Mostrando postagens com marcador economia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador economia. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Moradores ignoram abertura e torcem por valorização dos imóveis

Torcidores de Itaquera já estão comprando terrenos próximos ao futuro estádio do Corinthians para lucrar com a Copa do Mundo

Apesar de a torcida ser barrada no estádio de Itaquera durante o evento de anúncio do calendário da Copa do Mundo de 2014, nesta quarta-feira, os poucos torcedores que compareceram ao local festejaram a confirmação da Arena do Corinthians como abertura do Mundial. Entretanto, os moradores não estão preocupados em acompanhar o jogo de estreia da seleção brasileira e priorizaram interesses pessoais.
Os torcedores que residem perto do futuro estádio torcem pela valorização dos imóveis próximos ao local. Alguns deles já fazem investimento para lucrar com a Copa do Mundo.
“Eu já estava com dois imóveis e acabei de comprar um terreno para construir outros. As obras lá também começaram. Vai valorizar muito a presença do estádio aqui e também a abertura da Copa do Mundo”, afirmou o motorista, Gentil Parilho, 56 anos.
Além de investirem na construção de imóveis, os torcedores também já comemoram a valorização dos apartamentos da Cohab, em Itaquera e Guaianazes, bairros próximos ao estádio.
“Já estão valorizando muito os apartamentos por aqui. Minha casa estava avaliada em R$ 100 mil, hoje já está custando R$ 160 mil. Quando o estádio ficar pronto e começar o Mundial, o preço certamente aumentará”, disse o auxiliar administrativo, Marcos Paulo.
Torcedores do Corinthians, os moradores preferiram exaltar a presença do evento em Itaquera. “Eu ficaria decepcionado se a abertura da Copa do Mundo não fosse aqui. Nós merecemos, somos humildes, será importante para a comunidade carente daqui”, disse o torcedor Diego Carmona.

Fonte: IG

Caixa repassa R$ 1,5 bilhão em financiamentos imobiliários

Banco securitizou grana recorde a fim de ter mais fundos para emprestar para a casa própria
A Caixa Econômica Federal vai securitizar R$ 1,5 bilhão em contratos imobiliários para levantar fundos para emprestar a novos mutuários. O dinheiro é o maior valor já visto em operações do tipo no país, segundo anúncio feito pelo próprio banco nesta quinta-feira (20).
O banco diz que a operação serve para fortalecer o mercado de crédito imobiliário no Brasil. Os recursos captados serão utilizados para “gerar funding” a novos créditos, além dos já utilizados FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) e poupança. É uma terceira fonte de dinheiro para o crédito imobiliário.
Segundo o banco, que repassou a carteira securitizada à Gaia Securitizadora, esse crédito está lastreado em mais de 30 mil contratos de financiamentos imobiliários.
- O Conselho Curador autorizou a CAIXA, na condição de Agente Operador do FGTS, a realizar operações de aquisição de CRI, em 2001. O objetivo principal foi incentivar o desenvolvimento do mercado secundário de créditos imobiliários no Brasil.
Em poucas palavras, a securitização consiste em “trocar” uma dívida de longo prazo por dinheiro vivo no ato. Os bancos movimentam grandes quantias nestas operações, na casa dos bilhões.
Imagine que você emprestou R$ 5.000 para um parente e ele vai pagar tudo em suaves prestações, durante um ano. Mas o que acontece se após o pagamento da primeira parcela você precisar do dinheiro? Ele não vai ter como devolver a grana que falta e você não terá esse dinheiro sem que um banco cobre juros caso você peça um empréstimo.
É aqui que entra a securitização. Funciona como se uma terceira pessoa entrasse no negócio a fim de dar a você os R$ 5.000 agora e assumir o risco de receber aquilo que o tal parente ainda deve. Você não vai mais ter as devoluções aos poucos, mas conseguiu pegar o valor total emprestado para reinvestir em outra coisa. Isso é feito pelos bancos, para que eles tenham mais dinheiro para financiar a população na compra da casa própria.
Quando um banco faz isso com sua poupança, repassa um valor que tem a receber entre 20 e 30 anos para uma securitizadora. Ela avalia o risco e a capacidade de retorno desse dinheiro e lança um papel chamado CRI (Crédito de Recebíveis Imobiliários), que pode ser vendido para investidores como um título de renda fixa, por exemplo.
A Caixa Econômica Federal, que responde por três em cada quatro financiamentos imobiliários do país, diz que recebeu 12 propostas de venda desses CRIs ao FGTS, no montante de R$ 6,2 bilhões.
Dessas propostas, foram selecionadas seis; todas lastreadas em créditos individuais para imóveis de até R$ 200 mil. As outras cinco operações, envolvendo três securitizadoras e cinco agentes financeiros, no valor total de R$ 1,3 bilhão, aguardam encaminhamento das propostas finais para concretização da compra dos CRI pelo FGTS, ainda neste ano.

