhões se referem à venda de 40% da unidade brasileira da companhia espanhola Repsol ao grupo petrolífero chinês Sinopec. Outro motivo que ressalto foi que o estudo foi divulgado em um momento de valorização do real em relação ao dólar, situação favorecida pela entrada de recursos estrangeiros. Nessa última segunda-feira por exemplo, o dólar comercial caiu para R$ 1,543, menor valor desde janeiro de 1999”, afirmou Vital.

IED

O IED representa investimentos voltados para a produção, como a criação de fábricas e diversas operações empresariais internacionais, como fusões e aquisições, compra de participações acionárias, empréstimos para filiais e reinvestimento dos lucros.
Alguns dados importantes que figuram nesta nova pesquisa do Ipea segundo o parlamentar peemedebista, entre eles é o que aponta o Brasil entre os maiores destinos dos investimentos estrangeiros diretos nos próximos 12 anos para 70% dos entrevistados ante os 56% que tinham a mesma perspectiva na pesquisa anterior. Outro fator alegado por Vital é quanto à desigualdade de renda no país, pois o estudo aponta redução de 28 pontos para 18 pontos neste indicador. “Isso ocorreu também com o indicador relativo à pobreza, que caiu de 40 para 25. O indicador é favorável, porque mostra que haverá diminuição da pobreza e melhoria na distribuição de renda nos próximos meses”, disse. Para ele, a mudança da percepção dos agentes internacionais, nos últimos três meses, provavelmente sofreu o impacto da diminuição do crescimento da economia.
O senador Vital do Rego no intuito de trazer mais recursos estrangeiros para a Paraíba está articulando a inclusão do Porto de Cabedelo na rota dos novos cruzeiros marítimos. O parlamentar já se reuniu com representantes da Associação Brasileira de Cruzeiros Marítimos (Abremar), representantes da Operadora de Cruzeiros MSC, uma das maiores do mundo, o presidente da Companhia Docas da Paraíba, Wilbor Jácome, dentre outras pessoas envolvidas com o trade turístico paraibano. “Para que tal benefício venha a Paraíba estou na luta para que a dragagem do porto seja feita da melhor forma e num período mais breve possível. As questões do Porto de Cabedelo tem que ser resolvidas com a união de todos, independente das questões políticas”, afirmou Vital.
América do Sul
O senador pemedebista garantiu que a América do Sul foi a região do mundo que registrou a maior alta do IED em 2010. O aumento do ingresso de investimentos foi de 56%, totalizando recursos de US$ 86 bilhões. “O Brasil representou sozinho 56% desse volume”, disse Vital.
Emergentes
O estudo da Unctad também revela segundo o senador que os países emergentes foram em 2010 os “novos pesos pesados” do IED mundial. Os países em desenvolvimento e em transição absorveram pela primeira vez mais da metade dos fluxos mundiais de investimentos estrangeiros diretos (entradas de recursos), que totalizaram US$ 1,24 trilhão em 2010. A agência da ONU prevê novo crescimento do IED em 2011, que deverá atingir entre U$ 1,4 trilhão e US$ 1,6 trilhão neste ano.

