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segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Century 21 representará fundos no país

A Century 21 Brasil vai representar fundos estrangeiros na compra de participações em sociedades de propósito específico (SPEs) de projetos enquadrados no programa habitacional Minha Casa, Minha Vida.
A empresa fechou acordo com fundo de private equity do Reino Unido, formado principalmente por investidores irlandeses, que investirá US$ 200 milhões em compra de participações em SPEs com foco no segmento. Segundo o presidente da Century 21 Brasil, Ernani Assis, o fundo espera ter retorno em até oito anos.
Outro acordo está em vias de ser fechado com um fundo da Índia. Os investidores desse fundo também pretendem comprar participações em projetos voltados para o Minha Casa, Minha Vida. Os aportes dos investidores indianos nessas aquisições somarão US$ 100 milhões. A Century 21 deve começar a comprar participações em SPEs para os dois fundos em novembro. A intenção é procurar todas as incorporadoras que atuam nos moldes do programa.
A Century 21 terá exclusividade na venda dos imóveis produzidos pelas parcerias fechadas por meio de sua intermediação. Ainda não está definido se a venda será feita pela própria Century 21 ou pela rede franqueada.
A 50ª franquia da Century 21 entra em operação hoje, em Brasília. O total de contratos assinados com franqueados, incluindo os referentes a operações ainda não iniciadas, é de 127. A meta para 2011 é chegar a 150. Em média, a Century 21 tem fechado nove por mês. “Queremos ter 580 agências operando no fim de 2015″, diz Assis.
Desde fevereiro, o modelo de remuneração da empresa mudou do sistema de pagamento de royalties para desembolsos fixos mensais de R$ 1 mil por franqueado. Mas a maior parte da receita da Century 21 resulta da remuneração por serviços de terceiros oferecidos por meio dos franqueados. No primeiro semestre, os franqueados começaram a oferecer financiamento do Santander. A expectativa é que o financiamento do banco distribuído pelos franqueados chegue a R$ 60 bilhões em dez anos.
O modelo de oferta de serviços começou a ser adotado no fim de outubro de 2010. Recentemente, a Century 21 fechou parceria com a Mapfre Seguros para a distribuição dos produtos fiança locatícia, seguro residencial e assistência 24 horas. As duas empresas constituíram a joint venture Protec 21 Seguros, com 50% cada uma. Por dois anos, a Mapfre não poderá ter outra parceria em formato semelhante, segundo Assis.
Os franqueados da Century 21 vendem imóveis novos e usados. O tíquete médio das unidades é de R$ 417 mil, mas a média dos imóveis vendidos pelos franqueados que atuam no bairro do Itaim, em São Paulo, chega a R$ 1,150 milhão. Em 2010, o Valor Global de Vendas (VGV) dos franqueados foi de R$ 1,2 bilhão. De janeiro a julho de 2011, chegou a R$ 2,8 bilhões.
Fonte: Valor Econômico

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Imóvel é garantia de crédito


Hipoteca pode ser feita junto a grandes bancos e financeiras, mas embute risco para o consumidor
Você sabia que o sistema de hipotecas, velho conhecido dos norte-americanos, também existe no Brasil? Por aqui ele só ficou mais conhecido a partir de 2004, com a Lei nº 10.931. Basicamente, ela permite a alienação de imóveis e garante o direito do banco de retomar o bem. Ou seja, quem tem uma casa ou apartamento quitado, pode usá-los como garantias para empréstimos financeiros.

Com o crescimento do mercado imobiliário e a valorização de imóveis no país, o setor cresceu e "apareceu". Hoje, grandes bancos como Caixa, Bradesco e Santander, além de financeiras e companhias hipotecárias, já oferecem esses serviços. A projeção das empresas é que o refinanciamento imobiliário, batizado de home equity, dobre de tamanho até 2012, atingindo uma carteira de R$ 1,5 bilhão.

"O crédito com garantia de imóvel deve ter uma trajetória semelhante ao do consignado há alguns anos e apresentar um crescimento bem acima das demais modalidades de empréstimo", prevê Miguel Ribeiro, coordenador de análise e pesquisas da Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac). Segundo ele, a modalidade traz três grandes vantagens para os brasileiros: os juros são baixos, permite financiar valores de até R$ 500 mil, e os prazos são mais longos. "Você dificilmente, em um empréstimo normal, vai conseguir taxas de 1% ao mês. Além destas vantagens, você pode usar o dinheiro para qualquer finalidade, não é como um financiamento", disse Ribeiro.