Fonte: R7

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Projeto de Lei amplia para dez anos prazo mínimo para transferência de imóveis da CDHU

PL está na pauta de votação desta semana na ALESP

O Projeto de Lei nº 986 que altera de dois para dez anos o prazo mínimo para transferência de imóveis adquiridos da Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano (CDHU) está na pauta de votação da Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo (ALESP). A alteração foi proposta pelo secretário de Estado da Habitação, Silvio Torres, e tem como objetivo evitar a especulação imobiliária por terceiros e garantir que a moradia produzida pelo Estado cumpra a destinação prioritária e função social, que é o atendimento a famílias de baixa renda.
O novo PL foi encaminhado à ALESP pelo governador Geraldo Alckmin no último dia 10. Ele altera a Lei nº. 12.276, de 21 de fevereiro de 2006, que dispõe sobre a alienação dos imóveis construídos pela CDHU na vigência do contrato de financiamento. Hoje, o mutuário pode transferir o financiamento depois de transcorrido dois anos do contrato. Com a mudança, o imóvel só poderá ser vendido a terceiros depois de dez anos do início do financiamento.
O projeto também estipula condições para a venda do imóvel, como a obrigatoriedade das prestações estarem em dia e o novo comprador ser pessoa física.
Segundo o secretário Silvio Torres, se aprovada, a nova lei estará alinhada com as políticas desenvolvidas pelo Governo do Estado, que é garantir moradia digna para as camadas menos favorecidas de nossa sociedade. A meta do governo estadual é construir 150 mil novas moradias nos próximos quatro anos para atender as famílias que vivem em área de risco e as que ganham até cinco salários mínimos.

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Mais uma empresa investe no mercado imobiliário



Diante do aquecimento do setor de construção, que demanda um volume cada vez maior de recursos para financiar os investimentos, os fundos imobiliários têm se sofisticado e buscado novas oportunidades, muito além do tradicional ganho com o aluguel dos imóveis. 

Com experiência na área de crédito privado, a Polo Capital resolveu entrar no mercado de desenvolvimento imobiliário e lançou dois Fundos de Investimentos em Participação (FIPs), um já praticamente investido e outro em fase de análise na Comissão de Valores Mobiliários (CVM). 

A gestora montou uma área imobiliária há dois anos com a chegada de João Paulo Rossi, que veio da construtora Rossi Residencial. O primeiro FIP, lançado em 2010, o Polo Real Estate I, fechou com patrimônio de R$ 35,5 milhões, a maior parte dos recursos comprometida pelos próprios sócios. 

O objetivo era participar de projetos de co-incorporação imobiliária, nos segmentos residencial e comercial, e buscar uma diversificação dos investimentos tanto geográfica como em relação aos ciclos de desenvolvimento. "Podemos entrar desde o estágio inicial do empreendimento, na fase da compra e preparação dos terrenos, como adquirir imóveis já lançados", afirma Rossi, que se tornou sócio da Polo e responsável pela área imobiliária da gestora. 

A carteira do primeiro fundo conta com nove empreendimentos, sendo quatro comerciais, com foco em salas menores de 20 a 40 metros quadrados. No segmento residencial, a gestora procurou focar em imóveis voltados para a média e alta renda, com valor superior a R$ 450 mil. 