Fonte: WSCOM Online

terça-feira, 27 de setembro de 2011

INDICADORES DO MERCADO IMOBILIÁRIO 2011




INCC-DI
Ano: 19951996
índice
MêsíndiceVar% MêsAcum. Ano%Acum. 12 meses%
JAN109,176
FEV111,4532,09%
MAR115,1313,30%
ABR117,7742,30%
MAI128,0988,77%
JUN132,0903,12%
JUL133,5241,09%
AGO134,3530,62%
SET135,3180,72%
OUT136,4840,86%
NOV137,4780,73%
DEZ138,6640,86%
Fonte: FGV
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1995Ano: 19961997
índice
MêsíndiceVar% MêsAcum. Ano%Acum. 12 meses%
JAN140,7661,52%1,52%28,93%
FEV140,9260,11%1,63%26,44%
MAR142,3130,98%2,63%23,61%
ABR142,6630,25%2,88%21,13%
MAI145,7422,16%5,10%13,77%
JUN147,9861,54%6,72%12,03%
JUL149,0950,75%7,52%11,66%
AGO149,4450,23%7,77%11,23%
SET149,7720,22%8,01%10,68%
OUT150,1620,26%8,29%10,02%
NOV151,0350,58%8,92%9,86%
DEZ151,9220,59%9,56%9,56%
Fonte: FGV
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1996Ano: 19971998
índice
MêsíndiceVar% MêsAcum. Ano%Acum. 12 meses%
JAN152,4080,32%0,32%8,27%
FEV153,1470,48%0,81%8,67%
MAR154,2600,73%1,54%8,39%
ABR154,6160,23%1,77%8,38%
MAI155,9530,86%2,65%7,01%
JUN157,6871,11%3,79%6,56%
JUL158,4850,51%4,32%6,30%
AGO160,3521,18%5,55%7,30%
SET160,7800,27%5,83%7,35%
OUT161,0240,15%5,99%7,23%
NOV161,8970,54%6,57%7,19%
DEZ162,2710,23%6,81%6,81%
Fonte: FGV
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1997Ano: 19981999
índice
MêsíndiceVar% MêsAcum. Ano%Acum. 12 meses%
JAN162,8050,33%0,33%6,82%
FEV163,5930,48%0,81%6,82%
MAR164,3610,47%1,29%6,55%
ABR163,535-0,50%0,78%5,77%
MAI165,1330,98%1,76%5,89%
JUN165,7810,39%2,16%5,13%
JUL166,3450,34%2,51%4,96%
AGO166,7050,22%2,73%3,96%
SET166,7290,01%2,75%3,70%
OUT166,7380,01%2,75%3,55%
NOV166,657-0,05%2,70%2,94%
DEZ166,7330,05%2,75%2,75%
Fonte: FGV
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1998Ano: 19992000
índice
MêsíndiceVar% MêsAcum. Ano%Acum. 12 meses%
JAN167,6480,55%0,55%2,97%
FEV169,2880,98%1,53%3,48%
MAR170,2210,55%2,09%3,57%
ABR171,1000,52%2,62%4,63%
MAI172,5780,86%3,51%4,51%
JUN173,2790,41%3,93%4,52%
JUL174,0740,46%4,40%4,65%
AGO175,2800,69%5,13%5,14%
SET176,7850,86%6,03%6,03%
OUT178,5741,01%7,10%7,10%
NOV180,2070,91%8,08%8,13%
DEZ182,0841,04%9,21%9,21%
Fonte: FGV
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1999Ano: 20002001
índice
MêsíndiceVar% MêsAcum. Ano%Acum. 12 meses%
JAN184,0391,07%1,07%9,78%
FEV185,4610,77%1,85%9,55%
MAR186,4920,56%2,42%9,56%
ABR187,6040,60%3,03%9,65%
MAI190,1361,35%4,42%10,17%
JUN191,5270,73%5,19%10,53%
JUL192,1040,30%5,50%10,36%
AGO192,8460,39%5,91%10,02%
SET193,3420,26%6,18%9,37%
OUT193,9840,33%6,54%8,63%
NOV194,7890,41%6,98%8,09%
DEZ196,0370,64%7,66%7,66%
Fonte: FGV
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2000Ano: 20012002
índice
MêsíndiceVar% MêsAcum. Ano%Acum. 12 meses%
JAN197,1740,58%0,58%7,14%
FEV197,8490,34%0,92%6,68%
MAR198,3880,27%1,20%6,38%
ABR199,1120,36%1,57%6,13%
MAI203,3212,11%3,72%6,93%
JUN205,6821,16%4,92%7,39%
JUL206,7420,52%5,46%7,62%
AGO208,0260,62%6,12%7,87%