Para Luiz Antonio França, presidente da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), tanta vantagem tem um preço. "É uma operação com risco para os consumidores. O tomador do empréstimo dá como garantia o seu imóvel quitado, o que torna a operação extremamente segura para os bancos. Em caso de inadimplência, a partir do terceiro mês, os bancos dão início ao resgate por meio de alienação fiduciária". Ou seja, quem não arca com as prestações pode ficar sem um teto para morar porque o imóvel vai a leilão para quitar a dívida.

"A hipoteca, ou o home equity, deve ser usado com cautela. Os candidatos ideais seriam aqueles que têm um emprego seguro, estão com o orçamento familiar controlado e possuem mais de um imóvel", detalhou França. Ele indica ainda que, antes de fechar qualquer acordo, os consumidores chequem o Custo Efetivo Total (CET) da operação e todas as despesas burocráticas como taxas de cartório e impostos.

Operação menos arriscada 

Apesar das similaridades com o modelo que gerou a crise norte-americana do subprime, as regras brasileiras para a hipoteca são bem mais seguras e devem atrair principalmente a população de classe média, que já quitou a casa própria e tem boa saúde financeira. Enquanto nos Estados Unidos as instituições são menos criteriosas e concedem créditos até mesmo maiores que o valor no imóvel, no Brasil, o empréstimo máximo corresponde a até 70% do preço real do bem e, às vezes, o banco pede duas avaliações antes de definir este valor.

O professor de economia da Faculdade Boa Viagem (FBV) Marcelo Barros ressalta que uma das maiores diferenças entre os dois mercados é que os bancos norte- americanos permitem hipotecas em cima de hipotecas. Ou seja, o contratante poderia dar seu imóvel como garantia mais de uma vez, ainda que não tivesse terminado de pagar o primeiro empréstimo. "Aqui, só pode hipotecar quem já tiver com a casa quitada e esse imóvel só é alienado uma vez para esse tipo de operação".

Outro fator negativo no setor financeiro dos EUA é que quando os imóveis valorizam, o banco aumenta o crédito dos clientes, fato que não ocorre no Brasil. "Lá, se alguém tem uma casa que vale US$ 400 mil e faz uma hipoteca com esse valor e, algum tempo depois, o preço sobe para US$ 600 mil, o banco vai atrás do cliente e avisa que pode liberar mais US$ 200 mil para ele", diz Barros.

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Investimentos da Fiat em Pernambuco deixam políticos preocupados com "forasteiros" de outros estados


Evitar que o controle político local "caia nas mãos de forasteiros" é uma das maiores preocupações dos políticos de Goiana, segundo informou o presidente da Câmara Municipal da cidade, João Bosco. A outra é garantir que a população atual usufrua ao máximo do desenvolvimento e os novos empregos que serão gerados na região.
A estimativa de novos empregos já se incorporou ao tom de campanha. O governo estadual e a prefeitura de Goiana estimam que, nos próximos 10 anos, serão gerados 50 mil empregos em decorrência da chegada da Fiat. Leva-se em consideração os empregos diretos e indiretos, o que inclui, além das indústrias de autopeças, a construção da rodovia que vai ligar a fábrica ao porto de Suape. Ainda assim, é um número hiperbólico. A maior indústria automobilística do país, a Volks emprega diretamente 25 mil pessoas em quatro fábricas. A indústria de autopeças no Brasil inteiro gera 235 mil vagas.
De acordo com o prefeito da cidade, Henrique Fenelon, o total de investimentos poderá chegar a R$ 12 bilhões, levando a população da cidade a mais que triplicar quando todos os empreendimentos prometidos estiverem em plena operação. Por esse motivo, além de investir na qualificação profissional dos goianenses, há, segundo ele, a necessidade de preparar a infraestrutura do município para evitar o processo de favelização.
Nesse sentido, Fenelon informou que pouco mais de 4,8 mil unidades habitacionais estão sendo construídas na cidade. Também está prevista a chegada de uma unidade do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) e outra do Instituto Euvaldo Lodi (IEL), ambas visando a qualificação da mão de obra e do empresariado, hoje despreparados para atender à demanda dos novos empreendimentos.
A estrutura atual de ensino técnico deixa a desejar. Apesar de Goiana contar com uma Escola Técnica Estadual, a unidade oferece apenas os cursos de Redes de Computadores e de Hotelaria. "O mais impressionante é que Goiana não tem hotel", ironizou o empresário Walter Fernando Batista, dono da Escola Técnica Curso Nobre, voltada ao ensino profissionalizante.
Segundo ele, a procura por cursos como segurança do trabalho, edificações, mecânica, eletrotécnica e soldagem disparou após o anúncio da fábrica da Fiat. "Existe uma ansiedade nas pessoas pelos cursos. Estamos recebendo alunos do sul da Paraíba e até de João Pessoa", informou o empresário.
No campo político, há a impressão de que a fábrica de automóveis deverá trazer consigo a tradicionalmente atuante categoria dos metalúrgicos. Atualmente, o sindicato considerado mais relevante em Goiana é o dos servidores públicos municipais, ligado a Central Única dos Trabalhadores (CUT). Ainda assim, tem atuação bastante discreta, segundo relatos de políticos locais.
A sede do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais do Município de Goiana (Sinsepumg) foi visitada pelo Valor, mas estava fechada. Seus dirigentes não foram encontrados.