Apesar dos investimentos se concentrarem mais no Estado do Rio de Janeiro, a gestora tem aproveitado oportunidades em outras regiões do Brasil. O fundo investiu em um conjunto residencial em Fortaleza (CE), voltado para o segmento de baixa renda, com unidades de 50 a 80 m2, e adquiriu recentemente um terreno na Rua Augusta, no Centro de São Paulo, em que será construído um prédio residencial que contará com serviços, semelhante aos flats. 

Já o segundo fundo, em análise na CVM, tem como meta captar pelo menos R$ 200 milhões e deve seguir a mesma estratégia da primeira carteira. Serão investidos R$ 6 milhões a R$ 7 milhões em cada negócio. "Avaliamos uma média de 60 a 70 negócios por trimestre e já temos quatro projetos em análise", diz Rossi. 

Diferentemente da primeira oferta, que não contou com emissão pública e saiu com esforços restritos, a segunda carteira deve ser distribuída para clientes brasileiros de private banks e estrangeiros. 

A gestora planeja lançar ainda este ano um fundo imobiliário que investirá em um complexo hoteleiro a ser construído em Angra dos Reis, no Estado do Rio de Janeiro, e contará com um centro comercial. No total, devem ser investidos R$ 500 milhões. 

O projeto terá um hotel âncora, que será operado por uma das grandes bandeiras hoteleiras, e ainda contará com um condomínio de casas voltadas para segunda moradia, além de uma marina. "Já compramos o terreno e devemos lançar o fundo juntamente com o lançamento do empreendimento", afirma Rossi. A meta de rentabilidade da carteira deve ficar em torno de 14% ao ano mais a variação do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). 

Por envolverem o risco de construção, os fundos com foco em desenvolvimento imobiliário costumam entregar uma rentabilidade maior para os cotistas. Enquanto uma carteira tradicional que compra imóveis prontos com objetivo de obter rendimento com a receita dos aluguéis oferece um retorno anual, em média, de 8% a 11% mais a variação do IPCA, nos fundos de incorporação os ganhos podem chegar a 20%, 30% ao ano. 

A Polo Capital ainda conta com uma securitizadora e lançou no mercado sua primeira carteira com foco na aquisição de recebíveis imobiliários, que está em análise na CVM, e tem previsão de captação de R$ 200 milhões. 

Fonte: Valor

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Imóvel é garantia de crédito


Hipoteca pode ser feita junto a grandes bancos e financeiras, mas embute risco para o consumidor
Você sabia que o sistema de hipotecas, velho conhecido dos norte-americanos, também existe no Brasil? Por aqui ele só ficou mais conhecido a partir de 2004, com a Lei nº 10.931. Basicamente, ela permite a alienação de imóveis e garante o direito do banco de retomar o bem. Ou seja, quem tem uma casa ou apartamento quitado, pode usá-los como garantias para empréstimos financeiros.

Com o crescimento do mercado imobiliário e a valorização de imóveis no país, o setor cresceu e "apareceu". Hoje, grandes bancos como Caixa, Bradesco e Santander, além de financeiras e companhias hipotecárias, já oferecem esses serviços. A projeção das empresas é que o refinanciamento imobiliário, batizado de home equity, dobre de tamanho até 2012, atingindo uma carteira de R$ 1,5 bilhão.

"O crédito com garantia de imóvel deve ter uma trajetória semelhante ao do consignado há alguns anos e apresentar um crescimento bem acima das demais modalidades de empréstimo", prevê Miguel Ribeiro, coordenador de análise e pesquisas da Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac). Segundo ele, a modalidade traz três grandes vantagens para os brasileiros: os juros são baixos, permite financiar valores de até R$ 500 mil, e os prazos são mais longos. "Você dificilmente, em um empréstimo normal, vai conseguir taxas de 1% ao mês. Além destas vantagens, você pode usar o dinheiro para qualquer finalidade, não é como um financiamento", disse Ribeiro.

Para Luiz Antonio França, presidente da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), tanta vantagem tem um preço. "É uma operação com risco para os consumidores. O tomador do empréstimo dá como garantia o seu imóvel quitado, o que torna a operação extremamente segura para os bancos. Em caso de inadimplência, a partir do terceiro mês, os bancos dão início ao resgate por meio de alienação fiduciária". Ou seja, quem não arca com as prestações pode ficar sem um teto para morar porque o imóvel vai a leilão para quitar a dívida.