SET209,1740,55%6,70%8,19%
OUT211,1220,93%7,69%8,83%
NOV212,6760,74%8,49%9,18%
DEZ213,3930,34%8,85%8,85%
Fonte: FGV
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2001Ano: 20022003
índice
MêsíndiceVar% MêsAcum. Ano%Acum. 12 meses%
JAN214,1620,36%0,36%8,62%
FEV215,3990,58%0,94%8,87%
MAR216,5770,55%1,49%9,17%
ABR217,2880,33%1,83%9,13%
MAI222,7932,53%4,41%9,58%
JUN224,0540,57%5,00%8,93%
JUL224,7120,29%5,30%8,69%
AGO226,9681,00%6,36%9,11%
SET228,5760,71%7,12%9,28%
OUT231,1671,13%8,33%9,49%
NOV236,8302,45%10,98%11,36%
DEZ240,8611,70%12,87%12,87%
Fonte: FGV
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2002Ano: 20032004
índice
MêsíndiceVar% MêsAcum. Ano%Acum. 12 meses%
JAN244,4891,51%1,51%14,16%
FEV247,8981,39%2,92%15,09%
MAR251,3181,38%4,34%16,04%
ABR253,5850,90%5,28%16,70%
MAI260,7782,84%8,27%17,05%
JUN263,5161,05%9,41%17,61%
JUL266,1320,99%10,49%18,43%
AGO269,9671,44%12,08%18,94%
SET270,5550,22%12,33%18,37%
OUT272,3250,65%13,06%17,80%
NOV275,1521,04%14,24%16,18%
DEZ275,5940,16%14,42%14,42%
Fonte: FGV
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2003Ano: 20042005
índice
MêsíndiceVar% MêsAcum. Ano%Acum. 12 meses%
JAN276,4900,33%0,33%13,09%
FEV279,2431,00%1,32%12,64%
MAR282,4701,16%2,49%12,40%
ABR284,1280,59%3,10%12,04%
MAI289,3171,83%4,98%10,94%
JUN291,3480,70%5,72%10,56%
JUL294,6251,12%6,91%10,71%
AGO297,0030,81%7,77%10,01%
SET298,7220,58%8,39%10,41%
OUT302,2751,19%9,68%11,00%
NOV304,4290,71%10,46%10,64%
DEZ305,9740,51%11,02%11,02%
Fonte: FGV
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2004Ano: 20052006
índice
MêsíndiceVar% MêsAcum. Ano%Acum. 12 meses%
JAN308,2840,75%0,75%11,50%
FEV309,6460,44%1,20%10,89%
MAR311,7330,67%1,88%10,36%
ABR313,9770,72%2,62%10,51%
MAI320,5242,09%4,76%10,79%
JUN322,9740,76%5,56%10,86%
JUL323,3320,11%5,67%9,74%
AGO323,3820,02%5,69%8,88%
SET324,1640,24%5,94%8,52%
OUT324,7820,19%6,15%7,45%
NOV325,7030,28%6,45%6,99%
DEZ326,9150,37%6,84%6,84%
Fonte: FGV
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2005Ano: 20062007
índice
MêsíndiceVar% MêsAcum. Ano%Acum. 12 meses%
JAN328,0420,34%0,34%6,41%
FEV328,6510,19%0,53%6,14%
MAR329,3200,20%0,74%5,64%
ABR330,5010,36%1,10%5,26%
MAI334,8671,32%2,43%4,47%
JUN337,8920,90%3,36%4,62%
JUL339,4840,47%3,84%5,00%
AGO340,2830,24%4,09%5,23%
SET340,6700,11%4,21%5,09%
OUT341,3690,21%4,42%5,11%
NOV342,1590,23%4,66%5,05%
DEZ343,4010,36%5,04%5,04%
Fonte: FGV
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2006Ano: 20072008
índice
MêsíndiceVar% MêsAcum. Ano%Acum. 12 meses%
JAN344,9430,45%0,45%5,15%
FEV345,6820,21%0,66%5,18%
MAR346,6170,27%0,94%5,25%
ABR348,1940,45%1,40%5,35%
MAI352,2041,15%2,56%5,18%
JUN355,4560,92%3,51%5,20%
JUL356,5450,31%3,83%5,03%
AGO357,4670,26%4,10%5,05%
SET359,2760,51%4,62%5,46%
OUT361,1020,51%5,15%5,78%
NOV362,4030,36%5,53%5,92%
DEZ364,5250,59%6,15%6,15%
Fonte: FGV
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2007Ano: 20082009
índice
MêsíndiceVar% MêsAcum. Ano%Acum. 12 meses%
JAN365,9060,38%0,38%6,08%
FEV367,3820,40%0,78%6,28%