domingo, 2 de outubro de 2011

Mercado imobiliário está de olho no envelhecimento da população


Os idosos formam um público que atrai os empresários e imóveis são construídos pensando no bem estar dos mais velhos

No próximo sábado (01/10) será comemorado o Dia Internacional do Idoso. A data homenageia uma população que cresce cada vez mais no Brasil. Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), desde 1991 o número de idosos aumentou 2,6% e hoje a quantidade de pessoas com 65 anos ou mais ultrapassa os 14 milhões de pessoas. “Com as mudanças nas características demográficas da população brasileira o mercado imobiliário tem que adequar constantemente”, ressalta Elizabeth dos Santos Silva Freitas, vice-presidente da Primar Administradora de Bens.
E os mais velhos vão engordar ainda mais as estatísticas, pois o IBGE afirma que a expectativa de vida dos brasileiros em 2020 será de 76,1 anos e em 2050 deve chegar a 81,3 anos. Para atender esta parcela da população o mercado imobiliário utiliza diferentes tipos de estratégia. “Levando em consideração as principais queixas dos idosos em relação à moradia, as construções passaram a ser planejadas de maneira que se adaptem as necessidades das pessoas da terceira idade e que sirvam também para outras faixas etárias”, destaca.
Entre as reclamações de quem vive a melhor idade estão à ausência de elevadores e rampas nos prédios e edificações, acessos que dificultam a entrada nos imóveis, portas estreitas – o que dificulta a movimentação de um idoso que utilize andador, bengala ou cadeira de rodas -, banheiros com poucos ou sem pontos de apoio para facilitar a hora do banho e a falta de pisos antiderrapantes. “Fechaduras sem alça, iluminação precária dos ambientes e áreas comuns que não são adaptadas para a circulação de idosos também estão entre as insatisfações”, aponta.
Os novos empreendimentos têm que se adaptar a realidade deste nicho de mercado, que além de exigente possui um nível de renda bem maior do que muitos jovens e adultos ativos economicamente. “A demanda é o que mais atraiu a atenção do mercado. Para não perder nenhum negócio há imóveis que não são feitos especialmente para os idosos, mas são construídos pensando no futuro. Ou seja, os espaços são mais amplos e com a estrutura adequada para que na velhice dos proprietários eles já estejam prontos para atendê-los”, observa.
É preciso considerar ainda as constituições familiares contemporâneas, na quais moram sob o mesmo teto gerações diferentes. “Muitos idosos moram com seus filhos, netos e até bisnetos. Em uma mesma moradia pode-se ter vários perfis, com crianças e pessoas mais velhas ao mesmo tempo. Por este motivo os projetos estão mudando de perfil e se adequando para atender a diferentes idades de apenas uma só vez. Além disso, em qualquer etapa da vida todos buscam mais conforto e segurança”, pontua.
Considerado como um público com alto potencial de compra, quem está na terceira idade também ganha alguns mimos em condomínios que estão de olho na qualidade de vida dos seus moradores mais velhos. “Muitos empreendimentos estão consolidando uma cultura de inclusão dos idosos e não apenas das crianças, jovens e adultos. Salões de festas, piscinas e outras áreas comuns ganham áreas de circulação mais amplas e acessórios que facilitam a vida dos idosos. A capacitação dos funcionários para atender melhor os mais velhos é outra estratégia utilizada”, conta.
Todas estas alterações na estrutura e a qualificação profissional voltada ao atendimento dos mais velhos têm como objetivo evitar as quedas em ambientes domésticos, prestar socorro rápido em situações de emergência e tornar o contato entre os profissionais e os idosos mais agradável. “Em geral as pessoas mais velhas gostam de atenção, gentileza e não tem tanta pressa. Por isso é fundamental que os funcionários saibam como lidar com este público, até mesmo pelas diferentes características, como o passo mais lento e o uso de cadeiras de rodas”, acrescenta.