"A hipoteca, ou o home equity, deve ser usado com cautela. Os candidatos ideais seriam aqueles que têm um emprego seguro, estão com o orçamento familiar controlado e possuem mais de um imóvel", detalhou França. Ele indica ainda que, antes de fechar qualquer acordo, os consumidores chequem o Custo Efetivo Total (CET) da operação e todas as despesas burocráticas como taxas de cartório e impostos.

Operação menos arriscada 

Apesar das similaridades com o modelo que gerou a crise norte-americana do subprime, as regras brasileiras para a hipoteca são bem mais seguras e devem atrair principalmente a população de classe média, que já quitou a casa própria e tem boa saúde financeira. Enquanto nos Estados Unidos as instituições são menos criteriosas e concedem créditos até mesmo maiores que o valor no imóvel, no Brasil, o empréstimo máximo corresponde a até 70% do preço real do bem e, às vezes, o banco pede duas avaliações antes de definir este valor.

O professor de economia da Faculdade Boa Viagem (FBV) Marcelo Barros ressalta que uma das maiores diferenças entre os dois mercados é que os bancos norte- americanos permitem hipotecas em cima de hipotecas. Ou seja, o contratante poderia dar seu imóvel como garantia mais de uma vez, ainda que não tivesse terminado de pagar o primeiro empréstimo. "Aqui, só pode hipotecar quem já tiver com a casa quitada e esse imóvel só é alienado uma vez para esse tipo de operação".

Outro fator negativo no setor financeiro dos EUA é que quando os imóveis valorizam, o banco aumenta o crédito dos clientes, fato que não ocorre no Brasil. "Lá, se alguém tem uma casa que vale US$ 400 mil e faz uma hipoteca com esse valor e, algum tempo depois, o preço sobe para US$ 600 mil, o banco vai atrás do cliente e avisa que pode liberar mais US$ 200 mil para ele", diz Barros.

Além de João Pessoa


Investimentos no Brejo, no litoral Sul e Norte do estado mostram que a capital paraibana não é o único foco da construção civil

Condomínio horizontal Serra Nevada I,da construtora Moriah, em Bananeiras (Moriah/DA PRESS)
Condomínio horizontal Serra Nevada I,da construtora Moriah, em Bananeiras



Seja o calor do litoral ou o friozinho do interior, é o clima que move o turismo na Paraíba e foi o turismo que incentivou as construtoras a investirem em outras regiões do estado. A gama de opções supera todas as expectativas e atende aos perfis mais variados.

Para Irenaldo Quintans, presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil da Paraíba (Sinduscon), a expansão do mercado imobiliário contempla a Paraíba como um todo. “Claro que a capital e a segunda maior cidade do estado, Campina Grande, experimentam um processo mais intenso. Todavia, pólos de desenvolvimento, como Guarabira, Patos, Cajazeiras, Souza, algumas cidades do Brejo entre outros também usufruem desse movimento”, explica.

No Brejo, as temperaturas chegam à 10%uF0B0C durante o inverno e a temperatura acabou se tornando um atrativo para quem deseja descansar. Eronaldo Maia, proprietário da Morhiá Empreendimentos Imobiliários, assegura que o crescimento do interesse em virtude do circuito do frio é uma realidade. “Outro estados possuem essa região serrana. Em Pernambuco, Gravatá tem um potencial turístico bastante explorado. As características semelhantes entre as cidades fizeram desta uma área favorável para o investimento”, diz.

A Morhiá está construindo o condomínio horizontal Serra Nevada I, localizado na cidade de Bananeiras, próximo ao campus da Universidade Federal de Campina Grande. O condomínio conta com 52 chalés, com plantas de 86 metros quadrados (m²) e o luxo de clube com uma extensa área de lazer. “As pessoas querem descanso, sossego, e o clima ajuda bastante. O brejo paraibano tornou-se um lugar onde você pode desfrutar”, assegura.