MAR369,8120,66%1,45%6,69%
ABR373,0310,87%2,33%7,13%
MAI380,5822,02%4,40%8,06%
JUN387,9061,92%6,41%9,13%
JUL393,5561,46%7,96%10,38%
AGO398,2021,18%9,24%11,40%
SET401,9750,95%10,27%11,88%
OUT405,0900,77%11,13%12,18%
NOV407,1090,50%11,68%12,34%
DEZ407,8070,17%11,87%11,87%
Fonte: FGV
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2008Ano: 20092010
índice
MêsíndiceVar% MêsAcum. Ano%Acum. 12 meses%
JAN409,1660,33%0,33%11,82%
FEV410,2620,27%0,60%11,67%
MAR409,216-0,25%0,35%10,66%
ABR409,042-0,04%0,30%9,65%
MAI414,7421,39%1,70%8,98%
JUN417,6570,70%2,42%7,67%
JUL418,7570,26%2,69%6,40%
AGO418,528-0,05%2,63%5,10%
SET419,1470,15%2,78%4,27%
OUT419,4050,06%2,84%3,53%
NOV420,6350,29%3,15%3,32%
DEZ421,0510,10%3,25%3,25%
Fonte: FGV
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2009Ano: 20102011
índice
MêsíndiceVar% MêsAcum. Ano%Acum. 12 meses%
JAN423,7400,64%0,64%3,56%
FEV425,2680,36%1,00%3,66%
MAR428,4760,75%1,76%4,71%
ABR432,0790,84%2,62%5,63%
MAI439,9141,81%4,48%6,07%
JUN444,7181,09%5,62%6,48%
JUL446,6880,44%6,09%6,67%
AGO447,2960,14%6,23%6,87%
SET448,2220,21%6,45%6,94%
OUT449,1030,20%6,66%7,08%
NOV450,7630,37%7,06%7,16%
DEZ453,7660,67%7,77%7,77%
Fonte: FGV
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2010Ano: 2011
índice
MêsíndiceVar% MêsAcum. Ano%Acum. 12 meses%
JAN455,6190,41%0,41%7,52%
FEV456,9170,28%0,69%7,44%
MAR458,8870,43%1,13%7,10%
ABR463,7661,06%2,20%7,33%
MAI477,4052,94%5,21%8,52%
JUN479,1830,37%5,60%7,75%
JUL481,3300,45%6,07%7,76%
AGO481,9660,13%6,21%7,75%
Fonte: FGV








IGP-M













Ano: 19951996
índice
MêsíndiceVar% MêsAcum. Ano%Acum. 12 meses%
JAN108,442
FEV109,9451,39%
MAR111,1781,12%
ABR113,5182,10%
MAI114,1710,58%
JUN116,9842,46%
JUL119,1141,82%
AGO121,7292,20%
SET120,869-0,71%
OUT121,5030,52%
NOV122,9551,20%
DEZ123,8330,71%
Fonte: FGV
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1995Ano: 19961997
índice
MêsíndiceVar% MêsAcum. Ano%Acum. 12 meses%
JAN125,9771,73%1,73%16,17%
FEV127,2020,97%2,72%15,70%
MAR127,7150,40%3,13%14,87%
ABR128,1300,32%3,47%12,87%
MAI130,1211,55%5,08%13,97%
JUN131,4451,02%6,15%12,36%
JUL133,2131,35%7,57%11,84%
AGO133,5870,28%7,88%9,74%
SET133,7220,10%7,99%10,63%
OUT133,9780,19%8,19%10,27%
NOV134,2420,20%8,41%9,18%
DEZ135,2250,73%9,20%9,20%
Fonte: FGV
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1996Ano: 19971998
índice
MêsíndiceVar% MêsAcum. Ano%Acum. 12 meses%
JAN137,6131,77%1,77%9,24%
FEV138,2040,43%2,20%8,65%
MAR139,7951,15%3,38%9,46%
ABR140,7420,68%4,08%9,84%
MAI141,0400,21%4,30%8,39%
JUN142,0900,74%5,08%8,10%
JUL142,2210,09%5,17%6,76%
AGO142,3530,09%5,27%6,56%
SET143,0420,48%5,78%6,97%
OUT143,5670,37%6,17%7,16%
NOV144,4810,64%6,84%7,63%
DEZ145,6950,84%7,74%7,74%
Fonte: FGV
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1997Ano: 19981999
índice
MêsíndiceVar% MêsAcum. Ano%Acum. 12 meses%
JAN147,0910,96%0,96%6,89%
FEV147,3560,18%1,14%6,62%
MAR147,6350,19%1,33%5,61%
ABR147,8210,13%1,46%5,03%
MAI148,0210,14%1,60%4,95%
JUN148,5880,38%1,99%4,57%