Custo da construção cai para 0,14% em setembro, diz FGV


O brasileiro gastou 0,14% a menos paraconstruir  no mês de setembro, segundo informações do INCC-M (Índice Nacional de Custo da Construção) da FGV (Fundação Getulio Vargas), divulgado nesta terça-feira (27).
A variação é 0,02 ponto percentual menor do que a registrada em agosto, quando ficou em 0,16%. Nos últimos 12 meses, o INCC-M, que é calculado com base nos preços coletados entre os dias 21 do mês anterior e 20 do mês atual, tem variação acumulada de 7,64%, e no acumulado do ano a taxa é de 6,46%.
GruposO grupo Materiais, Equipamentos e Serviços registrou variação de 0,27% este mês, resultado levemente superior ao apurado em agosto, de 0,25%. Três dos quatro subgrupos de Materiais e Equipamentos apresentaram acréscimos em suas taxas de variação. No caso do subgrupo materiais para estrutura, a taxa foi de 0,21%; em materiais para instalação houve queda de 0,19%; em materiais para acabamento houve alta de 0,55%; e em equipamentos para transporte de pessoas a taxa foi de 0,21%.
No que diz respeito ao grupo Mão de Obra, a variação foi de 0,01% este mês, menor frente à taxa de 0,06% verificada no oitavo mês do ano. Já Serviços ficou em 0,42%, contra 0,50% registrado no mês anterior.
InfluênciasNo geral, as maiores influências positivas para o resultado apurado no mês de setembro foram as seguintes:projetos (de 1,30% para 0,71%), refeição pronta no local de trabalho (de 0,13% para 1%), tinta a base de PVA (de 0,04% para 1,81%), tijolo/telha cerâmica (de 0,56% para 0,43%) e elevador (de 0,27% para 0,21%).
Por outro lado, as maiores influências negativas foram dos condutores elétricos (de 1,66% para -1,44%), compensados (de 0,10% para -0,19%), carreto para retirada de entulho (de 0,82% para -0,36%), ladrilhos e placas para pisos (de -0,01% para -0,32%) e eletrodutos de PVC (de -0,15% para -0,09%).
CapitaisConsiderando as sete capitais estudadas pela FGV neste mês, duas apresentaram aceleração, conforme mostra tabela a seguir:
CidadeAgosto de 2011 (%)Setembro de 2011 (%)
Salvador0,020,15
Brasília0,210,10
Belo Horizonte0,210,25
Recife0,200,31
Rio de Janeiro0,130,04
Porto Alegre0,230,10
São Paulo0,140,13

A importância da localização na escolha de um imóvel


A escolha por um imóvel, sem dúvida alguma, começa pela localização. Este fator deve ser analisado considerando o perfil de cada comprador, assim, o futuro morador poderá contar com a infraestrutura necessária para tornar sua vida mais prática e cômoda.
Além do conforto, a escolha pela melhor localização, proporciona ao cliente qualidade de vida, tranquilidade e valorização futura do imóvel, portanto, a pesquisa sobre a localização se faz necessária para que se torne possível a identificação dos recursos disponíveis no bairro.
Quando analisar a região, estude os pontos a seguir:
  • Vias de acesso: observe a facilidade de deslocamento para outras localidades. Caso trabalhe em outro bairro, por exemplo, o trajeto será bem mais tranquilo.
  • Transporte: confira as linhas de ônibus, trem ou metrô, além de pontos de táxi existentes no bairro. Mesmo que você possua carro, estas opções podem ser mais rápidas e baratas ou convenientes em dia de rodízio.
  • Áreas de lazer: procure os parques e praças da região. Estas áreas, além de ideais para os momentos de descanso, melhoram a qualidade de vida e também valorizam o imóvel.
  • Estrutura de comércio e serviços: este é um dos itens mais relevantes na escolha da localização, principalmente quando há centros de compras (shoppings) no entorno, afinal, ter, por exemplo, um supermercado ou farmácia próximo ajuda a minimizar a correria do dia a dia.
  • Segurança: certifique-se se o bairro e a rua escolhida são realmente seguros. Verifique a iluminação e como é o movimento de pessoas também durante a noite e finais de semana.
  • Educação: é interessante que existam escolas, universidades e cursos de idioma próximos, principalmente se tiver filhos.
O bairro que conta com uma estrutura que abriga os tópicos acima, além de tornar o cotidiano do morador muito mais fácil, aumenta o poder de valorização do imóvel. Para fazer a escolha certa, sempre leve em conta o perfil da sua família. Bairros como Vila Madalena, por exemplo, são conhecidos pela vida noturna intensa. Para quem prefere uma região mais silenciosa, esta não seria a opção recomendada. Por outro lado, casais jovens, sem filhos, podem preferir localidades como esta, para estarem próximos de opções de diversão e do agito cultural.
Antes de pesquisar a localização, estude a sua rotina, observe o que um bairro precisa oferecer para facilitar o seu dia a dia. Feito isso, a escolha pelo melhor bairro será muito mais simples e certeira.
A importância da localização na escolha de um imóvel
A importância da localização na escolha de um imóvel
Fonte: Tibério Construções e Incorporações