Férias e veraneio


No Litoral Sul do estado Jacumã, Coqueirinho e Tambaba já estão consolidados no que diz respeito ao fluxo turístico. No Norte, Lucena ganha investimentos e condomínios luxuosos. O corretor de imóveis Alexei Garcia explica que os últimos lançamentos demonstram as possibilidades de crescimento da região. “Isso é uma realidade, já temos mini-resorts, empreendimentos belíssimos, para férias ou para veraneios”, comenta. Para Alexei, o crescimento populacional também viabilizou esse processo de migração. “Essas regiões tornaram-se até uma segunda residência para os proprietários de imóveis. São ideais para levar a família”, afirma.

Fonte: LugarCerto

Ricardo Barbosa diz que ‘Pacto de mobilidade’ deve investir R$ 130 mi na PB; JP deve ser contemplada


O secretário comentou que em conversa nesta quarta (5) com o secretário nacional do PAC, Maurício Muniz, o governador Ricardo Coutinho (PSB) e o prefeito de João Pessoa, Luciano Agra (PSB) e afirmou quem tem 99% de certeza que a capital vai ser incluída no pacto de mobilidade e que os investimentos no Estado devem chegar a R$ 130 milhões.
Barbosa garantiu a proposta do governo de transformar em Veículo Leve sobre Trilho (VLT) a rede ferroviária do CBTU de Santa Rita a Cabedelo foi aprovada, mas que a proposta dos corredores para João Pessoa ainda não, contudo o secretário explicou que o governador foi solidário com a capital paraibana e que o projeto para JP deve ser aprovado também.
O secretário afirmou que proposta de João Pessoa traz um impacto positivo, a implantação dos quatro corredores em João Pessoa, mais a integração do sistema VLT (Veículo Leve sob Trilhos) e garantiu que o entrave se deu por problemas de caixa e não por problemas técnicos.
“O Ministério das Cidades junto com o Ministério do Planejamento disponibilizará R$ 18 bilhões para todo o Brasil, destinados ao ‘Pacto das Grandes Cidades’... o anúncio final foi prorrogado para o dia 30 de outubro, onde sairá o resultado dos municípios contemplados e os respectivos valores”, conta.
Barbosa explicou ainda que os estados geraram projetos de R$ 41 bilhões. “Por conta disso cortaram a proposta de João Pessoa”, diz.
De acordo com o secretário, após a reunião com o ministro, ficou praticamente acordado que a prefeitura de João Pessoa vai ser contemplada com o pacto de mobilidade, mas ainda falta saber se será em sua plenitude. “A participação de Ricardo foi determinante”, garante.
“Fizemos nosso papel, conseguimos abortar a exclusão de João Pessoa”, conta. O secretário explicou que o governador colocou para o secretário Nacional do PAC que a proposta do VLT para a Paraíba não seria firmada se não fosse com a participação de João Pessoa.
O ex-deputado afirmou que com essa decisão o estado estaria praticamente abrindo mão de R$ 130 milhões, para que a capital fosse incluída. Ele garantiu que até a próxima quarta (11) o governo receberá a notícia se JP foi ou não incluída no projeto. “Tenho 99% de certeza”, explica.
Ou estamos juntos nessa prefe gov ou não teremos pacto de mobilidad. Estaremos abindo Mao de 130 milhões e o gov praticamente abriu mão desses recursos para incluir jp. até terça ou quarta devemos receber a noticia, mas tenho 99% de certeza.
A respeito da classe política de oposição no Estado, o secretário afirmou que não são criadas dificuldades aos projetos, mas que eles também não contribuem de forma positiva. Barbosa comentou a respeito da proposta falha do deputado Ruy Carneiro, de tentar unir a bancada paraibana. “Aqui, acolá algum se oferece, mas na prática mesmo essa é uma pauta que se encontra fria, não foi bem assimilado pela classe política, independente das disputas partidárias, vestirem a camisa do estado”, critica.