JUL148,339-0,17%1,81%4,30%
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SET147,984-0,08%1,57%3,45%
OUT148,1000,08%1,65%3,16%
NOV147,628-0,32%1,33%2,18%
DEZ148,2910,45%1,78%1,78%
Fonte: FGV
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1998Ano: 19992000
índice
MêsíndiceVar% MêsAcum. Ano%Acum. 12 meses%
JAN149,5330,84%0,84%1,66%
FEV154,9333,61%4,48%5,14%
MAR159,3252,83%7,44%7,92%
ABR160,4590,71%8,21%8,55%
MAI159,996-0,29%7,89%8,09%
JUN160,5730,36%8,28%8,07%
JUL163,0601,55%9,96%9,92%
AGO165,6001,56%11,67%11,81%
SET167,9971,45%13,29%13,52%
OUT170,8611,70%15,22%15,37%
NOV174,9392,39%17,97%18,50%
DEZ178,0991,81%20,10%20,10%
Fonte: FGV
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1999Ano: 20002001
índice
MêsíndiceVar% MêsAcum. Ano%Acum. 12 meses%
JAN180,3011,24%1,24%20,58%
FEV180,9350,35%1,59%16,78%
MAR181,2140,15%1,75%13,74%
ABR181,6350,23%1,99%13,20%
MAI182,1890,31%2,30%13,87%
JUN183,7450,85%3,17%14,43%
JUL186,6341,57%4,79%14,46%
AGO191,0872,39%7,29%15,39%
SET193,2971,16%8,53%15,06%
OUT194,0400,38%8,95%13,57%
NOV194,5990,29%9,26%11,24%
DEZ195,8270,63%9,95%9,95%
Fonte: FGV
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2000Ano: 20012002
índice
MêsíndiceVar% MêsAcum. Ano%Acum. 12 meses%
JAN197,0450,62%0,62%9,29%
FEV197,4910,23%0,85%9,15%
MAR198,6060,56%1,42%9,60%
ABR200,5911,00%2,43%10,44%
MAI202,3240,86%3,32%11,05%
JUN204,3100,98%4,33%11,19%
JUL207,3411,48%5,88%11,09%
AGO210,2111,38%7,35%10,01%
SET210,8530,31%7,67%9,08%
OUT213,3391,18%8,94%9,95%
NOV215,6851,10%10,14%10,84%
DEZ216,1630,22%10,38%10,38%
Fonte: FGV
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2001Ano: 20022003
índice
MêsíndiceVar% MêsAcum. Ano%Acum. 12 meses%
JAN216,9440,36%0,36%10,10%
FEV217,0740,06%0,42%9,92%
MAR217,2760,09%0,51%9,40%
ABR218,4860,56%1,07%8,92%
MAI220,2920,83%1,91%8,88%
JUN223,6881,54%3,48%9,48%
JUL228,0571,95%5,50%9,99%
AGO233,3482,32%7,95%11,01%
SET238,9432,40%10,54%13,32%
OUT248,1993,87%14,82%16,34%
NOV261,0805,19%20,78%21,05%
DEZ270,8673,75%25,31%25,31%
Fonte: FGV
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2002Ano: 20032004
índice
MêsíndiceVar% MêsAcum. Ano%Acum. 12 meses%
JAN277,1732,33%2,33%27,76%
FEV283,5062,28%4,67%30,60%
MAR287,8551,53%6,27%32,48%
ABR290,5120,92%7,25%32,97%
MAI289,747-0,26%6,97%31,53%
JUN286,843-1,00%5,90%28,23%
JUL285,649-0,42%5,46%25,25%
AGO286,7350,38%5,86%22,88%
SET290,1271,18%7,11%21,42%
OUT291,2290,38%7,52%17,34%
NOV292,6570,49%8,04%12,09%
DEZ294,4550,61%8,71%8,71%
Fonte: FGV
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2003Ano: 20042005
índice
MêsíndiceVar% MêsAcum. Ano%Acum. 12 meses%
JAN297,0390,88%0,88%7,17%
FEV299,0970,69%1,58%5,50%
MAR302,4841,13%2,73%5,08%
ABR306,1511,21%3,97%5,38%
MAI310,1521,31%5,33%7,04%
JUN314,4191,38%6,78%9,61%
JUL318,5321,31%8,18%11,51%
AGO322,4121,22%9,49%12,44%
SET324,6510,69%10,25%11,90%
OUT325,9250,39%10,69%11,91%
NOV328,5880,82%11,59%12,28%
DEZ331,0050,74%12,41%12,41%
Fonte: FGV
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2004Ano: 20052006