Geisel acompanha crescimento da região sul de JP com valorização nos últimos anos


Considerado um dos bairros mais populosos de João Pessoa, o Conjunto Habitacional Ernesto Geisel tem acompanhado o desenvolvimento da região sul de João Pessoa e se tornado um dos bairros que mais se valorizou nos últimos anos. A prova do desenvolvimento da região é o aumento da construção de condomínios residenciais e empreendimentos verticais observado por profissionais da área.

O bairro possui ainda muitas áreas a serem exploradas, como terrenos e pontos comerciais cada vez mais valorizados com a ação do desenvolvimento econômico e comercial da região sul. De acordo com o presidente do SINDUSCON - Sindicato da Indústria da Construção Civil de João Pessoa, Irenaldo Quintans, a região sul se desenvolveu de maneira uniforme entre os bairros, mas o Geisel se destacou com algumas vantagens.

“Não existem estatísticas que comprovem o crescimento de bairros em detrimento de outros na região sul, mas o Geisel teve vantagem nos últimos cinco anos devido ao desenvolvimento comercial que a localidade atingiu. Grandes empresas de atacado e supermercados se instalaram no bairro do Geisel, por isso aconteceu esse adensamento populacional”, disse o presidente do SINDUSCON.

Com o aumento da população no bairro, consequentemente houve um aumento na necessidade de novas moradias e empreendimentos para atender a este adensamento populacional. A Teixeira de Carvalho Imóveis, reconhecendo o crescimento da região, está instalando mais uma empresa para atender as necessidades da região sul. “Sentimos a necessidade de abrir o leque de opções para atender os interessados nestes bairros, afirma o sócio cotista da empresa, Paulino Teixeira de Carvalho Filho. Condomínio HorizonteTropical Proprietário de um amplo terreno no bairro do Geisel, o empresário Virgínio Velloso se tornou mais um investidor da região. O comerciante da área alimentícia mudou de ramo ao identificar a crescente valorização imobiliária que a região sul apresentou nos últimos anos. De acordo com Virgínio, o terreno adquirido nos anos de 1960, quando o local ainda era considerado zona rural, dará lugar ao novo empreendimento, o Condomínio Horizonte Tropical.

Os números impressionam e o empreendimento já é considerado um dos maiores investimentos do bairro do Geisel. Serão 12 blocos com 16 apartamentos cada, com preços que variam entre R$ 105 e R$ 120 mil. O condomínio possui ampla área de lazer com piscina para adultos e crianças, playground, quadra poliesportiva e pista de cooper com 800 metros de comprimento. “O condomínio está alojado em uma área agradável, com muito verde. É impossível não se sentir em um campo dentro da cidade”, afirma Virgínio.

O projeto é assinado pelo renomado arquiteto Expedito Arruda e os apartamentos terão dois quartos, sendo uma suíte. Um stand decorado já está funcionando para visitação juntamente como o plantão de vendas no local do empreendimento, situado por trás da antiga Cian, no Geisel. Os clientes ainda podem financiar o apartamento através da CEF e obter benefícios de até R$ 17 mil de acordo com a renda familiar além do enquadramento no programa governamental Minha Casa Minha Vida 2.

Com obras em ritmo acelerado e com a primeira etapa programada para ser entregue ainda em dezembro deste ano, o empreendimento Horizonte Tropical precisava de uma empresa especializada e com experiência na região para fechar uma parceria exclusiva de vendas, por isso a escolha pela Teixeira de Carvalho Imóveis foi uma decisão acertada na opinião do empresário Virgínio Velloso. “Como estamos lançando um empreendimento de grande porte decidimos fechar uma parceria exclusiva de vendas com a Teixeira de Carvalho Imóveis devido a experiência de mercado que empresa possui e a larga experiência no ramo, com foco também voltado para a região sul onde está localizado o nosso empreendimento”.