Fonte: Paraíba.com.br

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Caixa afasta risco de bolha imobiliária

O presidente da Caixa Econômica Federal, Jorge Fontes Hereda, afirmou hoje que o banco está passando incólume às turbulências econômicas, embora reconheça um arrefecimento no ritmo de concessão de crédito. "A crise não chegou à Caixa", afirmou, em evento pelo aniversário de 150 anos do banco. Hereda também voltou a afastar o risco de bolha imobiliária no País. "Não vejo possibilidade de bolha e acho que é muito saudável termos uma tendência de crescimento (na concessão de crédito imobiliário) para o ano que vem um pouco menor", disse.
Até agosto, a alta na concessão de crédito imobiliário foi de 26% no ano em relação ao mesmo período do ano passado. O volume de financiamento no segmento deve chegar a R$ 90 bilhões neste ano, contra pouco mais de R$ 76 bilhões do ano passado. A alta esperada de 18% é menor do que nos anos anteriores, numa desaceleração programada pelo banco. "Não dava para sair de R$ 5 bilhões em 2003 (de volume financiado) para quase R$ 77 bilhões em 2010 e continuar neste ritmo", disse. "Estamos numa batida esperada e vamos continuar nesta batida".
No Programa Minha Casa, Minha Vida, o presidente da Caixa disse que uma portaria assinada ontem no Executivo permitirá a aceleração do programa na faixa de 3 a 10 salários mínimos. "O (programa até 3 salários) está deslanchando agora, um pouco depois do que imaginávamos. Já o de 3 a 10 (salários) está num ritmo melhor do que o esperado", disse.
Mas Hereda confirma uma redução no ritmo de concessão de crédito. Houve diminuição da velocidade de vendas em São Paulo. "São ajustes importantes. O preço dos imóveis está muito valorizado. Mas não haverá bolha, este é uma resposta que o mercado dá ao aumento do preço". No Rio, houve ainda crescimento na velocidade das vendas, disse.
O presidente da Caixa lembra que os imóveis passaram muitos anos depreciados no País e que a ascensão de 30 milhões de pessoas à classe média aumentou a demanda por financiamentos e impulsionou os preços de imóveis. Ele lembra ainda que em geral o financiamento no Brasil é feito para a aquisição do primeiro imóvel e que a concessão de crédito é segura no Brasil. "Não é como nos Estados Unidos, na Europa, em que estavamcomprando a terceira moradia", disse.

Fonte: dgabc.com.br

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

FGTS poderá ser usado nas prestações atrasadas


A Comissão de Assuntos Sociais analisa o projeto de lei 158/11, do senador Eunício Oliveira (PMDB-CE), que dá o direito ao trabalhador de usar o recurso do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) para quitar prestações da casa própria em atraso. De acordo com a Agência Senado, a proposta já tem a aprovação do relator, o senador Cyro Miranda (PSDB-GO).
Para inibir o risco de inadimplência frequente, o relator da proposta, decidiu estabelecer que somente poderão ser feitos dois saques do FGTS para pagamento de prestações vencidas.
Para sacar o benefício, o trabalhador terá que comprovar ter sofrido perda de renda que o impediu de pagar em dia o financiamento da casa própria.
Saques realizados no primeiro semestre
Só no primeiro semestre do ano foram sacados R$ 27,92 bilhões do FGTS, o que totaliza 16,7 bilhões de saques, de acordo com dados da Caixa Econômica Federal, divulgados pela Agência Brasil.
A maior parte dos saques - cerca de 60% ou R$ 17,39 bilhões - foi destinada para trabalhadores demitidos sem justa causa. Os saques por aposentadoria representam 14% ou cerca de R$ 3,91 bilhões.
Em seguida, aparecem os saques para compra da casa própria, com 13,1% ( R$ 3,67 bilhões), e 10,6% foram sacados para tratamento de saúde (casos de doenças graves) e casos de calamidade pública (R$ 2,95 bilhões).