índice
MêsíndiceVar% MêsAcum. Ano%Acum. 12 meses%
JAN332,2980,39%0,39%11,87%
FEV333,2880,30%0,69%11,43%
MAR336,1230,85%1,55%11,12%
ABR339,0300,86%2,42%10,74%
MAI338,299-0,22%2,20%9,08%
JUN336,801-0,44%1,75%7,12%
JUL335,663-0,34%1,41%5,38%
AGO333,474-0,65%0,75%3,43%
SET331,690-0,53%0,21%2,17%
OUT333,6940,60%0,81%2,38%
NOV335,0330,40%1,22%1,96%
DEZ335,006-0,01%1,21%1,21%
Fonte: FGV
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2005Ano: 20062007
índice
MêsíndiceVar% MêsAcum. Ano%Acum. 12 meses%
JAN338,0830,92%0,92%1,74%
FEV338,1280,01%0,93%1,45%
MAR337,339-0,23%0,70%0,36%
ABR335,921-0,42%0,27%-0,92%
MAI337,1850,38%0,65%-0,33%
JUN339,7120,75%1,40%0,86%
JUL340,3120,18%1,58%1,39%
AGO341,5740,37%1,96%2,43%
SET342,5610,29%2,26%3,28%
OUT344,1550,47%2,73%3,13%
NOV346,7460,75%3,50%3,50%
DEZ347,8420,32%3,83%3,83%
Fonte: FGV
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2006Ano: 20072008
índice
MêsíndiceVar% MêsAcum. Ano%Acum. 12 meses%
JAN349,5930,50%0,50%3,40%
FEV350,5240,27%0,77%3,67%
MAR351,7170,34%1,11%4,26%
ABR351,8690,04%1,16%4,75%
MAI352,0200,04%1,20%4,40%
JUN352,9360,26%1,46%3,89%
JUL353,9200,28%1,75%4,00%
AGO357,4040,98%2,75%4,63%
SET361,9971,29%4,07%5,67%
OUT365,7941,05%5,16%6,29%
NOV368,3340,69%5,89%6,23%
DEZ374,8151,76%7,75%7,75%
Fonte: FGV
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2007Ano: 20082009
índice
MêsíndiceVar% MêsAcum. Ano%Acum. 12 meses%
JAN378,9001,09%1,09%8,38%
FEV380,9060,53%1,63%8,67%
MAR383,7310,74%2,38%9,10%
ABR386,3800,69%3,09%9,81%
MAI392,5921,61%4,74%11,53%
JUN400,3821,98%6,82%13,44%
JUL407,4461,76%8,71%15,12%
AGO406,127-0,32%8,35%13,63%
SET406,5570,11%8,47%12,31%
OUT410,5240,98%9,53%12,23%
NOV412,1040,38%9,95%11,88%
DEZ411,575-0,13%9,81%9,81%
Fonte: FGV
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2008Ano: 20092010
índice
MêsíndiceVar% MêsAcum. Ano%Acum. 12 meses%
JAN409,782-0,44%-0,44%8,15%
FEV410,8490,26%-0,18%7,86%
MAR407,808-0,74%-0,92%6,27%
ABR407,181-0,15%-1,07%5,38%
MAI406,885-0,07%-1,14%3,64%
JUN406,486-0,10%-1,24%1,52%
JUL404,718-0,43%-1,67%-0,67%
AGO403,253-0,36%-2,02%-0,71%
SET404,9450,42%-1,61%-0,40%
OUT405,1290,05%-1,57%-1,31%
NOV405,5480,10%-1,46%-1,59%
DEZ404,499-0,26%-1,72%-1,72%
Fonte: FGV
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2009Ano: 20102011
índice
MêsíndiceVar% MêsAcum. Ano%Acum. 12 meses%
JAN407,0490,63%0,63%-0,67%
FEV411,8431,18%1,82%0,24%
MAR415,7340,94%2,78%1,94%
ABR418,9170,77%3,56%2,88%
MAI423,8851,19%4,79%4,18%
JUN427,4890,85%5,68%5,17%
JUL428,1500,15%5,85%5,79%
AGO431,4450,77%6,66%6,99%
SET436,4231,15%7,89%7,77%
OUT440,8291,01%8,98%8,81%
NOV447,2061,45%10,56%10,27%
DEZ450,3010,69%11,32%11,32%
Fonte: FGV
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2010Ano: 2011
índice
MêsíndiceVar% MêsAcum. Ano%Acum. 12 meses%
JAN453,8750,79%0,79%11,50%
FEV458,3971,00%1,80%11,30%
MAR461,2490,62%2,43%10,95%
ABR463,3110,45%2,89%10,60%
MAI465,3110,43%3,33%9,77%
JUN464,463-0,18%3,15%8,65%
JUL463,927-0,12%3,03%8,36%
AGO465,9680,44%3,48%8,00%
Fonte: FGV