Para Paulino Teixeira de Carvalho, o bairro do Geisel e os demais localizados na região sul de João Pessoa ainda sofrerão uma grande valorização com a construção do futuro Mangabeira Shopping. “É uma região em franco crescimento e com prospecções de valorização ainda maiores nos próximos anos com a chegada deste grande empreendimento que irá atrair comerciantes e gerar desenvolvimento regional”

Fonte: MaisPB

sábado, 1 de outubro de 2011

Imóveis cada vez mais luxuosos atraem classe alta



Os imóveis de lazer têm movimentado bastante o mercado imobiliário nos últimos meses. Além de serem uma solução aos que procuram dedicar suas poucas horas de tempo livre com os familiares e amigos, têm se tornado uma ótima fonte de investimento.
Esse movimento todo no setor se dá principalmente por causa dos diferenciais ofertados nos mais luxuosos condomínios que têm sido lançados em diversos cantos do país, na praia e no campo. Tais atrativos vão desde campos de golfe, clube hípico, esportes náuticos e marina até pistas de corrida, serviços de hotelaria e heliporto, encontrados nos mais importantes destinos, como Trancoso, na Bahia, e no interior de São Paulo, em  condomínios como Helvetia, Quinta da Baroneza e Fazenda Boa Vista.
“O investidor geralmente adquire uma propriedade de luxo de lazer onde ele possa usufruir e até mesmo obter renda com a locação nos períodos em que não o utiliza. O conceito time share é um exemplo que já foi muito aplicado no país e volta  com tudo”, explica Alexandre Villas, sócio-diretor da imobiliária Imóvel A – Consultores Associados, que atua há 10 anos no nicho de alto padrão em São Paulo.
(Redação - Agência IN)

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

CONTRATAÇÃO DE CASAS PARA BAIXA RENDA SE MANTÉM FRACA


O "Minha Casa, Minha Vida" voltou a assinar contratos de moradia para famílias com renda de até R$ 1,6 mil em agosto, após sete meses de paralisia por causa da revisão das regras para a segunda fase do programa, mas o número ainda é muito baixo. Foram contratadas pela Caixa Econômica Federal 18.782 unidades até o dia 19 de setembro para essa faixa de renda, 1,5% da meta de 1,2 milhões até 2014. "É pouco ainda, mas a gente só acabou a regulamentação do programa em julho e tivemos dois meses de contratação", diz a secretária de Habitação do Ministério das Cidades, Inês Magalhães.

As demais faixas de renda (de R$ 1,6 mil a R$ 3,1 mil e R$ 3,1 mil a R$ 5 mil) têm resultados melhores, com 31% e 27,5% da respectiva meta alcançados até o dia 19 de setembro. Nesses grupos, as contratações não foram interrompidas

Nesse período foram contratadas 260.805 habitações nas três faixas de renda - 13% da execução esperada até 2014, que é de 2 milhões de casas. O ritmo em 2011 representa uma desaceleração em relação ao ano passado, quando foram assinados 661 mil contratos no ano todo. As autoridades federais, porém, afirmam que esse desempenho mais lento era esperado por causa da mudança de governo e do início de uma nova fase do programa, com novas regras e dúvidas a serem sanadas.

"O programa só terá uma retomada expressiva no ano que vem. Não temos uma meta para o ano. O esforço será para chegar a 2 milhões de unidades contratadas até 2014", diz Teotônio Resende, diretor de Habitação da Caixa Econômica Federal. Para ele, as mudanças significaram um relançamento do programa, por isso a desaceleração nas contratações. O volume de unidades contratadas até setembro da segunda fase do programa está próximo do desempenho do início da primeira fase, que foi de 275.528 contratos assinados de abril a dezembro.

O destaque da retomada das contratações na faixa mais baixa de renda foi a cidade de Manaus (AM), com a assinatura, em agosto, de um contrato para a construção de 5,3 mil casas pela construtora Direcional em parceria com o governo do Estado do Amazonas.

A empresa adaptou seu projeto de casas às novas regras do programa habitacional, colocando piso em toda a habitação e azulejo no banheiro e na cozinha até 1,5 metro de altura. "O produto final será de melhor qualidade, e tivemos um reajuste do preço-teto das casas para realizar essas melhorias", diz Ricardo Ribeiro, diretor-comercial da Direcional.

Para os projetos que já estavam em análise na Caixa antes da regulamentação do Minha Casa, Minha Vida 2, o governo criou uma fase de transição no programa que exige algumas adaptações dos empreendimentos - como aumento da área com piso e azulejo - para contratação até dezembro, com um reajuste do preço-teto menor do que o que foi dado para as novas plantas. "Temos um volume grande de projetos que não foram contratados no ano passado, e não queríamos perdê-los", diz a secretária de Habitação federal.

O reajuste dado aos chamados "projetos transitórios" está sendo reavaliado pelo Ministério das Cidades até o fim desta semana devido a reclamação de investidores de que ele não é suficiente para cobrir o aumento de custos causado pelas adaptações.