Fonte: InfoMoney

Evite as dívidas do imóvel


Ao comprar um imóvel, o consumidor deve realizar uma pesquisa detalhada sobre pendências relativas à documentação para evitar dores de cabeça no futuro. Com unidades usadas, o cuidado deve ser redobrado porque a moradia pode ter impostos oucondomínios atrasados, que ficarão sempre atreladas ao bem.
Imóveis residênciais (Foto: Divulgação)
Isso significa que se o comprador não verificar a existência desses tipos de débitos, pode ser cobrado no futuro por condomínios atrasados do antigo dono.
Já há diversas decisões na Justiça que obrigam o proprietário do imóvel a pagar dívida de condomínio do antigo proprietário. “Chamada de propter rem, essa obrigação recai sobre o dono pelo fato de ele ser titular do direito sobre a coisa, no caso o imóvel, e fica sujeito a pagá-la”, explica Rodrigo Giordano de Castro, advogado da área cível do escritório Peixoto e Cury Advogados.
Segundo o advogado, isso acontece quando o consumidor não faz uma pesquisa detalhada das pendências do imóvel usado e acaba sendo cobrado.
Alguns cuidados podem evitar esse tipo de situação. De acordo com o Manual de Orientações de Consumo do Procon de São Paulo, é fundamental verificar no Cartório de Registro de Imóveis se a matrícula da moradia está atualizada. Assim, havendo alguma pendência, é possível regularizar ou simplesmente desistir da compra do bem.
Outro cuidado é procurar o condomínio ou a administradora do prédio para se certificar que o apartamento ou casa tem dívidas pendentes e pedir uma declaração por escrito confirmando que não existem pagamentos atrasados. Na opinião de Castro, é importante consultar um advogado, que está apto a elaborar um contrato de compra com cláusulas para proteger o comprador. “Se o contrato for bem redigido, o dono do imóvel pode acionar na Justiça o antigo proprietário para ressarci-lo do pagamento das pendências.”

Fonte: Zap

Consórcio imobiliário é ideal para quem não tem pressa


(Foto: Divulgação)
Consórcio imobiliário acaba sendo mais atraente que o financiamento (Foto: Divulgação)
Para as pessoas que estão planejando comprar um imóvel e não tem a necessidade imediata de adquirir o bem, o consórcio é um ótimo negócio. O produto acaba sendo mais atrativo que o financiamento habitacional, porque nele não há cobrança de juros e apenas uma taxa de administração – que varia entre 1% e 1,5% do valor do imóvel definido pelo consorciado – é cobrada ao ano.
Além disso, não tem segredo participar de um consórcio imobiliário, é exatamente como o de veículo. Basta definir um valor que deseja receber de acordo com o tipo de imóvel que tem em vista e aderir a um grupo. Por norma genérica, as administradoras obtêm o número de consorciados por turma multiplicando por dois o número de meses previstos, que pode variar de 80 a 240 meses. Ou seja, se o prazo do consórcio for de 180 meses (15 anos), o número mínimo de cotistas será de 360.
Ulitização do FGTS – Quem tem um consórcio imobiliário pode usar os recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para liquidar ou complementar a carta de crédito e para composição de lance. A medida foi aprovada pelo Conselho Curador do FGTS no final de 2009 e regulamentada pela Caixa Econômica Federal (CEF) em março deste ano.
Os consorciados que quiserem aproveitar o benefício devem seguir as mesmas regras de uso do FGTS que são válidas para quem está comprando via financiamento imobiliário. Além de o saldo só poder ser usado por trabalhadores com mínimo de três anos de contribuição, o mutuário não pode ter outro imóvel adquirido com recursos do fundo no mesmo município. O consorciado deve respeitar ainda o limite de R$ 500 mil para a compra do imóvel e não ter mais de três parcelas em atraso.
Lance ou sorte – Até o fim do prazo do consórcio imobiliário, a pessoa física ou jurídica que visa adquirir um imóvel tem duas formas de conseguir esse bem: por sorteio ou dando um lance. Os palpites são as formas mais efetivas de não precisar contar com a sorte para adiantar a data de ter em mãos o bem comprado. Isto é, quanto maior o lance, maior a chance de ser contemplado pela administradora de consórcios.
Quando o cliente é contemplado, ele recebe carta de crédito que tem o mesmo poder de uma compra à vista. Além disso, há diversas opções para o consorciado acelerar o negócio, como, por exemplo, dar um imóvel menor na troca do maior.
Cuidados – Antes de fechar negócio, o interessado deve observar se o consórcio está registrado no Banco Central (BC), que regulamenta os consórcios imobiliários, e também ler todas as cláusulas contratuais. Os especialistas aconselham que o consorciado participe de todas as assembleias e tire possíveis dúvidas com a adminsitradora.
O consumidor também deve analisar sempre os contratos e as taxas de administração praticadas para não cair no engano de desistir e, na hora de pegar o dinheiro de volta, a empresa devolver menos.
Fonte: ZAP