Para os novos projetos, a Direcional está aumentando em 10% a área das casas para atender a nova exigência de acessibilidade feita pelo governo federal. A obrigatoriedade do uso de energia solar para aquecimento de água é outra novidade na segunda fase do programa. Segundo o executivo, o reajuste dado para a segunda fase do programa não é o suficiente para cobrir os gastos em todos os lugares, por isso a empresa tem sido bastante seletiva na escolha das cidades e dos terrenos.

Outros Estados que contrataram volume expressivo de moradias para mais baixa renda nos últimos dois meses foram Pará, Rio Grande do Sul e São Paulo. Nove Estados, porém, continuam sem contratar nenhuma unidade este ano. Para Resende, da Caixa, o programa tem dificuldades para se desenvolver em locais onde não há integração de esforços entre União, Estado, município e setor privado. "Onde essa sinergia não aconteceu, o programa não teve êxito", diz. O Amapá continua sendo o Estado que menos contratou, com cinco moradias aprovadas na Caixa desde janeiro.

Maria Henriqueta Alves, consultora técnica da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), diz que o preço inadequado é outro entrave para a retomada dos investimentos com mais força. "Não houve reajuste, apenas uma adequação dos preços por causa do aumento de exigências. Estamos com a mesma base de dezembro de 2008", diz ela.

Considerando todas as faixas de renda, São Paulo aparece como o campeão de contratações em 2011, com 56 mil habitações no total, mais que o dobro que o segundo colocado, Minas Gerais, onde foram contratadas 26 mil moradias. O bom desempenho no território paulista tem sido puxado pelas moradias voltadas à faixa de renda entre R$ 1,6 mil e R$ 3,1 mil. Apenas neste ano foram contratadas 34 mil unidades neste grupo no Estado de São Paulo.

Essa faixa do programa também foi a que mais teve contratação no total do país, com 187 mil moradias, o que representa 72% do total, e a que teve assinatura de contratos em todos os Estados este ano.

Entre as regiões, o Sudeste é o que apresenta o maior número de contratações no país, com 39% do total. O Norte, por sua vez, é a região que mais tem dificuldade para implementar o programa de habitação, apesar da maior contratação de moradias para renda até R$ 1,6 mil em Manaus.

Fonte: Valor Econômico

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Sinduscon: PB tem déficit de 200 mil moradias e estoque de apenas 6 mil apartamentos novos

Governador do Estado em exercício, Rômulo Gouveia, diz que atrair novos investimentos para a Paraíba é um dos desafios da gestão pública, que precisa administrar com empreendedorismo, parcerias e criatividade.
A Paraíba tem um déficit de 150 mil a 200 mil moradias e um estoque de apenas 5 mil a 6 mil apartamentos novos. A informação foi dada pelo presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil na Paraíba (Sinduscon-PB), José Irenaldo Quintans, durante a 4ª Jornada de Negócios do curso de Administração do Centro Universitário de João Pessoa (Unipê), que aconteceu na noite do dia 20, no Auditório do Espaço Cultural da instituição, no bairro de Água Fria, na Capital. 

Segundo o presidente do Sinduscon-PB, a construção civil cresceu 12% em 2010 e os preços dos terrenos em João Pessoa elevaram os custos em mais de 30%. “Estamos vivendo um momento mágico no País. O mercado de trabalho necessita de mão-de-obra capacitada e nosso grande trunfo será o volume de obras para a Copa do Mundo e as Olimpíadas. As oportunidades estão abertas para a juventude. Engenheiros e administradores estão entre os profissionais mais importantes do momento atual. O administrador em especial é o ‘maestro’ das empresas”, afirmou Irenaldo Quintans, que ministrou palestra sobre o mercado imobiliário brasileiro.

Para ele, os custos da construção civil continuarão a subir por causa, principalmente, de três fatores. “Falta de terrenos em João Pessoa para construir, ausência de mão-de-obra especializada e falta de infraestrutura nos bairros, com saneamento básico, transporte e segurança, para que sejam verticalizados”, apontou Quintans, acrescentando que houve uma inversão, primeiro se constrói para só depois o poder público chegar com a infraestrutura básica e equipamentos comunitários . “Isso mostra que temos muito trabalho pela frente e haverá muitas oportunidades para os jovens”, concluiu Quintans.


Fonte: unipe.br

Anúncios de época. Edificio Carice(centro) e BeiraMar(Tambaú)

Que tal essa relíquia?! Sensacional esse achado dos primórdios  do progresso de nossa belíssima cidade!



Tirando fotos de imóveis


Combine sua percepção com um pouco de técnica e faça ótimas fotos de seus imóveis


Divulgando o seu imóvel.Hoje em dia tudo pode ser comerciado pela internet, existem vendas de diversos produtos, automóveis, alimentos, serviços, viagens, inclusive imóveis que é o nosso foco.

Nesse sentido, um ponto é indiscutível: para divulgar imóveis na internet, as fotos são quase que OBRIGATÓRIAS (salvo algumas exceções, como grandes áreas comerciais, latifúndios etc. É justamente em relação a esse ponto que muitas imobiliárias e profissionais caem num grave erro: colocam qualquer foto, sem se importarem com qualidade.
Neste texto, vamos apresentar algumas dicas de como fazer essa divulgação de forma correta, contribuindo para atrair seus clientes e facilitar seus negócios imobiliários.Afinal, é importante lembrar que uma foto pode sim influenciar na decisão de escolha do cliente, seja para encantar ou causar horror.


Como vender um imóvel pela internet?  Além de todos os nossos serviços (site personalizado com a sua identidade, sistema de gestão imobiliária GAIA, parcerias, canal do imóvel entre outros link para os serviços da I-Value), é necessário divulgar seu imóvel de uma forma agradável para os olhos dos seus clientes.

"Raramente você tem uma segunda chance de causar uma boa primeira impressão." 
Robert Wong (presidente da Korn Ferry)

Não é necessário ter uma câmera profissional para vender a imagem dos seus produtos, você pode utilizar qualquer câmera digital seguindo as dicas abaixo.

 Tirando fotos de imóveis

1.                  Inspecionar o local do trabalho.
·         Se é uma imagem externa, tomar cuidado para não fotografar imagens que apareçam carros com a placa à mostra ou um ambiente sujo aparentando uma casa abandonada.
·         Se é uma imagem interna, também ter atenção no local, cuidado com corredores vazios, pessoas, varal com roupas, quarto ou sala bagunçados e principalmente jogos com espelhos em que você pode aparecer no reflexo; e lembre-se você não está vendendo um objeto

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 2.                  Foco
·         Apoie sua câmera em um tripé, ou mesmo em uma cadeira, evitando assim que a foto fique torta, ou sem foco (tremida).
·         Procure ângulos em que apareçam ao mesmo tempo, o piso e o teto do ambiente.

  
3.                  Iluminação
·         O ideal é tirar fotos com toda iluminação própria do ambiente: abra as janelas, portas e acenda as luzes, prefira a luz natural ao flash (no caso de uma câmera comum) e evite tirar fotos de frente com a janela.

4.                  Tamanho
·         Recomendamos que a foto seja tirada em formato paisagem, seja ela de casas térreas, sobrados e até prédios (horizontal – 800x600px – isso impede que algumas fotos sejam tiradas de aparelhos celulares).
·         O Gaia redimensiona as imagens para o tamanho adequado na divulgação do site. Caso seja formato retrato (vertical) ela será esticada, perdendo o foco. 

 

Dicas Gerais:


Bom, enfim, o que NÃO DEVEMOS FAZER:
  • Não tire fotos de imóveis bagunçados, peça sempre (com jeitinho) para a pessoa organizar o imóvel antes de ir tirar as fotos;
  • Não tire fotos repetidas. Uma foto de cada ambiente já é necessário. Lembre-se, as fotos são somente para convidar o interessado a visitar o imóvel;
  • Não coloque um número muito excessivo de fotos no site da sua imobiliária;
  • Não tire fotos de louças sujas, roupas no varal ou paredes em branco (é incrível, vejo aos montes esse tipo de foto)
  • Não tire fotos de fachadas pichadas ou mal conservadas;
  • Não use celulares para tirar fotos. Dê preferência para câmeras digitais amadoras ou profissionais;
  • Não tire fotos de pessoas ou placas de carro. Cuidado com a privacidade;
  • Evite flash: procure tirar fotos naturais.
  • Configure sua câmera fotográfica para não aparecer a data em que você tirou as fotos.
  • A foto da fachada é a principal. Para áreas externas, os dias com iluminação natural favorecem o resultado de sua fotografia. Procure valorizar a arquitetura, o paisagismo e a segurança da propriedade, caso o local seja próximo a áreas arborizadas ou próximo a uma praia, tire foto da vista partindo de uma sacada ou mesmo da porta do imóvel.
  • Itens que valorizam o imóvel merecem atenção, por exemplo, acabamento no teto, no piso, iluminação, esquadrias, banheiros etc;
  • Por fim, antes de fotografar, confie na sua percepção, explore bem o ambiente e sinta-se parte dele. Escolha o ângulo que favorece o que você deseja mostrar ao seu cliente, aquilo que é diferencial do ambiente.

Boas Fotos ; )